Archive for the 'Uncategorized' Category

Duzentos bilhões de dólares por ano, em 2010

Friday, March 3rd, 2006

a. p. j. abdul kalam, presidente da índia, exortou a indústria de informática de lá [que faturou US$28 bilhões em 2005] a dar um salto [muito grande] e chegar a US$200 bilhões em 2010. aconteceu na abertura da nasscom, onde o presidente também anunciou que a índia, as filipinas, cingapura e a coréia iriam montar, entre eles, um backbone de internet-2, o “world knowledge platform”. coisa de gente grande.

Money goes to China [no news…]

Friday, March 3rd, 2006

as evidências de que a américa latina [incluindo o brasil] perderam a janela de oportunidades de investimento aparecem a todo minuto. basta ler, por exemplo, a mini-entrevista de claude leglise à red herring, ex-vp da intel capital [e que já cuidou de investimentos aqui, por sinal] pra ver pra onde os ventos sopram. leglise deixou a intel c. e foi pra wi harper, segundo ele, por uma coisa só: o foco da segunda é a ásia, china especificamente, e ele acha que é lá que as coisas vão acontecer. muita gente aqui também acha. enquanto isso, nós espantamos os investidores de longo prazo com os juros de curto mais altos do mundo, com as leis trabalhistas mais idiotas do universo [com uma ou duas exceções], com um emaranhado legal e fiscal que torna ser sócio do governo chinês [pra quem quer ir pra lá] a coisa mais simples do mundo. daqui a 20 anos  nos restará olhar pra trás e descobrir [de novo] por que não demos certo. que tal as razões de sempre? falta de educação, de oportunidade, de infra-estrutura e de contexto… para investidores e trabalhadores.

As próximas 25. Os negócios que podem mudar o mundo virtual.

Thursday, March 2nd, 2006

trata-se da lista de business2.0 de [supostamente] novas companhias de futuro na web. e dos incumbentes que ainda estão mudando o mundo. só uma, até agora, me impressionou: eurekster, que tem um conjunto de mecanismos de busca que nos deixa criar resultados individualizados e comunitários, ao mesmo tempo, e com uma qualidade inicial aparente que pode escrever alguma história. criei um swicki [search wiki] lá, pra brincar. tente: search.informaticity. e guarde o nome da matriz, eurekster. que eu espero que nenhum monstro compre antes de ficar madura, pelo menos.

Jogo. Roubo de Identidade. Trabalho escravo. Leilões de “itens”. Máfia. Processos de Milhões…

Thursday, March 2nd, 2006

tudo isto rola no mundo dos jogos on-line, e está explodindo na ásia, principlamente na coréia, onde seu uso supera qualquer outro país. em muito. estima-se que o mercado negro de jogos [usar identidade roubada para criar conta que serve para empregar chineses em “sweat shops”, que jogam para adquirir “itens” que são vendidos em leilões, depois] já gira em torno de um bilhão de dólares. as vítimas começam a reagir e um conjunto de advogados acaba de entrar com um processo de mais de US$230 milhões contra a NCSoft, que desenvolve e roda o jogo dos jogos, Lineage. eles querem US$1.000 em perdas e danos para cada um dos mais de 230.000 coreanos que tiveram sua identidade hackeada no site da companhia. não se sabe no que a ação vai dar. mas as conseqüências podem ser muito interessantes. no brasil, por exemplo, ao invés dos bancos ficarem nos ameaçando de não ressarcir nossas perdas on-line, nós poderíamos estar processando por perdas e danos… não era?

50 artigos, 500 palavras cada. Tudo por US$100.

Thursday, March 2nd, 2006

escritos só para influenciar engenhos de busca da “forma certa”. história de Lee Gomes, no WSJ, que andou pelo submundo de “conteúdo original”, uma das coisas mais caras aos engenhos de busca de hoje. se você é uma “autoridade” em algo, fica muito bem no instantâneo da rede tirado por google, por exemplo. Gomes compara engenhos de busca a uma câmera de TV na multidão, depois de um jogo, “provocando” a multidão… [poderia ser durante o carnaval], ao invés de num satélite, procurando significados no globo. se saber observado muda quase tudo pra muita gente. e cria uma indústria, principalmente de conteúdo em inglês, que roda “outsourced” da mesma forma que a indústria de software. sem nenhuma preocupação com conteúdo, qualidade e seu impacto nos leitores. a maioria é pra vender alguma coisa de funcionalidade no mínimo duvidosa. se você não sabe qualificar o que você lê, uma boa parte do que vão lhe indicar, numa busca, pode ser irrelevante. ou perigoso…

O fim do emeio está próximo!

Thursday, March 2nd, 2006

em artigo recente no sciam observations, há um excerto de uma discussão na 2006 RSA Conference, onde Alex Shipp, da Messagelabs, acaba dizendo… “My company scans 13 million emails a day, and of that email we stop between 3 million and 10 million messages a day because they contain some kind of malware [malicious software]. Of the malware we’re seeing, 99.9% is crimeware–something where the bad guys are trying to steal money from the end user. We’re detecting one to five new species of virus a day and seeing 100 to 200 new phishing sites appearing every day.” alguma coisa claramente precisa ser feita, do ponto de vista estrutural, para responder ao massivo ataque a todas as formas de comunicação via emeio. empilhar filtros, encadear firewalls, criar barreiras contra sites falsos -destes que os brasileiros vêm montando para roubar dinheiro das contas bancárias dos desavisados- são paliativos contra os quais perde-se muito tempo e muitos clientes. emeio precisa, urgente, de uma solução estrutural, mundial, sem muitas contra-indicações. quem primeiro aparecer com a dita, ficara bilionário. ou bem que poderia ser uma solução social, open-source, não podia?