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	<title>Comments on: rolling stone: The Death of High Fidelity</title>
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	<description>informaticidade, mais hora, menos hora</description>
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		<title>By: Edu Camargo</title>
		<link>http://blog.meira.com/2008/01/19/rolling-stone-the-death-of-high-fidelity/comment-page-1/#comment-48831</link>
		<dc:creator>Edu Camargo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 13:57:23 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei da pessoa que mencionou o &#039;FLAC&#039;. Eu particularmente admiro muito este formato e ao que tudo indica, sua natureza permitirÃ¡ o formato de crescer. &quot;Natureza&quot;? Sim, Ã© um formato livre de patentes, ao contrÃ¡rio do MP3, ou seja, nÃ£o Ã© preciso lissenÃ§a para distribuir conteÃºdo em FLAC, seja na forma de comercializar algum material, ou de implementar a linguagem em aparelhos. JÃ¡ existem nos Estados Unidos sistemas de som que permitem ao usuÃ¡rio levar tal fidelidade para alÃ©m dos computadores. Quem puder dÃ¡ uma visitada no www.xiph.org. Muito vÃ£o saber sobre FLAC, e outros formatos livres de patentes que este pessoal desenvolveu. AliÃ¡s, o formato portÃ¡til ogg vorbis, Ã© em termos de qualidade muito melhor do que o aclamado AAC. Principalmente para quem deseja lidar com streamming, este formato oferece uma resposta bem mais interessante quando se trata de largura de banda reduzida. No site mencionado existem testes de comparaÃ§Ã£o. VocÃª passa a nÃ£o entender porque o MP3 Ã© popular.

Recentemente comprei um Ã¡lbum em FLAC. Ã‰ o Ã¡lbum &quot;Long Road Out of Eden&quot; do Eagles. Eles estÃ£o trabalhando de forma independente agora. E tudo o que posso dizer Ã© que tudo o que estes caras fazem tem muita vida. E este Ã¡lbum na minha opiniÃ£o Ã© diferente de muita coisa a que estamos acostumados nos dias de hoje. Quem tiver a possibilidade dÃ¡ uma olhada, vale muito a pena. Ã‰ tambÃ©m uma forma de descobrir o que ainda se faz de bom e a rÃ¡dio nÃ£o divulga, porque o Deus Dinheiro Ã© mais soberano que tudo. Viva o alternativo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei da pessoa que mencionou o &#8216;FLAC&#8217;. Eu particularmente admiro muito este formato e ao que tudo indica, sua natureza permitirÃ¡ o formato de crescer. &#8220;Natureza&#8221;? Sim, Ã© um formato livre de patentes, ao contrÃ¡rio do MP3, ou seja, nÃ£o Ã© preciso lissenÃ§a para distribuir conteÃºdo em FLAC, seja na forma de comercializar algum material, ou de implementar a linguagem em aparelhos. JÃ¡ existem nos Estados Unidos sistemas de som que permitem ao usuÃ¡rio levar tal fidelidade para alÃ©m dos computadores. Quem puder dÃ¡ uma visitada no <a href="http://www.xiph.org" rel="nofollow">http://www.xiph.org</a>. Muito vÃ£o saber sobre FLAC, e outros formatos livres de patentes que este pessoal desenvolveu. AliÃ¡s, o formato portÃ¡til ogg vorbis, Ã© em termos de qualidade muito melhor do que o aclamado AAC. Principalmente para quem deseja lidar com streamming, este formato oferece uma resposta bem mais interessante quando se trata de largura de banda reduzida. No site mencionado existem testes de comparaÃ§Ã£o. VocÃª passa a nÃ£o entender porque o MP3 Ã© popular.</p>
<p>Recentemente comprei um Ã¡lbum em FLAC. Ã‰ o Ã¡lbum &#8220;Long Road Out of Eden&#8221; do Eagles. Eles estÃ£o trabalhando de forma independente agora. E tudo o que posso dizer Ã© que tudo o que estes caras fazem tem muita vida. E este Ã¡lbum na minha opiniÃ£o Ã© diferente de muita coisa a que estamos acostumados nos dias de hoje. Quem tiver a possibilidade dÃ¡ uma olhada, vale muito a pena. Ã‰ tambÃ©m uma forma de descobrir o que ainda se faz de bom e a rÃ¡dio nÃ£o divulga, porque o Deus Dinheiro Ã© mais soberano que tudo. Viva o alternativo!</p>
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		<title>By: AndrÃ©</title>
		<link>http://blog.meira.com/2008/01/19/rolling-stone-the-death-of-high-fidelity/comment-page-1/#comment-43233</link>
		<dc:creator>AndrÃ©</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 00:08:13 +0000</pubDate>
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		<description>SÃ­lvio, mas tambÃ©m temos de pensar que aos poucos temos mais aparelhos com mais armazenamento e bandas maiores p. trafegar dados. Basta ver o secto de pessoas que trocam mÃºsica em FLAC e outros formatos ou pessoas que usam um micro como media center mas ligados em receivers e outros aparelhos maiores. Acho que aos poucos o hi-fi tambÃ©m migra pras tecnologias, mas talvez de um jeito menos perceptÃ­vel ao mundo que fica fascinado por iPods e afins (e nÃ£o reclamo do iPod, muito pelo contrÃ¡rio).
abraÃ§os</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SÃ­lvio, mas tambÃ©m temos de pensar que aos poucos temos mais aparelhos com mais armazenamento e bandas maiores p. trafegar dados. Basta ver o secto de pessoas que trocam mÃºsica em FLAC e outros formatos ou pessoas que usam um micro como media center mas ligados em receivers e outros aparelhos maiores. Acho que aos poucos o hi-fi tambÃ©m migra pras tecnologias, mas talvez de um jeito menos perceptÃ­vel ao mundo que fica fascinado por iPods e afins (e nÃ£o reclamo do iPod, muito pelo contrÃ¡rio).<br />
abraÃ§os</p>
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		<title>By: Marco Ribeiro</title>
		<link>http://blog.meira.com/2008/01/19/rolling-stone-the-death-of-high-fidelity/comment-page-1/#comment-42935</link>
		<dc:creator>Marco Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 20:40:43 +0000</pubDate>
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		<description>Caro SÃ­lvio,

li esse texto e realmente acho curioso: temos muito mais tecnologia em muitos aspectos. Por outro lado, grande nÃºmero de pessoas - e falo de gente que gosta e entende do assunto - passa horas ouvindo som em caixinhas de i-pod e fones de ouvido. Ã‰ um tanto paradoxal...

Eu comprei esses dias um aplificador antigo, caixa de madeira etc. Tinha um logo estranho de Hi-Fi Association... O som Ã© sensacional e, veja bem, custou apenas R$ 30 reais. Talvez, expandindo o assunto, exista uma geraÃ§Ã£o inteira que nunca ouviu um som Hi-Fi, por exemplo. E fico lembrando que antigamente conseguir um disco era uma coisa tÃ£o problemÃ¡tica, nÃ£o Ã© mesmo?

bem, Ã© isso... viva o som Hi-Fi...
abrazzos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro SÃ­lvio,</p>
<p>li esse texto e realmente acho curioso: temos muito mais tecnologia em muitos aspectos. Por outro lado, grande nÃºmero de pessoas &#8211; e falo de gente que gosta e entende do assunto &#8211; passa horas ouvindo som em caixinhas de i-pod e fones de ouvido. Ã‰ um tanto paradoxal&#8230;</p>
<p>Eu comprei esses dias um aplificador antigo, caixa de madeira etc. Tinha um logo estranho de Hi-Fi Association&#8230; O som Ã© sensacional e, veja bem, custou apenas R$ 30 reais. Talvez, expandindo o assunto, exista uma geraÃ§Ã£o inteira que nunca ouviu um som Hi-Fi, por exemplo. E fico lembrando que antigamente conseguir um disco era uma coisa tÃ£o problemÃ¡tica, nÃ£o Ã© mesmo?</p>
<p>bem, Ã© isso&#8230; viva o som Hi-Fi&#8230;<br />
abrazzos!</p>
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		<title>By: Geber Ramalho</title>
		<link>http://blog.meira.com/2008/01/19/rolling-stone-the-death-of-high-fidelity/comment-page-1/#comment-42840</link>
		<dc:creator>Geber Ramalho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 18:46:57 +0000</pubDate>
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		<description>desculpe os varios typos (incluindo ouve*)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>desculpe os varios typos (incluindo ouve*)</p>
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		<title>By: Geber Ramalho</title>
		<link>http://blog.meira.com/2008/01/19/rolling-stone-the-death-of-high-fidelity/comment-page-1/#comment-42839</link>
		<dc:creator>Geber Ramalho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 18:45:20 +0000</pubDate>
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		<description>oi silvio

eu concordo plenamente com as criticas sobre excesso de compressao, falta de nitidez, excesso de volume (db spl), etc., mas, nao se pode exagerar no romantismo das &quot;velhas tecnologias&quot;. como o artigo citado as vezes sugere &quot;&quot;With all the technical innovation, music sounds worse&quot; ou como sua futura compra de amplificador deixa o leitor entender (sei que nao Ã© isso. ha n boas razoes para se comprar um).  este romatismo Ã© recorrent. quem diz que prefere ouvir vinil ao inves de cd,... nao sabe nem o que Ã© uma relacao sinal-ruido. pasme, ate mesmo os sons de valvula podem ser simulados digitalmente hoje.

o problema Ã© sempre e mais uma vez o mesmo: o fator humano. Ã© verdade que houve democratizacao (via mp3, que lembro Ã© compressao com perdas) da audiencia em um nivel de qualidade um pouco menor que o velho wave ou assemelhados, mas, sobretudo, houve tambem democratizacao do outro lado do muro: os &quot;engenheiros de som&quot;. o fato de usar um pro tools, nao tem (ou nao deveria ter), como o artigo sugere, influencia na qualidade da mixagem final. tudo depende do ouvido e da experiencia do engenheiro de som (e de outros equipamentos como os velhos e bons microfones). o que acontece Ã© que agora Ã© muito mais facil montar um estudio na garagem e todo mundo acha que Ã© facil ser engenheiro de som (recording engineering, como se diz nos usa). falta formacao, falta cultura, e, talvez, falte bom gosto (incluindo aÃ­ o do produtor, claro e sobretudo). isto sem falar em uma eventual pressa no processo de producao fruto de pressao de mercado (nao acredito muito nesta ultima tese. prefiro incompetencia Ã  conspiracao).

&quot;no meu tempo&quot;, studio era caro e engenharia de som era quase uma mafia. para eu estagiar na polygram tive de ter um ajudinha de uma certa prima ;-). 

contraditoriamente, dependendo do que vc houve, vai ficar surpreso com a melhoria de qualidade das gravacoes. o negocio Ã© que, mais uma vez, boa gravacao estÃ¡ associada Ã  boa musica, e vice-versa. porcaria Ã© ruim no conteudo e na gravacao ;-) por exemplo, dÃ¡ uma ouvida nas faixas 1, 4, 8 ou 10 (gravadas nos usa, alias) do disco Duos II da cantora Luciana Souza, acompanhada do (extraterrestre, monstro, ou qualquer definicao exagerada) violonista Romero Lubambo . o conteudo Ã© fantastico (faz uma semana que sÃ³ escuto isto, pra comecar a entender ;-) e a qualidade da gravacao, primorosa. o disco estÃ¡ disponivel pra download na amazon por US$ 7,99 ou no itunes por US$ 9,99. eu comprei na livraria cultura por R$ 32,00 - mais caro, mas com melhor qualidade e com o encarte (alias, por que diabos o ainda nao avancamos para um formato de meta dados decente que inclua, em um disco, o seu encarte alem das suas musicas em mp3??).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi silvio</p>
<p>eu concordo plenamente com as criticas sobre excesso de compressao, falta de nitidez, excesso de volume (db spl), etc., mas, nao se pode exagerar no romantismo das &#8220;velhas tecnologias&#8221;. como o artigo citado as vezes sugere &#8220;&#8221;With all the technical innovation, music sounds worse&#8221; ou como sua futura compra de amplificador deixa o leitor entender (sei que nao Ã© isso. ha n boas razoes para se comprar um).  este romatismo Ã© recorrent. quem diz que prefere ouvir vinil ao inves de cd,&#8230; nao sabe nem o que Ã© uma relacao sinal-ruido. pasme, ate mesmo os sons de valvula podem ser simulados digitalmente hoje.</p>
<p>o problema Ã© sempre e mais uma vez o mesmo: o fator humano. Ã© verdade que houve democratizacao (via mp3, que lembro Ã© compressao com perdas) da audiencia em um nivel de qualidade um pouco menor que o velho wave ou assemelhados, mas, sobretudo, houve tambem democratizacao do outro lado do muro: os &#8220;engenheiros de som&#8221;. o fato de usar um pro tools, nao tem (ou nao deveria ter), como o artigo sugere, influencia na qualidade da mixagem final. tudo depende do ouvido e da experiencia do engenheiro de som (e de outros equipamentos como os velhos e bons microfones). o que acontece Ã© que agora Ã© muito mais facil montar um estudio na garagem e todo mundo acha que Ã© facil ser engenheiro de som (recording engineering, como se diz nos usa). falta formacao, falta cultura, e, talvez, falte bom gosto (incluindo aÃ­ o do produtor, claro e sobretudo). isto sem falar em uma eventual pressa no processo de producao fruto de pressao de mercado (nao acredito muito nesta ultima tese. prefiro incompetencia Ã  conspiracao).</p>
<p>&#8220;no meu tempo&#8221;, studio era caro e engenharia de som era quase uma mafia. para eu estagiar na polygram tive de ter um ajudinha de uma certa prima <img src='http://blog.meira.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> . </p>
<p>contraditoriamente, dependendo do que vc houve, vai ficar surpreso com a melhoria de qualidade das gravacoes. o negocio Ã© que, mais uma vez, boa gravacao estÃ¡ associada Ã  boa musica, e vice-versa. porcaria Ã© ruim no conteudo e na gravacao <img src='http://blog.meira.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  por exemplo, dÃ¡ uma ouvida nas faixas 1, 4, 8 ou 10 (gravadas nos usa, alias) do disco Duos II da cantora Luciana Souza, acompanhada do (extraterrestre, monstro, ou qualquer definicao exagerada) violonista Romero Lubambo . o conteudo Ã© fantastico (faz uma semana que sÃ³ escuto isto, pra comecar a entender <img src='http://blog.meira.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  e a qualidade da gravacao, primorosa. o disco estÃ¡ disponivel pra download na amazon por US$ 7,99 ou no itunes por US$ 9,99. eu comprei na livraria cultura por R$ 32,00 &#8211; mais caro, mas com melhor qualidade e com o encarte (alias, por que diabos o ainda nao avancamos para um formato de meta dados decente que inclua, em um disco, o seu encarte alem das suas musicas em mp3??).</p>
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		<title>By: Daniel Moura</title>
		<link>http://blog.meira.com/2008/01/19/rolling-stone-the-death-of-high-fidelity/comment-page-1/#comment-42767</link>
		<dc:creator>Daniel Moura</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 15:13:42 +0000</pubDate>
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		<description>Silvio,

Infelizmente isso Ã© mais uma consequencia da aÃ§Ã£o negativa, duradoura e quase invevitÃ¡vel dos meios massivos de comuniÃ§Ã£o e industriais. A mente do povo brasileiro Ã© impregnada de noÃ§Ãµes distorcidas hÃ¡ geraÃ§Ãµes. Eu sempre me incomodei com esta falta de noÃ§Ã£o generalizada com relaÃ§Ã£o Ã  fidelidade sonora.
Ã‰ comum eu observar em algum canto um aparelho de som de 15000W PMPO (5W RMS) [crÃ­tica Ã  industria] tocando mÃºsica [?] a uma distorÃ§Ã£o harmonica total (THD) de 10% a tÃ­tulo de som &quot;ambiente&quot;, resultando em agonizantes 90dB. Sem falar naquele &quot;somzÃ£o&quot; automotivo sempre com uma curva de equalizaÃ§Ã£o em forma de cuia (cÃ´ncava), cheio de pancadas e &quot;tuits&quot; [o famoso tunts-tunts].
No lado da produÃ§Ã£o musical, temos verdadeiras leis inquestionÃ¡veis. Tomemos como exemplo a pÃ³s-produÃ§Ã£o de um disco. Nunca vi niguÃ©m [de produÃ§Ã£o musical] questionar a compressÃ£o de amplitude (normalizaÃ§Ã£o), que muitas vezes Ã© feita em comparaÃ§Ã£o a discos comerciais aleatÃ³rios, para que fique com o mesmo &quot;peso&quot;. Se o cara nÃ£o faz assim, Ã© amador.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Silvio,</p>
<p>Infelizmente isso Ã© mais uma consequencia da aÃ§Ã£o negativa, duradoura e quase invevitÃ¡vel dos meios massivos de comuniÃ§Ã£o e industriais. A mente do povo brasileiro Ã© impregnada de noÃ§Ãµes distorcidas hÃ¡ geraÃ§Ãµes. Eu sempre me incomodei com esta falta de noÃ§Ã£o generalizada com relaÃ§Ã£o Ã  fidelidade sonora.<br />
Ã‰ comum eu observar em algum canto um aparelho de som de 15000W PMPO (5W RMS) [crÃ­tica Ã  industria] tocando mÃºsica [?] a uma distorÃ§Ã£o harmonica total (THD) de 10% a tÃ­tulo de som &#8220;ambiente&#8221;, resultando em agonizantes 90dB. Sem falar naquele &#8220;somzÃ£o&#8221; automotivo sempre com uma curva de equalizaÃ§Ã£o em forma de cuia (cÃ´ncava), cheio de pancadas e &#8220;tuits&#8221; [o famoso tunts-tunts].<br />
No lado da produÃ§Ã£o musical, temos verdadeiras leis inquestionÃ¡veis. Tomemos como exemplo a pÃ³s-produÃ§Ã£o de um disco. Nunca vi niguÃ©m [de produÃ§Ã£o musical] questionar a compressÃ£o de amplitude (normalizaÃ§Ã£o), que muitas vezes Ã© feita em comparaÃ§Ã£o a discos comerciais aleatÃ³rios, para que fique com o mesmo &#8220;peso&#8221;. Se o cara nÃ£o faz assim, Ã© amador.</p>
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