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	<title>Comments on: mark zuckerberg, 23: facebook&#8217;s CEO</title>
	<link>http://blog.meira.com/2008/01/14/mark-zuckerberg-23-facebooks-ceo/</link>
	<description>informaticidade, mais hora, menos hora</description>
	<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 08:42:09 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>By: Chantinon</title>
		<link>http://blog.meira.com/2008/01/14/mark-zuckerberg-23-facebooks-ceo/#comment-43203</link>
		<author>Chantinon</author>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 19:23:44 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2008/01/14/mark-zuckerberg-23-facebooks-ceo/#comment-43203</guid>
		<description>Que bom ouvir(ler) opiniões como a da Sonia!
O Facebook é vapor, nada mais.
Nessa praia o Ning deve crescer, e se padronizarem/integrarem essas ferramentas de coletas de dados, irá surgir um rio de novos negócios.
Infelizmente, fora dos EUA todos somos só ICQs ou Facebooks, até que se prove o contrário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que bom ouvir(ler) opiniões como a da Sonia!<br />
O Facebook é vapor, nada mais.<br />
Nessa praia o Ning deve crescer, e se padronizarem/integrarem essas ferramentas de coletas de dados, irá surgir um rio de novos negócios.<br />
Infelizmente, fora dos EUA todos somos só ICQs ou Facebooks, até que se prove o contrário.</p>
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	<item>
		<title>By: bpe</title>
		<link>http://blog.meira.com/2008/01/14/mark-zuckerberg-23-facebooks-ceo/#comment-42430</link>
		<author>bpe</author>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 14:20:44 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2008/01/14/mark-zuckerberg-23-facebooks-ceo/#comment-42430</guid>
		<description>things that can be done will be done.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>things that can be done will be done.</p>
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		<title>By: Sonia Rodrigues</title>
		<link>http://blog.meira.com/2008/01/14/mark-zuckerberg-23-facebooks-ceo/#comment-42404</link>
		<author>Sonia Rodrigues</author>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 10:23:04 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2008/01/14/mark-zuckerberg-23-facebooks-ceo/#comment-42404</guid>
		<description>Pode parecer que estou desviando o assunto, mas não estou. Nós brasileiros temos dificuldade com o empreendedorismo e inovação por causa da nossa mentalidade "Casa Grande/Senzala", além dos motivos que são apontados no último post. Trabalho e, principalmente, trabalho braçal ou sem reconhecimento social (incluindo aí experimentos em garagem) não são valorizados desde sempre em nosso país. Em 1920, Monteiro Lobato já reclamava de sermos um "país de bacharéis". Ontem, vi numa rua de classe média em Niterói um homem de seus 50 e poucos anos, às oito da manhã, todo sorridente, vendendo café e chocolate quente num aparelho que carrega na frente do corpo, como uma mochila. Ele cumprimentou um  cara, da mesma idade, como se fosse um velho conhecido e o outro respondeu; Puxa, fulano, a vida tá dura, não é? 
Eu pergunto: não é uma coisa inteligente comprar um recipiente com duas torneiras para fornecer uma bebida legal, barata e do gosto de muitas pessoas? Café e chocolate em copinhos plásticos, sem pagar aluguel, empregados, sem vender em cartão de crédito, só a dinheiro, à vista, porque isso seria digno de pena? 
Na nossa cultura, precisamos, pelo menos, de um emprego público para sermos alguém.  Semestre passado, uma aluna minha da engenharia de produção, 18 anos, já tinha como objetivo um concurso. Aí não dá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer que estou desviando o assunto, mas não estou. Nós brasileiros temos dificuldade com o empreendedorismo e inovação por causa da nossa mentalidade &#8220;Casa Grande/Senzala&#8221;, além dos motivos que são apontados no último post. Trabalho e, principalmente, trabalho braçal ou sem reconhecimento social (incluindo aí experimentos em garagem) não são valorizados desde sempre em nosso país. Em 1920, Monteiro Lobato já reclamava de sermos um &#8220;país de bacharéis&#8221;. Ontem, vi numa rua de classe média em Niterói um homem de seus 50 e poucos anos, às oito da manhã, todo sorridente, vendendo café e chocolate quente num aparelho que carrega na frente do corpo, como uma mochila. Ele cumprimentou um  cara, da mesma idade, como se fosse um velho conhecido e o outro respondeu; Puxa, fulano, a vida tá dura, não é?<br />
Eu pergunto: não é uma coisa inteligente comprar um recipiente com duas torneiras para fornecer uma bebida legal, barata e do gosto de muitas pessoas? Café e chocolate em copinhos plásticos, sem pagar aluguel, empregados, sem vender em cartão de crédito, só a dinheiro, à vista, porque isso seria digno de pena?<br />
Na nossa cultura, precisamos, pelo menos, de um emprego público para sermos alguém.  Semestre passado, uma aluna minha da engenharia de produção, 18 anos, já tinha como objetivo um concurso. Aí não dá.</p>
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