Archive for January, 2008

carnaval: cabra alada, hoje, 19h

Thursday, January 31st, 2008

na rua da guia, hoje -quinta de carnaval- às 19h, sai a cabra alada. tô lá, sou parte do batuque, com cecília; kátia sai na dança e pedrinho com as crianças. diana acompanha. vai a família inteira. vamos dar partida no nosso carnaval, de fantasia nova. o carnaval do recife e olinda já começou faz tempo. neste blog, daqui até quarta de cinzas, o assunto vai ser carnaval… isso SE eu conseguir entrar na internet pra escrever alguma coisa, alguma hora. a partir de amanhã, é carnaval em tempo integral… [incluindo saídas da cabra, da mesma rua da guia, no domingo e terça, as 16h].

pra quem estiver no recife, um convite adicional: meu aniversário é no dia de iemanjá, dois de fevereiro. este ano, cai bem no sábado do galo da madrugada, que vem a ser a maior manifestação carnavalesca do planeta, capaz de levar um milhão de pessoas às ruas do centro do recife.

pois bem: estarei no meio da guararapes, as 12h [em ponto!], pra tirar uma foto de aniversário e mandar pro guinness, onde o galo já está… alegando que "minha festa" de aniversário, este ano, foi a maior do planeta. se vocês não me acharem, é porque este ano vou comemorar profissionalmente: a alvorada é às sete da matina, tomando "café da manhã" com a turma do galo, no forte de cinco pontas. depois, só deus sabe. se souber. evoé!

visão MUITO ampliada

Wednesday, January 30th, 2008

cientistas da universidade de washington já estão testando [em coelhos] lentes de contato "biônicas" que incluem circuito integrado e leds como parte do dispositivo. veja o protótipo funcional na foto ao lado.

uma lente de óculos ou de contato [normal] é um sistema passivo de processamento de imagem. a tecnologia de lentes que a maioria de nós usa, hoje, tem dois mil anos. nero [sim, o de roma] foi um dos primeiros usuários conhecidos. na forma de óculos, mais de setecentos anos se passaram desde os primeiros, construídos na itália.

como o olho [e a córnea] são sistemas muito delicados, era impensável usar a baixa medicina e tecnologia dos últimos séculos, inclusive do séc. XX, para realizar intervenções diretas por motivos, digamos, banais, como aperfeiçoar a visão. as intervenções feitas nos olhos, ainda hoje, em sua vasta maioria, são de corte, costura e colagem. coisa de um passado distante.

o que se começa a antever, à medida em que a engenharia e a medicina se aliam para criar dispositivos [incluindo implantes, o que a lente de contato, de certa forma, é] como a lente que se vê na foto, no olho do coelho, é a possibilidade de AMPLIAR, de maneira muito significativa, nossas capacidades sensoriais e funcionais.

como assim? vamos falar só de uma possibilidade e deixar que o leitor pense nas outras: imagine, já que este olho "aumentado" inclui circuitos eletrônicos e leds, ou seja, telas, que -além de melhorar a visão do ambiente onde o olho está- a lente de contato poderia… entrar na internet! e pense que poderíamos "aprender a nos comunicar" com a lente, de tal forma que a dita cuja pudesse ser usada como browser, e servindo para fazer, à rede, perguntas como… "quem foi mesmo que pintou este quadro para o qual estou olhando? quando? em que contexto?"…

ou então: "me dê uma rota [visual, claro] ideal para dirigir de X pra Y e corrija, no caminho, em tempo real, em função dos engarrafamentos…". pense nos usos. pense nas possibilidades pra expandir suas conversas. pense… este uso de lentes de contato está previsto em rainbows end, obra de vernor vinge, que apareceu neste blog em agosto passado. vinge situa seu texto no "futuro próximo", ao redor de 2025, tempo suficiente para que eu tenha uma destas lentes, muito menor e muito mais capaz, IMPLANTADA no meu olho. quem viver, verá.

[ps: danado vai ser quando começar a botar -muito- software na lente e ela, de repente, travar. dar um boot na vista, em muitas circunstâncias, não é exatamente a melhor ou mais segura coisa do mundo...]

 

indianos cortejados…

Wednesday, January 30th, 2008

as grandes companhias de software da índia, que dominam o cenário mundial de serviços de desenvolvimento de sistemas de informação, resultado de uma longa e bem sucedida estratégia de formação de capital humano e de criação de processos e negócios, estão sendo ostensivamente cortejadas por vários países latino-americanos e do caribe.

a idéia básica é oferecer o que os indianos pedirem pra faclitar a instalação de centros de desenvolvimento pelo lado de cá do mundo, no mesmo fuso horário dos maiores contratadores, os EUA, em países ou locais onde houver capital humano qualificado e custos -incluindo salários, encargos e impostos- menores do que na índia, onde há uma grande escassez de capital humano, resultando em salários mais altos e grande rotatividade. e onde a  moeda local passa pelas mesmas agruras do real: está por demais valorizada frente ao dólar.

quem reporta é o telegraph de calcutta, citando principalmente o embaixador do méxico. as maiores companhias indianas já estão no brasil; e vieram por causa de contratos de prestação de serviços [de contratos globais] para filiais de multinacionais ou atrás de contratos em grandes empresas brasileiras. as indianas de grande porte, em software] são empresas quase dez vezes maiores que as maiores brasileiras, com a maior delas [tata TCS] empregando cerca de 100.000 profissionais. coisa, realmente, de gente grande. isso porque eles estão lá no fim do mundo, com todo tipo de problema, a maioria dos quais muito maiores que os nossos.

imaginem se a índia fosse aqui. pensando bem, talvez não existisse, em software. nossos custos trabalhistas não permitiriam, como não estão fazendo surgir grandes [no cenário internacional] empresas brasileiras de software. o custo brasil -principalmente de capital humano- está fazendo o país perder muitas janelas de oportunidade no mercado mundial. não que as pessoas, aqui, ganhem muito. é que o trabalho, com tantos impostos, é muito caro. e, depois da índia, vem aí a china. com tanta gente quanto e metade do preço, por homem-hora, do brasil. e aí?…

 

citix beta vai expandir [breve]

Tuesday, January 29th, 2008

citix.net, o city information exchange network, está em beta, no c.e.s.a.r, com o decidido e decisivo apoio e participação do ministério público federal em pernambuco. pouco mais de quinhentos usuários escolhidos entre os inscritos participam dos testes iniciais, que estao andando a contento. temos que resolver um bom conjunto de problemas, ainda, pra abrir o beta pra muito mais gente [ou todo mundo, desde que os betas se tornaram eternos...]

estamos agregando mais gente ao time de desenvolvimento, descobrindo novas formas de interação e mudando interfaces, incrementando funcionalidades e melhorando as já existentes. em paralelo, estamos articulando parcerias em todo país, com instituições e empresas interessadas em prevenção da criminalidade.

em duas ou três semanas, vamos anunciar mais duas grandes cidades onde o sistema estará disponível. apareça pra ver…

multitasking vai… nos deixar dementes

Monday, January 28th, 2008

multitasking.jpgtodo mundo suspeitava que a capacidade de fazer muuuitas coisas ao mesmo tempo poderia ter conseqüências funestas sobre o cérebro de quem vê TV, lê, ouve música, fala num celular, manda sms noutro, tem dez janelas abertas na tela do computador e escreve um post no blog ao mesmo tempo [enquanto dirige, talvez?]. as evidências estão começando a aparecer…

Multitasking messes with the brain in several ways. At the most basic level, the mental balancing acts that it requires-the constant switching and pivoting-energize regions of the brain that specialize in visual processing and physical coordination and simultaneously appear to shortchange some of the higher areas related to memory and learning. We concentrate on the act of concentration at the expense of whatever it is that we’re supposed to be concentrating on.

o texto acima é parte de um longo artigo em the atlantic, que mostra a complexidade

A recent study from the Kaiser Family Foundation found that 53 percent of students in grades seven through 12 report consuming some other form of media while watching television; 58 percent multitask while reading; 62 percent while using the computer; and 63 percent while listening to music. "I get bored if it’s not all going at once," said a 17-year-old quoted in the study.

e o tamanho do problema, só nos escritórios americanos:

Six hundred and fifty billion dollars. That’s what we might call our National Attention Deficit, according to Jonathan B. Spira, who’s the chief analyst at a business- research firm called Basex and has estimated the per annum cost to the economy of multitasking-induced disruptions. (He obtained the figure by surveying office workers across the country, who reported that some 28 percent of their time was wasted dealing with multitasking- related transitions and interruptions.)

ou seja: pode até ser que tenhamos que continuar fazendo cada vez mais coisas ao mesmo tempo. mas à custa de perdermos cada vez mais tempo chaveando entre uma e outra coisa ou -como estudos recentes mostram- realizando ações complexas sem perceber sua importância, impacto e, por sua vez, sem entender direito as conseqüências.

já me senti tentado a ler emeio no celular enquanto dirigindo: aquele bip de mensagem importante chegando liga alertas vermelhos em todo o meu cérebro… e detona uma urgência de pegar o celular pra ver o que acabou de acontecer. resultado: desliguei o push mail da coisa. agora eu vou lá e pego, quando quero. mas nem todo mundo -principalmente quem trabalha com tecnologia da informação- tem conseguido fazer isso.

o fato é que vamos continuar fazendo várias coisas ao mesmo tempo. talvez até mais do que já fazemos hoje. pra isso, tomara que o cérebro evolua tão rapidamente quanto as demandas sobre ele. ao ponto de, talvez, chavear de sua atenção de uma a outra operação como fazem as… CPUs dos computadores. êpa, mas será que, aí, não nos tornaríamos robôs?…

[ps: enquanto este post estava sendo escrito, ele era, por acaso, a única coisa que eu estava fazendo!...]

 

siri: verde que te quero verde

Wednesday, January 23rd, 2008

 

o siri na lata, bloco anárquico armorial, está se preparando pro baile que abre o maior carnaval do mundo. este ano, temos até concurso de miss -e este blog esteve no júri! oito das dez finalistas apareceram no polêmico espaço que a prefeitura do recife promete transformar em concreto, à beira mar de boa viagem, pra plantar umas mudas de protesto e "doar", à cidade, o parque do siri.

nesta sexta, a partir das 23h, no clube português do recife, mais um daqueles carnavais da gente chegar em casa no outrosiri.jpg dia as oito da manhã. se você está no recife, não dá pra perder. se não está, ainda dá tempo pra vir e é capaz de conseguir algum ingresso. mesas e camarotes já se foram. na animação da festa, entre muitos outros, nana queiroga e spok. não dá pra perder.

café colombo: joaquim cardozo

Wednesday, January 23rd, 2008

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em terra de poetas [Manoel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Carlos Pena Filho, Ascenso Ferreira...] um dos maiores de pernambuco é engenheiro: Joaquim Cardozo. renato lima, do café colombo, desenterra uma entrevista do grande calculista no antigo jornal do commercio de recife, de 1973… vinte e cinco anos, exatos, como joaquim, atrás.

o poeta-calculista que desenvolveu as teorias e estruturas por trás dos mais belos prédios da brasília de niemeyr responde a josé mário rodrigues…: Joaquim, o que mais lhe marcou na vida? O que mais me marcou na vida foi alcançar a compreensão de ter vindo de uma sombra, e de estar agora me dirigindo para uma outra sombra que suponho não ser a mesma de onde vim. O mistério maior não está na morte como em geral pensam os sábios das ciências teológicas, e sim no aparecimento da vida, sobretudo para os homens que, segundo Rainer Maria Rilke tem "existência aberta" – pois sabem que vão morrer, no entanto, nunca souberam que iriam nascer.

joaquim escreveu [no soneto do suicida]: O gesto de lançar uma semente/ É como um gesto de adeus; só e ausente,/ Neste jardim eu próprio me semeio.  prova de que tecnologia e arte combinam. muito.

amor [e sexo]… com robôs!

Tuesday, January 22nd, 2008

love_and_sex_with_robots.jpgLove and Sex with Robots, de David Levy, sai pela Harper Collins e analisa as possibilidades de relacionamento emocional e físico entre seres humanos e robôs [ou coisas], das velhas e cansadas “dolls” até os animais virtuais. segundo o editor… “Using examples drawn from around the world, David Levy shows how automata have evolved from the mechanical marvels of centuries past to the electronic androids of the modern age, and how human interactions with technology have changed over the years… [and discusses] why we form emotional attachments to animals and to virtual pets and why these same attachments could extend to love for robots.”

levy prevê que a interação emocional e sexual humano-robô vai estar rolando livre, leve e solta em 2050: “love with robots will be as normal as love with other humans, while the number of sexual acts and lovemaking positions commonly practised between humans will be extended, as robots teach more than is in all of the world’s published sex manuals combined.” uau!

do jeito que o mundo vai, é bom não duvidar. mas não vai ser assim tão simples. segundo o próprio levy“There are lot of questions here that need a great deal of discussion and consideration from people who are much wiser than I am in the field of ethics, philosophy and law. Clearly the law makers and the lawyers are going to have a field day debating these issues.” sem falar no que as igrejas vão dizer. pelo menos os robôs [se tudo correr bem e higiênicamente] não devem transmitir AIDS. tomara.

nem tudo que parece é

Tuesday, January 22nd, 2008

a microsoft, que vem a ser a companhia que muita gente deu por morta beeem antes do iPhone, está em vias de anunciar [no meio da crise do sistema financeiro americano] um aumento significativo em seu lucro. vai rolar ainda esta semana. o resumo é: Analysts, on average, forecast Microsoft to post a 66 percent rise in quarterly net profit to $4.35 billion, or 46 cents per share, on a 27 percent increase in revenue to $15.93 billion, according to Reuters Estimates. é esperar pra ver.

Traffic_Congestion.jpgpor outro lado, a IBM, que vinha a ser a companhia auto-intitulada defensora dos pobres e oprimidos no negócio de patentes, inclusive “doando” um lote delas à comunidade open source, acaba de obter mais uma patente absolutamente óbvia, o que não leva a nada mais do que confundir ainda mais o já congestionado espaço mundial de propriedade intelectual.

a patente, por acaso, é sobre congestionamento: como cobrar pedágio variável nas estradas, em função da quantidade de tráfego… grande coisa, já feita no mundo inteiro. breve, com uma parcela dos royalties da operação pra vocês sabem quem…. moral da história: você não é nem o que você diz que é nem o que os outros dizem de você. você é o que você faz.

lá vem o fim do mundo [de novo]

Tuesday, January 22nd, 2008

ainda não chegamos aos mesmos níveis de empregabilidade [na população do mercado que puxa o mundo, os eua] e está aí uma nova crise de proporções mundiais. que vai afetar a todos. não tem esta história do brasil estar “isolado”. estamos globalizados. cada vez mais. basta olhar as perdas do ano na bovespa.

numa recessão, por menor que seja, e esta pode não ser tão pequena assim, a ordem é reduzir custos [até pra investir em alternativas]. e demitir gente. como a curva e-p [employment-population ratio], uma das preferidas de paul krugman, mostra que é o caso, sempre, quando o mar vira pra pior nos eua. em breve, aqui, numa empresa perto de você. e de mim. tomara que seja leve. e breve.

oportunidades para TICs? muitas: sendo um dos fundamentos do aumento de produtividade e uma das bases da inovação em todos os negócios, TICs vai estar na ordem do dia. desde que caiba no que sobrar dos orçamentos de investimento das corporações. o que quer dizer que você deve, agora, melhorar muito o business case por trás daquela idéia que você acha que vai salvar sua empresa. e o mundo. talvez.

rolling stone: The Death of High Fidelity

Saturday, January 19th, 2008

há vinte e cinco anos, meu sonho de consumo era um toca-discos pink triangle… um amplificador naim e um par de caixas de som bowers & wilkins. todos ingleses. afinal, segundo os próprios, eles são o único povo, no mundo, a entender, apreciar e construir sistemas de som realmente de "alta fidelidade". a idéia, na época, era ouvir "full range", 20Hz-20KHz, combinado com "full amplitude". todas as freqüências em todos os volumes. os amplificadores de primeira linha só tinham o controle de volume, nada mais. era de se supor que quem havia gravado e impresso o disco tinha feito seu trabalho direito e o problema do sistema de som era "só" reproduzir a perfeição. e a combinação pink triangle + naim + b&w era a aspiração da classe média. nem custava uma fortuna [muito grande] e tampouco soava como as caixas de som de plástico dos computadores de hoje.

pois bem. ouça o que diz um dos mais renomados produtores do planeta sobre o que estamos gravando e ouvindo hoje: "They make it loud to get [listeners'] attention… I think most of everything is mastered a little too loud: The industry decided that it’s a volume contest." este é o começo de uma longa reportagem da rolling stone americana sobre a tendência de comprimir tudo, em música, freqüências, volumes e tudo mais.

daniel levitin, professor de música e neurociência da McGill University diz que"The excitement in music comes from variation in rhythm, timbre, pitch and loudness… If you hold one of those constant, it can seem monotonous." eu e vocês já ouvimos tudo isso milhões de vezes, boa parte delas graças à compressão proporcionada por MP3 e tocada por dispositivos que não conseguem reproduzir nem metade do que teria sido gravado nos estúdios, ainda por cima quando se ouve em fones que não conseguem reproduzir nem uma taboca rachada de percussão do interior do nordeste. muito democrático, tudo. mais gente, com mais música, em mais lugares. todos somos a favor.

altovolts.jpgmas é bom estar consciente de que há um outro universo, onde as coisas soam muito diferentes, muito mais sofisticadas, como se fossem um paraíso acima do caos dos sons na terra. e não é -nem precisa- ser coisa de milionário não: meu próximo amplificador de muito alta fidelidade, à válvula, vai vir da periferia do recife, onde neilton, engenheiro-inventor e guitarrista da devotos vai produzir, em escala artesanal, as máquinas que vão tocar o som de muita gente. o meu vai ficar aberto, na sala: mistura de máquina de som e objeto de design e decoração. feito aqui, quase em casa. e sintonizável pra meus ouvidos. e, por acaso, ajustado pra tocar em meu muito antigo, mas ainda excepcional, par de caixas b&w…

crime demais, cadeia de menos?… RFID

Friday, January 18th, 2008

o ministério da justiça da inglaterra começa a considerar, seriamente, a perspectiva de inserir marcadores RFID subcutâneos nos condenados por crimes menos severos. escolha do cliente, claro: ou se fica preso num depósito de gente [sim, não há prisões de luxo em lugar nenhum...] ou se é condenado a ser rastreado pelas ruas. de corpo presente.

coisas da vida, do novo mundo, de mais e mais controle do sistema sobre as vidas de todos. e o melhor é que talvez seja muito melhor do que catar gente condenada por roubar galinha e distúrbios de rua e prender [para aprender com] assassinos e gente de colarinho branco.