o sentido da vida: 42?

42 é a resposta que o super-hiper computador de uma estória contada por douglas adams dá para a pergunta "qual o sentido da vida, do universo, de tudo"?… há quem discorde: pode não haver nenhuma resposta [pelo menos antes do fim do mundo, caso em que não é preciso mesmo ter qualquer resposta].

pra quem estiver interessado no debate, a john templeton foundation juntou um monte de gente boa pra responder uma pergunta correlata… does the universe have a purpose? as opiniões vêm de todos os quadrantes, desde certamente não até absolutamente sim. veja o que diz, por exemplo, peter william atkins…

I regard the existence of this extraordinary universe as having a wonderful, awesome grandeur. It hangs there in all its glory, wholly and completely useless. To project onto it our human-inspired notion of purpose would, to my mind, sully and diminish it.

vá atrás e veja o resto das opiniões. pelo menos uma deve casar com sua visào de mundo… e do porquê [ou não] dele.

 

4 Responses to “o sentido da vida: 42?”

  1. Heitor Moraes Says:

    Acredito que o mistério reside na pergunta e não na resposta.
    Por que diabos alguém perde tempo pensando no motivo de o Universo existir, se ele só tem uma vida pra aproveitá-lo.

  2. Murilo Bernardes Says:

    Acho que a pergunta ideal seria, What is our purpose in this universe?
    Douglas Adams foi maravilhoso com essa sátira sobre a vida e as dúvidas humanas acerca do desconhecido, quando há muito do conhecido que nos passa desapercebido.
    Mas até hoje me pergunto qual o sentido da vida do universo e tudo o mais.

  3. bpe Says:

    a resposta é 42, o google disse:
    http://www.google.com/search?q=answer+to+life+the+universe+and+everything

    duvido que o Deep Thought seja maior que o grid do google ;D

  4. Bruno Mello Says:

    O Sentido da Vida

    A existência do livre-arbítrio é o motivo pelo qual nossa vida é findável, pois o livre-arbítrio gera muitos conflitos entre os seres humanos e uma vida eterna conflituosa não seria condizente com a perfeição do Criador.
    Deus poderia criar seres complexos que vivessem sem conflitos, porém sem capacidade criativa, robôs.
    As células dos seres vivos ao se multiplicarem para se renovar vão se oxidando, e como conseqüência envelhecemos e morremos. Sabemos que Deus poderia criar células inoxidáveis ou outra forma de vida que nem imaginamos, mas veremos que é necessário que os seres ainda não possam viver para sempre, porque esta existência é apenas uma etapa da criação, que é analisada por Deus e quem sabe por outras inteligências, que coletam dados sobre tudo o que acontece, tudo o que é pensado e sentido, para que possam recriar nosso mundo de forma que haja muito mais harmonia no relacionamento entre as criaturas, para que a vida possa ser eterna para cada um de nós.
    A bíblia católica diz que haverão dois “reinos”: Um onde o sentimento de amor ao semelhante é vivenciado plenamente e outro sem amor, adequado a determinados perfis psicológicos.
    As pessoas cuja estrutura psíquica não aceita ou não se harmoniza com o sentimento de amor ao semelhante, de maneira satisfatória, viverão longe da presença do Criador, não por vontade Dele, mas das próprias criaturas. Estas são as que encaram a vida como uma competição onde se “devora” ou se é “devorado”.
    Quem criou pode recriar e certamente o fará, pois qual artífice não quer levar sua obra à perfeição?

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