Archive for July, 2007

debate: comunicação e novas tecnologias

Monday, July 16th, 2007

lula queiroga e o locutor que vos fala estaremos com marcelo tas nesta sexta, as 17h, no auditório do sebrae de recife, discutindo o tema do título. se você vai estar por perto e quer ir, clique aqui para saber mais e descolar um convite [se ainda houver!].

blade runner: para[normal]

Sunday, July 15th, 2007

uma dúvida assola competições como o pan, olimpíadas e campeonatos mundiais de esportes, principalmente atletismo: daqui a quanto tempo atletas com dificuldades de locomoção ou sentidos terão, com auxílio tecnológico, superado seus problemas e, também, humanos [supostamente] normais?

a linha divisória do campo está vindo para o presente cada vez mais depressa… esta semana, oscar pistorius, sul-africano nas imagens, 20 anos, que nasceu sem as fíbulas [o antigo "perônio"] e teve suas pernas [abaixo dos joelhos] amputadas aos onze meses de vida, chegou em segundo lugar nos 400m rasos, contra corredores olímpicos na golden league, em roma.

pistorius corre sobre implantes removíveis de fibra de carbono. seu tempo foi 49.60s, 0.18s atrás do vencedor. o recorde mundial é de michael johnson, 43.18s, marca de 1999, no mundial de sevilha.

mas rola um problema: a International Association of Athletics Federations (IAAF) está pensando em desclassificar pistorius, que corre atrás do tempo de 45.95s [sua melhor marca é 46.34s; sanderley parrela faz a distância em 46.02s] para poder correr no mundial de osaka. boa sorte a pistorius e bom senso, associação das federações atléticas. se pistorius não pode correr, ninguém de óculos poderia atirar, tampouco. sem falar na pilha de atletas que está bombada, sob todo tipo de [bio]química e que só vez por outra aparece nas listas de dopados.

pistorius corre atrás da vaga para osaka hoje, domingo 15, em sheffield, uk. eu tô em duas torcidas: pela sua marca e para que a IAAF aceite o corredor no meio dos "normais".

fora, renan!

Friday, July 13th, 2007

este blog é muito a favor da restauração da ética e da moral na condução de todos os negócios públicos. a representação popular, democrática, é um deles. chega de leniência. precisamos dar um basta à tolerância. entre várias outras figuras públicas aboletadas em cargos menores, o senhor renan calheiros não tem a menor condição de conduzir a mais alta casa de representação popular do país. é inaceitável que se trate a coisa pública com a desfaçatez que o atual presidente do senado vem demonstrando. precisamos de uma reforma muito ampla na política. e os políticos sérios deste país precisam acordar e se mover para fazê-la, antes que [tomara que não] outras forças da sociedade comecem, seriamente, a pensar em reformar o sistema fora do regime democrático.

pode não parecer, até porque a gente esquece rápido das coisas em pindorama, mas democracia é coisa recente por aqui. dos meus 52 anos, vivi a maioria numa mistura de princípios de golpismo, golpismo mesmo e ditadura. isso durou até 1985, mas o país só foi mesmo revisado em 1988, com a constituição de ulysses guimarães. quero viver o resto dos meus dias, sejam quantos forem, numa democracia, mas numa democracia de verdade. quero parar de pagar impostos só para que eles desapareçam em dinheirodutos de todos os tipos, com fins muito pouco republicanos.

o processo contra um presidente do senado que flagrantemente fere os princípios de conduta ética e moral do cargo não é uma investigação criminal como outra qualquer. é um processo político, e tem que ser tratado como tal. com tanta coisa para fazer, está aí o senado, que nos custa tanto, parado porque seu presidente carece de qualquer autoridade para conduzir qualquer tipo de discussão séria. nem parece que foram fuziladas quase três mil pessoas na violência carioca, no primeiro semestre e, em pernambuco, se produziu quase 800 cadáveres em apenas dois meses. o mundo se acabando e renan, qual impávido colosso [!], agarrado a seu cargo, que é também sua única defesa.

pois vai chegar -vai demorar, mas vai chegar- a hora em que o país vai reagir. não estamos pagando impostos só para sermos roubados. e a vasta maioria das pessoas deste país é de pessoas sérias, trabalhadoras e cumpridoras de seus deveres. alguma hora, mais cedo ou mais tarde, elas exigirão seus direitos, entre eles o de serem representadas por verdadeiros homens públicos, no exercício de suas funções, verdadeira e transparentemente, em todos os poderes.

tirar renan de onde ele está, agarrado em sua cadeira de presidente do senado, qual sanguessuga extraindo a energia da nação, seria uma demonstração de  seriedade absolutamente essencial para que se continue acreditando que é possível, sim, recriar um senado que represente a nação. está na hora de dar um basta. chega! pela restauração da ética e da moralidade na condução de todos os negócios públicos, já. antes que seja tarde e se deixe isso pra lá ou, pior, soluções anti-democráticas comecem a fazer parte da agenda.

[ps: a charge que ilustra este texto, de sinovildo, foi feita originalmente para o jornal nh.]

previsões: carros = software?

Friday, July 13th, 2007

vez por outra alguém me liga pedindo uma previsão, um número, um valor para alguma coisa daqui a 5, 10 anos. vez por outra eu caio na tentação e ofereço um chute, normalmente baseado apenas nos meus sentimentos. mas há gente séria, com dados à mão, falando coisas muito mais interessantes.

veja esta aqui, dita pelo CTO da GM em 2004: In 1970, a typical GM car contained about 100 lines of code. By 1990, it was running about 100,000 lines of code. By 2010, predicts Scott, cars will average about 100 million lines of code. cem milhões de linhas de código em um carro? bem, não exatamente no nosso 1.0, em 2010. e talvez não em 2010, para nenhum carro.

mas uma coisa é certa: tudo está virando software. para os carros, como para qualquer outra coisa, é só uma questão de tempo. o lexus ls460 2006 que ilustra este texto tem bem mais de 7 milhões de linhas de código. e uma bmw topo de linha tem perto de cem processadores. vai lá, vem cá… pode não ser em 2010, mas não vai demorar muito mais pra que um carro tenha mais software do que um computador de mesa. tomara que não passe a ter a mesma quantidade de defeitos… mas já hoje os grandes fabricantes de carros movidos a software estão fazendo recalls de seus programas, digo, carros, para resolver bugs, alguns dos quais capazes de parar o auto por completo. e até oferecer risco de vida aos ocupantes.

STBs: R$200 ou… R$600?

Tuesday, July 10th, 2007

o ministro das comunicações anunciou que um set top box [STB] para tv digital vai custar R$200. isso como se o governo decretasse preços. a indústria, que é quem deve fabricar aqui os STBs que não forem contrabandeados do paraguai, insiste que o preço mínimo de R$600, com alguns fabricantes anunciando que os seus estarão na casa de R$800.

segundo o ministro… “Eu acho inacreditável alguém falar de um conversor custando R$ 600,00, quando na realidade um televisor de 22 polegadas custa cerca de R$ 350,00”. ocorre, ministro, que toda a tecnologia de um televisor de 22" está amortizada, paga há muito, muito tempo. é só "imprimir" a coisa e botar no mercado. e o STB brasileiro, novinho em folha, vai ser o único no mundo que terá [por exemplo] um chip pra decodificar MPEG4, pois nós resolvemos ter tal tecnologia de imagem nesta geração de TVD, ao contrário do resto do mundo.

ou seja: o tamanho do mercado brasileiro é quem vai definir o preço do STB brasilero, que não terá as vantagens das economias de escala do resto do planeta. aliás, se nenhum outro país adotar o modelo japão+MPEG4, que nós escolhemos, ficaremos sozinhos neste mercado. no nosso mercado. qualquer semelhança com PAL-M não será, claro, mera coincidência.

mas o ministro pode ficar tranquilo. no país das prestações, o que vai definir quem vai ter um STB não é o preço, mas qual é a prestação. há muito que estamos transformando produto em serviço. um televisor que custa X [grande] mil reais não é um produto, mas um serviço de entretenimento pelo qual se paga y [pequeno] reais por mês. se um STB de R$800 "custar" 40 prestações de R$30… e se alguém resolver transmitir uma programação exclusiva só em formato digital [quem não tiver o STB não vê]… presto! está criada a demanda, o mercado… e o preço será irrelevante. desde que seja muito menor do que o de acesso real ao entretenimento que será transmitido exclusivamente em formato digital. à cabeça, pra começar, me vem futebol. que mais? façam suas apostas…

CEOs must be… DESIGNERS!

Monday, July 9th, 2007

bruce nussbaum, na business week desde 1977 [ano em que me graduei…] é um dos principais jornalistas americanos na advocacia de design como um meio essencial dos negócios. segundo ele, pra entender isso é so pensar steve jobs e conectar com o iphone. nenhuma outra empresa, hoje, conseguiria o feito que se conseguiu com o iphone: 100 mil celulares por dia na primeira semana. e muitos mais no porvir. e olha que há anti-clones [coisas que já existiam, antes] do iphone, aos montes. mas ninguém, nos outros fabricantes, nenhum visionário, líder, polêmico e maverick, com quem seus compradores e usuários se relacionem na intensidade em que isso acontece com jobs.

vá ler, com atenção, a palestra que nussbaum deu, recentemente, em londres, o centro do mundo segundo ele próprio, no royal college of art. uma pérola. eu assino quase cada parágrafo dela… como este aqui: Innovation is no longer just about new technology per se. It is about new models of organization. Design is no longer just about form anymore but is a method of thinking that can let you to see around corners. And the high tech breakthroughs that do count today are not about speed and performance but about collaboration, conversation and co-creation.

não perca. valerá cada pequeno grande segundo do tempo que você dedicar à leitura e reflexão… there is Design as Peter Drucker or Design as Management Methodology. Design is popular today also because Design Thinking—the methodology of design taken out of the small industrial design context and applied to business and social process…

e se você tem ou está montando um negócio de TICs, talvez deva [se chegou até aqui] voltar e ler a palestra de nussbaum todinha [de novo], se perguntando a cada trecho como você pode ser o designer dos desejos de seus clientes, sejam eles gente ou empresas. isso pode ser fundamental pro seu negócio sobreviver…

“feira do paraguai” na legalidade

Thursday, July 5th, 2007

em muitas cidades brasileiras há uma região apelidada "feira do paraguai", onde é possível comprar tudo o que existe do outro lado da ponte da amizade, principalmente produtos digitais, que são de maior valor agregado e fazem mais sentido do ponto de vista dos sacoleiros. e isso por preços que fazem sentido pros consumidores.

ocorre que a "profissão" de sacoleiro é ilegal. na verdade trata-se de contrabando puro e simples. ou tratava-se. em 29 de junho, talvez reconhecendo a incapacidade para cuidar do eterno problema da fronteira paraguaia, que é de fato uma região de livre comércio, o governo emitiu a medida provisória 380, que cria um regime especial de tributação [25%] para os produtos vindos do país vizinho e estabelece uma cota anual de importação [R$240 mil] por sacoleiro.

resta ver se estes dois números são suficientes para "organizar" a fronteira. a diferença de preço de um ipod de 4GB, entre o paraguai [menos de 500 reais] e o brasil [mais de 1.000 reais], é de mais de 100%, sem procurar muito. se os sacoleiros resolverem trazer só ipod e iphone, por exemplo, podem facilmente dominar o mercado nacional. o que seria, de novo, muito bom para os consumidores.

e isso nos obriga a fazer a seguinte pergunta: porque o brasil insiste em impostos de importação estratósfericos sobre produtos que não produz e que não tem a menor chance de produzir? até parece que alguém, em algum lugar, acredita piamente que o mercado nacional é importante o suficiente para a apple vir pra cá produzir ipods e iphones, só para consumo local. porque certamente o brasil não seria competitivo, hoje, como plataforma de produção para o mercado mundial. se fosse, os artefatos digitais que inundam o planeta estariam sendo produzidos aqui e não na china.  o brasil às vezes esquece que o mundo -e suas estruturas de produção- é realmente global.

manter o país fechado -com reservas de mercado, na prática-, acaba nos levando a camisas-de-força que acabam nos tornando ainda menos competitivos. não há, por exemplo, nenhum fabricante nacional que agregue valor à vasta cadeia mundial de acessórios para o ipod. isso porque a coisa sempre foi imoralmente cara por aqui. lançar produtos no mercado mundial, sem base local, é’muito mais difícil e caro… tivéssemos uma mp380 genérica, para tudo o que vem de fora, de qualquer forma, estaríamos participando de muito mais sistemas de negócio no mundo todo.

está mais do que na hora de uma certa galera, na esplanada dos ministérios e na avenida paulista, acordar para o simples fato de que não podemos competir, no mundo atual, tendo por base substituição de exportações e verticalização. ou fábricas, das antigas. se o problema é gerar emprego na área de TICs, por exemplo, eu tenho uma notícia bem recente: a nova fábrica da intel, na china, que custou US$1.9B para montar e tem outro tanto de isenções do governo chinês vai gerar… 100 empregos.

a nova fábrica de memórias da toshiba foi para o japão e a da samsung para os estados unidos. por que? como não geram empregos mesmo, o componente salário é muito pequeno. o negócio pode ficar em qualquer lugar. qualquer lugar onde o mercado esteja ou a partir de onde seja competitivo produzir para o mundo todo. o brasil não se encaixa em nenhum dos dois critérios.

que tal, de verdade, o brasil enveredar por educação de qualidade, no longo prazo, combinado com criação de oportunidades e empreendedorismo de classe verdadeiramente mundial para participarmos na primeira classe da economia do conhecimento? nesta primeira classe, pouco importa o quem e onde da fabricação. importa [e exporta!] sim, a descoberta, a inovação, as marcas e o marketing, a [re]criação das cadeias de valor, enfim, tudo o que nós parecemos estar ignorando mesmo enquanto "legalizamos" a fronteira com o paraguai.

é uma pena. contra tanto que poderia estar sendo feito, e agora, tão pouca imaginação e ainda menos ação e coordenação. na minha opinião, a mp380 é uma pequena gota de solução sobre um grande incêndio de problemas.

em recife, colégio vira lan house

Wednesday, July 4th, 2007

o colégio cícero dias, em recife, que já tinha um prêmio internacional pela arquitetura de seu espaço, ganhou uma fábrica de jogos e virou uma lan house, onde os alunos passam a aprender jogando. a coordenação da operação é do meu [literalmente] brother, luciano meira, que está sorridente na foto ao lado, da matéria de arede.

a idéia é trazer mesmo a lan house para dentro do colégio e aliar o processo de aprendizado das outras disciplinas ao da construção de jogos, preparando ainda por cima os alunos para trabalhar nas empresas de jogos do porto digital.

o processo de desenvolvimento de jogos envolve um grande número de competências e só uma pequena parte dos membros de um projeto qualquer programa: há designers, escritores, compositores, animadores, coloristas, roteiristas… e o mercado mundial de jogos já é mais de três vezes o tamanho da indústria de cinema. no topo disso, custa muito menos fazer um jogo do que um filme.

no caso de jogos e escolas, há que se convir que a maioria dos alunos não acha as aulas de matérias como física muito estimulantes. em tal cenário, o desenvolvimento de jogos pode vir a ser usado na escola como parte do processo de aumentar o interesse por matérias complexas, mas absolutamente necessárias para o desenvolvimento de um jogo. no futebol, por exemplo, a bola existe em um espaço newtoniano… que tem que ser entendido, para ser codificado. ou seja: sem querer, muito mais gente vai ter que acabar aprendendo física mesmo. pra sempre, pois vai ter que programar a bola, vai ter que escrever a física da bola..

o cícero dias é a primeira escola no país [e uma das primeiras no mundo] com uma proposta destas; ano que vem, haverá outra escola no rio e talvez uma terceira, em belo horizonte. o projeto é uma parceria da fundação procentro, da escola cícero dias, cesar.edu e do instituto oi futuro. por trás do projeto, a certeza [e a prática] de que a melhoria significativa da qualidade da educação, combinada com a criação de oportunidades para os educandos, é uma das únicas formas sustentáveis de combate à exclusão e violência sociais.

sap reconhece “acesso” a código da oracle

Tuesday, July 3rd, 2007

confusão de grande porte entre empresas de informática de muito grande porte: a sap está reconhecendo que uma de suas unidades de negócio, a tomorrownow, meteu a mão em código fonte da oracle. o tamanho do problema está só começando a ser entendido. as empresas competem no mesmo mercado e seus líderes, larry ellison e henning kagermann, são inimigos pessoais de muito longa data. numa regata, em 1996, quase a água pega fogo.

segundo reportagem da bloomberg, "SAP CEO Henning Kagermann has now admitted to the repeated and illegal downloading of Oracle’s intellectual property. Oracle filed suit to discover the magnitude of the illegal downloads and fully understand how SAP used Oracle’s intellectual property in its business." esse bicho vai pegar.

sem banda larga… sem internet

Tuesday, July 3rd, 2007

o brasil parece -ou é- o país dos apagões. procure ao seu redor e achará muitos, inclusive o da ética na política, sem falar na pura e simples incompetência de gestão e operação do tráfego aéreo. no meio do caos, olhe pro gráfico abaixo, feito pelo speedtest.net, que é usado por muita gente pra medir a qualidade de sua conexão à internet…

a média do mundo é perto de 3.5 megabit/s. a da américa do sul [quase sempre qualificada como ROW, "rest of the world", nas estatísticas mundiais] é menos de um quarto disso, perto de 800 kilobit por segundo. o brasil fica 5% abaixo da média do sub-continente e eu estou lá no rabo da gata, com uma média perto de 400kbps, metade do brasil. meu teste foi feito, claro, aqui no nordeste, onde as coisas sempre são mais complicadas.

mas isso não é nada. esta velocidade é média mesmo. como todas as conexões do brasil com o mundo, pela rede, estão estranguladas, tentativas de assistir uma conferência em vídeo, mesmo de baixa resolução, se o evento estiver ocorrendo fora do país, serão apenas… tentativas. nada mais.

o apagão de internet está aí, também. a venda de mais conexões ADSL, aqui, não está sendo acompanhada por investimentos minimamente necessários na estrutura nacional da rede e nas conexões que são necessárias, com o exterior, para que os novos entrantes na cena de banda larga possam realmente usar suas ligações caseiras. o resultado e uma banda larga "lenta", algo bem brasileiro, que existe ma non troppo.

sei de empresas que têm muitas dificuldades em fazer negócios com parceiros internacionais por causa da "desconectividade" do brasil. não é por acaso que andamos tão mal nos índices de e-readiness, pois o que eles medem não é puramente a parcela da população ou dos negócios na rede, mas a qualidade do serviço usado por quem está na rede. e tal serviço, no nosso caso, é simplesmente muito ruim.

há algumas propostas sendo discutidas, na seara governamental, para conectar escolas e municípios à internet. tomara que estejam tendo o cuidado, em todos os cenários, de lembrar que a internet não tem país, que o mundo é um ponto e que, do mesmo jeito que há gente em todo canto querendo ver coisas que estão em servidores brasileiros, há milhões de brasileiros querendo interagir com coisas que não estão aqui.

até porque o grau de empreendedorismo nacional, para criar novas aplicações e serviços, na rede, tem sido historicamente muito baixo. o que é só mais um dos pedaços do custo brasil, mas disso vamos tratar noutra conversa, pois que esta ja está ficando muito longa e, dada a estreiteza da banda larga nacional, tá começando a levar muito tempo pra carregar no seu browser…

futebol, robôs e ética [de máquinas]

Sunday, July 1st, 2007

veja minha coluna no G1. a robocup 2007 começa hoje.