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	<title>Comments on: eua: mobilidade confusa, iPhone limitado</title>
	<link>http://blog.meira.com/2007/07/26/eua-mobilidade-confusa-iphone-limitado/</link>
	<description>informaticidade, mais hora, menos hora</description>
	<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 18:20:53 +0000</pubDate>
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		<title>By: Chantinon</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/07/26/eua-mobilidade-confusa-iphone-limitado/#comment-17620</link>
		<author>Chantinon</author>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 00:09:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2007/07/26/eua-mobilidade-confusa-iphone-limitado/#comment-17620</guid>
		<description>Você disse tudo. Jobs por mais visionário que seja, parece que esqueceu que celular é um serviço. Mas fica um impasse, se libera geral vira commodyt, se fecha é visto com maus olhos. 
Eu ficaria com um N95 da Nokia mesmo, é mais nerd, mas também é sexy.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você disse tudo. Jobs por mais visionário que seja, parece que esqueceu que celular é um serviço. Mas fica um impasse, se libera geral vira commodyt, se fecha é visto com maus olhos.<br />
Eu ficaria com um N95 da Nokia mesmo, é mais nerd, mas também é sexy.</p>
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		<title>By: Courtnay Guimaraes</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/07/26/eua-mobilidade-confusa-iphone-limitado/#comment-17581</link>
		<author>Courtnay Guimaraes</author>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2007 17:03:42 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2007/07/26/eua-mobilidade-confusa-iphone-limitado/#comment-17581</guid>
		<description>Dear Master,

"que um celular não é um produto [como um iPod quase é] mas um serviço… e que a operadora é mais importante do que o fornecedor de telefones." é uma frase muito perigosa e claustrofóbica, na parte que versa que a OPERADORA é mais importante que os FABRICANTES...

Eu diria, que NEM a operadora NEM os fabricantes são importantes, mas o ESTILO DE VIDA e SERVIÇOS associados ao celular. Usuários de tecnologia são tribos multi-comportamentais, ou seja, uma mesma pessoa tem vários comportamentos tecnoantropológicos diferentes, dependendo do que está usando. 

Eu, por exemplo, durante anos privilegiei a escolha da operadora,enquanto qualidade de rede e serviço de voz foi minha prioridade. Até o dia que mudei o meu perfil, e ai o aparelho passou a ser muito mais importante e isso ditou inclusive a escolha da OPERADORA que me fornecesse não só o aparelho mas a linha de seviços vinculados a ele. 

Outro ponto é que até hoje, toda a estratégia de lançamento de coleções de aparelhos se baseia na exclusividade (é só olhar os anúncios de aparelhos  "fashion" com a frase "exclusivo da operadora x até tal data". 

Por hora é só... 

p.s. oiPhone não é SÓ um celular GSM de 2g... Ele representa uma série de costumes digitais (música, vídeos e personal style)... Só por acaso é que agora ele é também um telefone... E como telefone, ele vem usando o q Clayton Christensen já falava há muito tempo, o usuário médio não quer over qualities, ele quer high quality em algo q ele valorize mais que tudo. E quem compra i-Products só valoriza ESTILO :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dear Master,</p>
<p>&#8220;que um celular não é um produto [como um iPod quase é] mas um serviço… e que a operadora é mais importante do que o fornecedor de telefones.&#8221; é uma frase muito perigosa e claustrofóbica, na parte que versa que a OPERADORA é mais importante que os FABRICANTES&#8230;</p>
<p>Eu diria, que NEM a operadora NEM os fabricantes são importantes, mas o ESTILO DE VIDA e SERVIÇOS associados ao celular. Usuários de tecnologia são tribos multi-comportamentais, ou seja, uma mesma pessoa tem vários comportamentos tecnoantropológicos diferentes, dependendo do que está usando. </p>
<p>Eu, por exemplo, durante anos privilegiei a escolha da operadora,enquanto qualidade de rede e serviço de voz foi minha prioridade. Até o dia que mudei o meu perfil, e ai o aparelho passou a ser muito mais importante e isso ditou inclusive a escolha da OPERADORA que me fornecesse não só o aparelho mas a linha de seviços vinculados a ele. </p>
<p>Outro ponto é que até hoje, toda a estratégia de lançamento de coleções de aparelhos se baseia na exclusividade (é só olhar os anúncios de aparelhos  &#8220;fashion&#8221; com a frase &#8220;exclusivo da operadora x até tal data&#8221;. </p>
<p>Por hora é só&#8230; </p>
<p>p.s. oiPhone não é SÓ um celular GSM de 2g&#8230; Ele representa uma série de costumes digitais (música, vídeos e personal style)&#8230; Só por acaso é que agora ele é também um telefone&#8230; E como telefone, ele vem usando o q Clayton Christensen já falava há muito tempo, o usuário médio não quer over qualities, ele quer high quality em algo q ele valorize mais que tudo. E quem compra i-Products só valoriza ESTILO <img src='http://salu.cesar.org.br/~meirablog/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /></p>
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		<title>By: Dyego</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/07/26/eua-mobilidade-confusa-iphone-limitado/#comment-17560</link>
		<author>Dyego</author>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2007 12:24:58 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2007/07/26/eua-mobilidade-confusa-iphone-limitado/#comment-17560</guid>
		<description>Seria o iphone serviço com cara de produto ou produto com jeitão de serviço. Se optarmos pelo primeiro estereótipo, que penso que foi e ainda é a expectativa de Jobs, o caminho é uma ladeira abaixo. A questão é que esta ladeira fica no Everest e a base dela à uma altura de 2000 metros. Já optando pela segunda hipótese, vemos um produto muito bem vendido e com poder de agregação de valor nunca dantes visto na história da telefonia-mobilidade-entretenimento, mesmo com os limites técnicos impostos pela contemporaneidade. Se eu fosse um iphone eu diria: "calma gente, eu sou apenas um". Mas também diria: "falem mal, mas falem de mim".
O "problema" criado pela apple-at&#38;t será muito bom de resolver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seria o iphone serviço com cara de produto ou produto com jeitão de serviço. Se optarmos pelo primeiro estereótipo, que penso que foi e ainda é a expectativa de Jobs, o caminho é uma ladeira abaixo. A questão é que esta ladeira fica no Everest e a base dela à uma altura de 2000 metros. Já optando pela segunda hipótese, vemos um produto muito bem vendido e com poder de agregação de valor nunca dantes visto na história da telefonia-mobilidade-entretenimento, mesmo com os limites técnicos impostos pela contemporaneidade. Se eu fosse um iphone eu diria: &#8220;calma gente, eu sou apenas um&#8221;. Mas também diria: &#8220;falem mal, mas falem de mim&#8221;.<br />
O &#8220;problema&#8221; criado pela apple-at&amp;t será muito bom de resolver.</p>
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