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	<title>Comments on: eua: mobilidade confusa, iPhone limitado</title>
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	<description>informaticidade, mais hora, menos hora</description>
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		<title>By: Chantinon</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/07/26/eua-mobilidade-confusa-iphone-limitado/comment-page-1/#comment-17620</link>
		<dc:creator>Chantinon</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2007 00:09:38 +0000</pubDate>
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		<description>VocÃª disse tudo. Jobs por mais visionÃ¡rio que seja, parece que esqueceu que celular Ã© um serviÃ§o. Mas fica um impasse, se libera geral vira commodyt, se fecha Ã© visto com maus olhos. 
Eu ficaria com um N95 da Nokia mesmo, Ã© mais nerd, mas tambÃ©m Ã© sexy.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>VocÃª disse tudo. Jobs por mais visionÃ¡rio que seja, parece que esqueceu que celular Ã© um serviÃ§o. Mas fica um impasse, se libera geral vira commodyt, se fecha Ã© visto com maus olhos.<br />
Eu ficaria com um N95 da Nokia mesmo, Ã© mais nerd, mas tambÃ©m Ã© sexy.</p>
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		<title>By: Courtnay Guimaraes</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/07/26/eua-mobilidade-confusa-iphone-limitado/comment-page-1/#comment-17581</link>
		<dc:creator>Courtnay Guimaraes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2007 17:03:42 +0000</pubDate>
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		<description>Dear Master,

&quot;que um celular nÃ£o Ã© um produto [como um iPod quase Ã©] mas um serviÃ§oâ€¦ e que a operadora Ã© mais importante do que o fornecedor de telefones.&quot; Ã© uma frase muito perigosa e claustrofÃ³bica, na parte que versa que a OPERADORA Ã© mais importante que os FABRICANTES...

Eu diria, que NEM a operadora NEM os fabricantes sÃ£o importantes, mas o ESTILO DE VIDA e SERVIÃ‡OS associados ao celular. UsuÃ¡rios de tecnologia sÃ£o tribos multi-comportamentais, ou seja, uma mesma pessoa tem vÃ¡rios comportamentos tecnoantropolÃ³gicos diferentes, dependendo do que estÃ¡ usando. 

Eu, por exemplo, durante anos privilegiei a escolha da operadora,enquanto qualidade de rede e serviÃ§o de voz foi minha prioridade. AtÃ© o dia que mudei o meu perfil, e ai o aparelho passou a ser muito mais importante e isso ditou inclusive a escolha da OPERADORA que me fornecesse nÃ£o sÃ³ o aparelho mas a linha de seviÃ§os vinculados a ele. 

Outro ponto Ã© que atÃ© hoje, toda a estratÃ©gia de lanÃ§amento de coleÃ§Ãµes de aparelhos se baseia na exclusividade (Ã© sÃ³ olhar os anÃºncios de aparelhos  &quot;fashion&quot; com a frase &quot;exclusivo da operadora x atÃ© tal data&quot;. 

Por hora Ã© sÃ³... 

p.s. oiPhone nÃ£o Ã© SÃ“ um celular GSM de 2g... Ele representa uma sÃ©rie de costumes digitais (mÃºsica, vÃ­deos e personal style)... SÃ³ por acaso Ã© que agora ele Ã© tambÃ©m um telefone... E como telefone, ele vem usando o q Clayton Christensen jÃ¡ falava hÃ¡ muito tempo, o usuÃ¡rio mÃ©dio nÃ£o quer over qualities, ele quer high quality em algo q ele valorize mais que tudo. E quem compra i-Products sÃ³ valoriza ESTILO :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dear Master,</p>
<p>&#8220;que um celular nÃ£o Ã© um produto [como um iPod quase Ã©] mas um serviÃ§oâ€¦ e que a operadora Ã© mais importante do que o fornecedor de telefones.&#8221; Ã© uma frase muito perigosa e claustrofÃ³bica, na parte que versa que a OPERADORA Ã© mais importante que os FABRICANTES&#8230;</p>
<p>Eu diria, que NEM a operadora NEM os fabricantes sÃ£o importantes, mas o ESTILO DE VIDA e SERVIÃ‡OS associados ao celular. UsuÃ¡rios de tecnologia sÃ£o tribos multi-comportamentais, ou seja, uma mesma pessoa tem vÃ¡rios comportamentos tecnoantropolÃ³gicos diferentes, dependendo do que estÃ¡ usando. </p>
<p>Eu, por exemplo, durante anos privilegiei a escolha da operadora,enquanto qualidade de rede e serviÃ§o de voz foi minha prioridade. AtÃ© o dia que mudei o meu perfil, e ai o aparelho passou a ser muito mais importante e isso ditou inclusive a escolha da OPERADORA que me fornecesse nÃ£o sÃ³ o aparelho mas a linha de seviÃ§os vinculados a ele. </p>
<p>Outro ponto Ã© que atÃ© hoje, toda a estratÃ©gia de lanÃ§amento de coleÃ§Ãµes de aparelhos se baseia na exclusividade (Ã© sÃ³ olhar os anÃºncios de aparelhos  &#8220;fashion&#8221; com a frase &#8220;exclusivo da operadora x atÃ© tal data&#8221;. </p>
<p>Por hora Ã© sÃ³&#8230; </p>
<p>p.s. oiPhone nÃ£o Ã© SÃ“ um celular GSM de 2g&#8230; Ele representa uma sÃ©rie de costumes digitais (mÃºsica, vÃ­deos e personal style)&#8230; SÃ³ por acaso Ã© que agora ele Ã© tambÃ©m um telefone&#8230; E como telefone, ele vem usando o q Clayton Christensen jÃ¡ falava hÃ¡ muito tempo, o usuÃ¡rio mÃ©dio nÃ£o quer over qualities, ele quer high quality em algo q ele valorize mais que tudo. E quem compra i-Products sÃ³ valoriza ESTILO <img src='http://blog.meira.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>By: Dyego</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/07/26/eua-mobilidade-confusa-iphone-limitado/comment-page-1/#comment-17560</link>
		<dc:creator>Dyego</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2007 12:24:58 +0000</pubDate>
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		<description>Seria o iphone serviÃ§o com cara de produto ou produto com jeitÃ£o de serviÃ§o. Se optarmos pelo primeiro estereÃ³tipo, que penso que foi e ainda Ã© a expectativa de Jobs, o caminho Ã© uma ladeira abaixo. A questÃ£o Ã© que esta ladeira fica no Everest e a base dela Ã  uma altura de 2000 metros. JÃ¡ optando pela segunda hipÃ³tese, vemos um produto muito bem vendido e com poder de agregaÃ§Ã£o de valor nunca dantes visto na histÃ³ria da telefonia-mobilidade-entretenimento, mesmo com os limites tÃ©cnicos impostos pela contemporaneidade. Se eu fosse um iphone eu diria: &quot;calma gente, eu sou apenas um&quot;. Mas tambÃ©m diria: &quot;falem mal, mas falem de mim&quot;.
O &quot;problema&quot; criado pela apple-at&amp;t serÃ¡ muito bom de resolver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seria o iphone serviÃ§o com cara de produto ou produto com jeitÃ£o de serviÃ§o. Se optarmos pelo primeiro estereÃ³tipo, que penso que foi e ainda Ã© a expectativa de Jobs, o caminho Ã© uma ladeira abaixo. A questÃ£o Ã© que esta ladeira fica no Everest e a base dela Ã  uma altura de 2000 metros. JÃ¡ optando pela segunda hipÃ³tese, vemos um produto muito bem vendido e com poder de agregaÃ§Ã£o de valor nunca dantes visto na histÃ³ria da telefonia-mobilidade-entretenimento, mesmo com os limites tÃ©cnicos impostos pela contemporaneidade. Se eu fosse um iphone eu diria: &#8220;calma gente, eu sou apenas um&#8221;. Mas tambÃ©m diria: &#8220;falem mal, mas falem de mim&#8221;.<br />
O &#8220;problema&#8221; criado pela apple-at&amp;t serÃ¡ muito bom de resolver.</p>
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