máquinas de guerra: qual é o limite?
o pentágono planeja substituir um terço de seus veículos de guerra por robôs até 2015. competições entre veículos automotores não tripulados, como a darpa grand challenge, que promovem tecnologias autônomas, são apenas um pequeno exemplo do plano, que passa por sistemas aéreos não tripulados e até por cães mecânicos, capazes de carregar 40kg, em condições de batalha, e por muito tempo.
por trás de todos estes sistemas, existe software. no software, regras: de mobilidade, de combate, regras genéricas e específicas, mas aparentemente nenhuma que responde, de forma segura, aos questionamentos que começam a ser feitos sobre o impacto de tais sistemas de combate autônomos dentro do ambiente onde coisas vivas, entre elas nós, humanos, estamos.
sobre as armas inteligentes, pesquisadores falam de um certo “multidimensional mathematical decision-space of possible behaviour actions”, que tornaria possível tomar decisões de eliminar alvos dentro de condições "éticas". será suficiente?… o assunto vai ser muito discutido em futuro próximo, e não só por causa de armas "inteligentes". o resumo de um artigo científico recente diz que… "Machine ethics, machine morality, artificial morality, and computational ethics are all terms for an emerging field of study that seeks to implement moral decision-making faculties in computers and robots. Machine ethics is not merely science fiction but a topic that requires serious consideration given the rapid emergence of increasingly complex autonomous software agents and robots". para entender e estudar o assunto [em muitos links!] clique aqui.
breve, perto de você, uma máquina anti-ética. isso como se já não nos bastasse, com raras exceções, a classe política…