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	<title>Comments on: cÃ©lulas tronco embrionÃ¡rias: a petiÃ§Ã£o</title>
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	<description>informaticidade, mais hora, menos hora</description>
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		<title>By: FlÃ¡via Chaves</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-48662</link>
		<dc:creator>FlÃ¡via Chaves</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 01:16:17 +0000</pubDate>
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		<description>Oras, sou a favor do uso de cÃ©lulas-tronco. E olha que tambÃ©m sou catÃ³lica.
Ã‰ muito fÃ¡cil ficar &#039;com olhar torto&#039; pra idÃ©ia de pesquisa com cÃ©lulas-tronco quando nÃ£o se tem alguÃ©m na famÃ­lia que seria beneficiado no futuro por essa pesquisa. 
Ã‰ muito fÃ¡cil ficar discutindo sobre &#039;quando comeÃ§a a vida&#039;, quando nÃ£o se tem que ver de perto a realidade de pessoas com as vidas &#039;jÃ¡ comeÃ§adas&#039;. Vendo as angÃºstias, medos e incertezas por que passam essas pessoas vÃ­timas de lesÃµes. 
NÃ£o Ã© fÃ¡cil saber que seu filho sofre por ter algum tipo de necessidade especial devido a uma lesÃ£o. 
NÃ£o Ã© fÃ¡cil saber que um irmÃ£o que estÃ¡ ao seu lado nÃ£o pode ter as mesmas chances que vocÃª, nÃ£o pode fazer as mesmas coisas banais que vocÃª.
E principalmente, creio que nÃ£o Ã© fÃ¡cil ser essa pessoa, vÃ­tima de algum tipo de lesÃ£o, que deseja realizar coisas simples do seu dia-a-dia, porÃ©m, em muitos casos, tem que conviver com situaÃ§Ãµes dolorosas.
Posso estar sendo muito sentimentalista e nada tÃ©cnica no meu discurso, mas nÃ³s somos feitos disso, sentimentos.
Prefiro buscar pela melhoria do que &#039;estÃ¡ na minha frente&#039;. Daquilo que posso &#039;ver&#039;, &#039;sentir&#039;. Uma vida que jÃ¡ estÃ¡ ali na nossa frente, que jÃ¡ comeÃ§ou, e seja lÃ¡ que a afetou, nÃ£o podemos voltar ao passado. Apenas melhorar a condiÃ§Ã£o dessas pessoas atravÃ©s da inteligÃªncia do prÃ³prio homem. 
NÃ£o deixem que o homem prive um semelhante de melhorias na qualidade de sua vida.

Acho que as pessoas que poderiam ser beneficiadas por tais pesquisas deveriam ser as principais ouvidas nesse caso...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oras, sou a favor do uso de cÃ©lulas-tronco. E olha que tambÃ©m sou catÃ³lica.<br />
Ã‰ muito fÃ¡cil ficar &#8216;com olhar torto&#8217; pra idÃ©ia de pesquisa com cÃ©lulas-tronco quando nÃ£o se tem alguÃ©m na famÃ­lia que seria beneficiado no futuro por essa pesquisa.<br />
Ã‰ muito fÃ¡cil ficar discutindo sobre &#8216;quando comeÃ§a a vida&#8217;, quando nÃ£o se tem que ver de perto a realidade de pessoas com as vidas &#8216;jÃ¡ comeÃ§adas&#8217;. Vendo as angÃºstias, medos e incertezas por que passam essas pessoas vÃ­timas de lesÃµes.<br />
NÃ£o Ã© fÃ¡cil saber que seu filho sofre por ter algum tipo de necessidade especial devido a uma lesÃ£o.<br />
NÃ£o Ã© fÃ¡cil saber que um irmÃ£o que estÃ¡ ao seu lado nÃ£o pode ter as mesmas chances que vocÃª, nÃ£o pode fazer as mesmas coisas banais que vocÃª.<br />
E principalmente, creio que nÃ£o Ã© fÃ¡cil ser essa pessoa, vÃ­tima de algum tipo de lesÃ£o, que deseja realizar coisas simples do seu dia-a-dia, porÃ©m, em muitos casos, tem que conviver com situaÃ§Ãµes dolorosas.<br />
Posso estar sendo muito sentimentalista e nada tÃ©cnica no meu discurso, mas nÃ³s somos feitos disso, sentimentos.<br />
Prefiro buscar pela melhoria do que &#8216;estÃ¡ na minha frente&#8217;. Daquilo que posso &#8216;ver&#8217;, &#8216;sentir&#8217;. Uma vida que jÃ¡ estÃ¡ ali na nossa frente, que jÃ¡ comeÃ§ou, e seja lÃ¡ que a afetou, nÃ£o podemos voltar ao passado. Apenas melhorar a condiÃ§Ã£o dessas pessoas atravÃ©s da inteligÃªncia do prÃ³prio homem.<br />
NÃ£o deixem que o homem prive um semelhante de melhorias na qualidade de sua vida.</p>
<p>Acho que as pessoas que poderiam ser beneficiadas por tais pesquisas deveriam ser as principais ouvidas nesse caso&#8230;</p>
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		<title>By: Meireles</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-47532</link>
		<dc:creator>Meireles</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 15:15:48 +0000</pubDate>
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		<description>Descoberta

No ano passado, dois grupos de cientistas de JapÃ£o e Estados Unidos conseguiram criar cÃ©lulas-tronco por meio de cÃ©lulas da pele.

A tÃ©cnica consiste em fazer com que cÃ©lulas humanas adultas da pele &quot;voltem no tempo&quot; e passem a agir como se fossem as versÃ¡teis cÃ©lulas-tronco embrionÃ¡rias, conseguindo posteriormente se diferenciar em outros tecidos do corpo.

A descoberta abre um caminho potencialmente ilimitado para a substituiÃ§Ã£o de tecidos ou Ã³rgÃ£os defeituosos e representa um avanÃ§o na utilizaÃ§Ã£o de pesquisas com cÃ©lulas-tronco sem esbarrar em questÃµes Ã©ticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Descoberta</p>
<p>No ano passado, dois grupos de cientistas de JapÃ£o e Estados Unidos conseguiram criar cÃ©lulas-tronco por meio de cÃ©lulas da pele.</p>
<p>A tÃ©cnica consiste em fazer com que cÃ©lulas humanas adultas da pele &#8220;voltem no tempo&#8221; e passem a agir como se fossem as versÃ¡teis cÃ©lulas-tronco embrionÃ¡rias, conseguindo posteriormente se diferenciar em outros tecidos do corpo.</p>
<p>A descoberta abre um caminho potencialmente ilimitado para a substituiÃ§Ã£o de tecidos ou Ã³rgÃ£os defeituosos e representa um avanÃ§o na utilizaÃ§Ã£o de pesquisas com cÃ©lulas-tronco sem esbarrar em questÃµes Ã©ticas.</p>
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		<title>By: Everton Meireles Costa</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-47530</link>
		<dc:creator>Everton Meireles Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 15:13:51 +0000</pubDate>
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		<description>O que alguns interessados nÃ£o dizem:

DESCOBERTA

No ano passado, dois grupos de cientistas de JapÃ£o e Estados Unidos conseguiram criar cÃ©lulas-tronco por meio de cÃ©lulas da pele.

A tÃ©cnica consiste em fazer com que cÃ©lulas humanas adultas da pele &quot;voltem no tempo&quot; e passem a agir como se fossem as versÃ¡teis cÃ©lulas-tronco embrionÃ¡rias, conseguindo posteriormente se diferenciar em outros tecidos do corpo.

A descoberta abre um caminho potencialmente ilimitado para a substituiÃ§Ã£o de tecidos ou Ã³rgÃ£os defeituosos e representa um avanÃ§o na utilizaÃ§Ã£o de pesquisas com cÃ©lulas-tronco sem esbarrar em questÃµes Ã©ticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que alguns interessados nÃ£o dizem:</p>
<p>DESCOBERTA</p>
<p>No ano passado, dois grupos de cientistas de JapÃ£o e Estados Unidos conseguiram criar cÃ©lulas-tronco por meio de cÃ©lulas da pele.</p>
<p>A tÃ©cnica consiste em fazer com que cÃ©lulas humanas adultas da pele &#8220;voltem no tempo&#8221; e passem a agir como se fossem as versÃ¡teis cÃ©lulas-tronco embrionÃ¡rias, conseguindo posteriormente se diferenciar em outros tecidos do corpo.</p>
<p>A descoberta abre um caminho potencialmente ilimitado para a substituiÃ§Ã£o de tecidos ou Ã³rgÃ£os defeituosos e representa um avanÃ§o na utilizaÃ§Ã£o de pesquisas com cÃ©lulas-tronco sem esbarrar em questÃµes Ã©ticas.</p>
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	<item>
		<title>By: Silvio Meira</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-13849</link>
		<dc:creator>Silvio Meira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jun 2007 03:47:42 +0000</pubDate>
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		<description>para o pessoal que esta interessado no debate secundario sobre MENTE e CEREBRO [e, sim: mentes SAO efeitos colaterais de CEREBROS, redes neurais naturais, computando; a tese se chama COMPUTACIONALISMO e tem cada vez mais evidencias que a sustentam]... vejam a tese de doutorado de Gualtiero Piccinini, Computations and Computers in the Sciences of Mind and Brain, neste link: http://etd.library.pitt.edu/ETD/available/etd-08132003-155121/.

do resumo...

Computationalism says that brains are computing mechanisms, that is, mechanisms that perform computations. At present, there is no consensus on how to formulate computationalism precisely or adjudicate the dispute between computationalism and its foes, or between different versions of computationalism. An important reason for the current impasse is the lack of a satisfactory philosophical account of computing mechanisms. The main goal of this dissertation is to offer such an account. 

I also believe that the history of computationalism sheds light on the current debate. By tracing different versions of computationalism to their common historical origin, we can see how the current divisions originated and understand their motivation. Reconstructing debates over computationalism in the context of their own intellectual history can contribute to philosophical progress on the relation between brains and computing mechanisms and help determine how brains and computing mechanisms are alike, and how they differ. Accordingly, my dissertation is divided into a historical part, which traces the early history of computationalism up to 1946, and a philosophical part, which offers an account of computing mechanisms.

The two main ideas developed in this dissertation are that (1) computational states are to be identified functionally not semantically, and (2) computing mechanisms are to be studied by functional analysis. The resulting account of computing mechanism, which I call the functional account of computing mechanisms, can be used to identify computing mechanisms and the functions they compute. I use the functional account of computing mechanisms to taxonomize computing mechanisms based on their different computing power, and I use this taxonomy of computing mechanisms to taxonomize different versions of computationalism based on the functional properties that they ascribe to brains. By doing so, I begin to tease out empirically testable statements about the functional organization of the brain that different versions of computationalism are committed to. I submit that when computationalism is reformulated in the more explicit and precise way I propose, the disputes about computationalism can be adjudicated on the grounds of empirical evidence from neuroscience. 

pra quem nao havia desconfiado ainda... sim, somos apenas versoes mais evoluidas dos menores e mais insignificantes seres vivos que tem uma rede neural qualquer, funcionando como mecanismo computacional para entender o universo e controlar nossas acoes enquanto participamos dele.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>para o pessoal que esta interessado no debate secundario sobre MENTE e CEREBRO [e, sim: mentes SAO efeitos colaterais de CEREBROS, redes neurais naturais, computando; a tese se chama COMPUTACIONALISMO e tem cada vez mais evidencias que a sustentam]&#8230; vejam a tese de doutorado de Gualtiero Piccinini, Computations and Computers in the Sciences of Mind and Brain, neste link: <a href="http://etd.library.pitt.edu/ETD/available/etd-08132003-155121/" rel="nofollow">http://etd.library.pitt.edu/ETD/available/etd-08132003-155121/</a>.</p>
<p>do resumo&#8230;</p>
<p>Computationalism says that brains are computing mechanisms, that is, mechanisms that perform computations. At present, there is no consensus on how to formulate computationalism precisely or adjudicate the dispute between computationalism and its foes, or between different versions of computationalism. An important reason for the current impasse is the lack of a satisfactory philosophical account of computing mechanisms. The main goal of this dissertation is to offer such an account. </p>
<p>I also believe that the history of computationalism sheds light on the current debate. By tracing different versions of computationalism to their common historical origin, we can see how the current divisions originated and understand their motivation. Reconstructing debates over computationalism in the context of their own intellectual history can contribute to philosophical progress on the relation between brains and computing mechanisms and help determine how brains and computing mechanisms are alike, and how they differ. Accordingly, my dissertation is divided into a historical part, which traces the early history of computationalism up to 1946, and a philosophical part, which offers an account of computing mechanisms.</p>
<p>The two main ideas developed in this dissertation are that (1) computational states are to be identified functionally not semantically, and (2) computing mechanisms are to be studied by functional analysis. The resulting account of computing mechanism, which I call the functional account of computing mechanisms, can be used to identify computing mechanisms and the functions they compute. I use the functional account of computing mechanisms to taxonomize computing mechanisms based on their different computing power, and I use this taxonomy of computing mechanisms to taxonomize different versions of computationalism based on the functional properties that they ascribe to brains. By doing so, I begin to tease out empirically testable statements about the functional organization of the brain that different versions of computationalism are committed to. I submit that when computationalism is reformulated in the more explicit and precise way I propose, the disputes about computationalism can be adjudicated on the grounds of empirical evidence from neuroscience. </p>
<p>pra quem nao havia desconfiado ainda&#8230; sim, somos apenas versoes mais evoluidas dos menores e mais insignificantes seres vivos que tem uma rede neural qualquer, funcionando como mecanismo computacional para entender o universo e controlar nossas acoes enquanto participamos dele.</p>
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	<item>
		<title>By: silvio m.</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-13847</link>
		<dc:creator>silvio m.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jun 2007 03:27:28 +0000</pubDate>
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		<description>galera, grande discussao, esta; de longe, a mais longa e densa do blog ate agora. nao entrarei na discussao religiosa, pois ja afirmei antes que estou, por varias razoes, fora dela. entendo, no entanto, os argumentos religiosos, especialmente os catolicos. a argumentacao me e proxima, na familia. discordo, no entanto, em genero, numero e grau, e vejo gente com argumentos muito melhores que os meus para estudarmos aqui. 

por exemplo, para o pessoal que esta envolvido na discussao etica/moral do problema de pesquisa com celulas tronco embrionarias: sugiro uma leitura de LISA BORTOLOTTI [filosofia, bÂ´ham, uk, http://www.philosophy.bham.ac.uk/staff/Bortolotti.shtml]...

Stem cell research, personhood and sentience... no link abaixo:

http://www.philosophy.bham.ac.uk/staff/Bortolotti_RB-Bortolotti.pdf

do resumo do paper:

In this paper the permissibility of stem cell research on early human embryos is defended. It is argued that, in order to have moral status, an individual must have an interest in its own wellbeing. Sentience is a prerequisite for having an interest in avoiding pain, and personhood is a prerequisite for having an interest in the continuation of oneâ€™s own existence. Early human embryos are not sentient and therefore they are not recipients of direct moral consideration. Early human embryos do not satisfy the requirements for personhood, but there are arguments to the effect that they should be treated as persons nonetheless. These are the arguments from potentiality, symbolic value and the principle of human dignity. These arguments are challenged in this paper and it is claimed that they offer us no good reason to believe that early human embryos should be treated as persons.

isso NAO vai acabar discussao nenhuma, claro. mas meu argumento pode ser sintetizado ai. visitem a pagina de dr bortolotti. vale a pena.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>galera, grande discussao, esta; de longe, a mais longa e densa do blog ate agora. nao entrarei na discussao religiosa, pois ja afirmei antes que estou, por varias razoes, fora dela. entendo, no entanto, os argumentos religiosos, especialmente os catolicos. a argumentacao me e proxima, na familia. discordo, no entanto, em genero, numero e grau, e vejo gente com argumentos muito melhores que os meus para estudarmos aqui. </p>
<p>por exemplo, para o pessoal que esta envolvido na discussao etica/moral do problema de pesquisa com celulas tronco embrionarias: sugiro uma leitura de LISA BORTOLOTTI [filosofia, bÂ´ham, uk, <a href="http://www.philosophy.bham.ac.uk/staff/Bortolotti.shtml.." rel="nofollow">http://www.philosophy.bham.ac.uk/staff/Bortolotti.shtml..</a>.</p>
<p>Stem cell research, personhood and sentience&#8230; no link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.philosophy.bham.ac.uk/staff/Bortolotti_RB-Bortolotti.pdf" rel="nofollow">http://www.philosophy.bham.ac.uk/staff/Bortolotti_RB-Bortolotti.pdf</a></p>
<p>do resumo do paper:</p>
<p>In this paper the permissibility of stem cell research on early human embryos is defended. It is argued that, in order to have moral status, an individual must have an interest in its own wellbeing. Sentience is a prerequisite for having an interest in avoiding pain, and personhood is a prerequisite for having an interest in the continuation of oneâ€™s own existence. Early human embryos are not sentient and therefore they are not recipients of direct moral consideration. Early human embryos do not satisfy the requirements for personhood, but there are arguments to the effect that they should be treated as persons nonetheless. These are the arguments from potentiality, symbolic value and the principle of human dignity. These arguments are challenged in this paper and it is claimed that they offer us no good reason to believe that early human embryos should be treated as persons.</p>
<p>isso NAO vai acabar discussao nenhuma, claro. mas meu argumento pode ser sintetizado ai. visitem a pagina de dr bortolotti. vale a pena.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: JosÃ© Claudemir Pacheco JÃºnior</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-13720</link>
		<dc:creator>JosÃ© Claudemir Pacheco JÃºnior</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 18:33:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/#comment-13720</guid>
		<description>Apenas uma breve (e descontraÃ­da) recomendaÃ§Ã£o sobre o tema: http://diasimdiatambem.wordpress.com/2007/06/13/a-galileia/

Atenciosamente, 
Claudemir JÃºnior.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas uma breve (e descontraÃ­da) recomendaÃ§Ã£o sobre o tema: <a href="http://diasimdiatambem.wordpress.com/2007/06/13/a-galileia/" rel="nofollow">http://diasimdiatambem.wordpress.com/2007/06/13/a-galileia/</a></p>
<p>Atenciosamente,<br />
Claudemir JÃºnior.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: JoÃ£o Paulo Freire</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-13703</link>
		<dc:creator>JoÃ£o Paulo Freire</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 13:38:15 +0000</pubDate>
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		<description>Meira,
Ismar Kaufman,
quanto ao anti semitismo retiro do seu prÃ³prio texto, acima no blog (3o parÃ¡grafo):

num ato de anti-semitismo explÃ­cito (...)  â€œA doutora Mayana Zatz, (...) tem TAMBÃ‰M uma Ã³tica religiosa (...) que Ã© judia e que a gente tem de respeitarâ€.

quero evidenciar mais uma vez o &quot;tem TAMBÃ‰M uma Ã³tica religiosa&quot; e &quot;que Ã© judia e a gente tem que respeitar&quot;.
Bem, podemos ver que nÃ£o hÃ¡ declaraÃ§Ã£o de Ã³dio algum, a quem quer que seja, nos ditames de Fonteles (direta ou indiretamente). Que se inclui no &quot;tambÃ©m&quot; com o um detentor de Ã³tica religiosa.O prÃ³prio Thiago A. declara que nÃ£o viu anti-semitismo. Acalmemos os Ã¢nimos religiosos


Saulo Gorenstein,
Quanto ao cristianismo ser cÃ³pia do judaÃ­smo, quero citar o fato de Cristo ser judeu e nunca deixado ser ou ter negado tal fato (salvo me falhe a memÃ³ria). Mas para falar em cÃ³pia preciso saber as tradiÃ§Ãµes judaicas e o que Ã© igual (jÃ¡ que Ã© cÃ³pia), Cristo pregava em parÃ¡bolas e um amigo, que Ã© muÃ§ulmano, falou que algumas tambÃ©m estÃ£o presentes na religiÃ£o muÃ§ulmana. Mais abaixo hÃ¡ um link em que o JoÃ£o Paulo II (em 1978 e 2000) reconhece e pede perdÃ£o por algumas falhas cometidas pela Igreja catÃ³lica em muitas Ã©pocas.

Marconi Madruga,
o Estado Ã© laico, assim sendo o subprocurador tem a obrigaÃ§Ã£o de defender a todos. Se uns serÃ£o atingidos pelas decisÃµes ali tomadas, ele fez certo em agir. Assim como faria certo em agir se uma pessoa (de qualquer religiÃ£o) fosse de encontro Ã  vida de outra. Se para o judaÃ­smo nÃ£o fere em nada *respeitar* o que fere outras religiÃµes, porque nÃ£o o fazer? Ã‰ direito, Ã© democrÃ¡tico...

SÃ©rgio Mascarenhas,
Quanto Ã quela Ã©poca respondo somente com [um link http://veja.abril.com.br/especiais/papa/p_044.html]. (ler atÃ© segundo parÃ¡grafo)
Se fosse hoje ele seria cobrado pelo excessos. Ou vc acha que deveria estar acima do bem e do mal em nome da ciÃªncia? O programa atÃ´mico Brasileiro pode? O dos EUA, pode? a RÃºssia, pode? E o iraniano, pode? Por fim: &#039;&#039;&#039;Os fins justificam os meios&#039;&#039;&#039;?

Caros,
NÃ£o hÃ¡ problema algum o enfoque religioso sobre tais discussÃµes.
AliÃ¡s ela Ã© necessÃ¡ria, pois acredito que o direito de um acaba onde o do outro principia.
Sendo assim todas as religiÃµes tÃªm o direito de entrar no debate polÃ­tico-cientÃ­fico e ouvir a todos.
Ainda mais se a polÃ­tica abre precedente para que a ciÃªncia entre numa esfera em que alguma religiÃ£o seja levada a agir em DEFESA daqueles que nÃ£o o podem fazer ou certamente iriam sucumbir Ã  forÃ§a dos poderosos: pobres, crianÃ§as, embriÃµes, etc.

Quem Ã© que lÃª um texto nÃ£o se importa com os precedente do autor e suas bases para afirmaÃ§Ãµes?
Quem acha que nÃ£o toma posiÃ§Ã£o alguma votando em branco lembro que o voto em branco fortalece a maioria e concentra o poder. O subprocurador deu o parecer dele, nÃ£o podia? O argumento dele, mesmo que religioso, deve ser levado em conta, jÃ¡ que se trata de direito.

Chamar um leÃ£o de &quot;esquilo&quot; nÃ£o o torna uma esquilo sÃ³ porque o estamos chamando como tal. Mas dentro de uma perspectiva, talvez &quot;esquilo&quot; sirva para designar o que Ã© leÃ£o em outra. Vamos definir os espaÃ§os uns dos outros, o que dÃ³i e o que nÃ£o dÃ³i. O que Ã© VIDA e o que nÃ£o Ã©.
Para isto serve o DEBATE como SILVIO mesmo reforÃ§ou em uma rÃ©plica.
Devemos procurar um conjunto mÃ­nimo dentro do direito e da polÃ­tica que permita o convÃ­vio de todos.

SILVIO falou em uma das rÃ©plicas que Ã© a favor do DEBATE. Mas hÃ¡ um porÃ©m nesta mesma rÃ©plica colocada por SILVIO: ele fala somente da MENTE do ser humano. Quero lembrar que da perspectiva catÃ³lica estamos querendo preservar (e tambÃ©m lembrar que existe) o ESPÃRITO. E este ainda nÃ£o pode ser medido... (ou pode?... 21 gramas?) e por isso defendo a maior cautela nos estudos embrionÃ¡rios: para nÃ£o ferir o que nÃ£o se estÃ¡ vendo.
Por isso tambÃ©m acredito que Ã© errado jogar no lixo os embriÃµes, assim como usÃ¡-los de qualquer forma. Medieval? quero lembrar que estou na mesma Ã©poca de todos que escreveram aqui.

Como catÃ³lico defendo os princÃ­pios e deveres ensinados por Cristo e GUIADOS pela igreja.
SÃ£o medievais? SerÃ¡? O judaÃ­smo, o budismo, o islamismo e tantas outras sÃ£o mais antigas que o cristianismo. Nem por isso, ao se opor a um ponto de vista, uma pessoa deva ser rotulada de medieval ou outro termo injurioso por ser de uma religiÃ£o. Falaram de calÃºnia, mas nÃ£o lembraram da injÃºria...
Deve-se ter mais cuidado quanto as afirmaÃ§Ãµes, que sem dÃºvida, algumas sÃ£o injuriosas.

O Certo e o errado para os homens Ã© uma coisa relativa. Absoluto sÃ³ Deus. (para quem acredita)

Obrigado pelo &#039;&#039;cyber&#039;&#039; espaÃ§o ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meira,<br />
Ismar Kaufman,<br />
quanto ao anti semitismo retiro do seu prÃ³prio texto, acima no blog (3o parÃ¡grafo):</p>
<p>num ato de anti-semitismo explÃ­cito (&#8230;)  â€œA doutora Mayana Zatz, (&#8230;) tem TAMBÃ‰M uma Ã³tica religiosa (&#8230;) que Ã© judia e que a gente tem de respeitarâ€.</p>
<p>quero evidenciar mais uma vez o &#8220;tem TAMBÃ‰M uma Ã³tica religiosa&#8221; e &#8220;que Ã© judia e a gente tem que respeitar&#8221;.<br />
Bem, podemos ver que nÃ£o hÃ¡ declaraÃ§Ã£o de Ã³dio algum, a quem quer que seja, nos ditames de Fonteles (direta ou indiretamente). Que se inclui no &#8220;tambÃ©m&#8221; com o um detentor de Ã³tica religiosa.O prÃ³prio Thiago A. declara que nÃ£o viu anti-semitismo. Acalmemos os Ã¢nimos religiosos</p>
<p>Saulo Gorenstein,<br />
Quanto ao cristianismo ser cÃ³pia do judaÃ­smo, quero citar o fato de Cristo ser judeu e nunca deixado ser ou ter negado tal fato (salvo me falhe a memÃ³ria). Mas para falar em cÃ³pia preciso saber as tradiÃ§Ãµes judaicas e o que Ã© igual (jÃ¡ que Ã© cÃ³pia), Cristo pregava em parÃ¡bolas e um amigo, que Ã© muÃ§ulmano, falou que algumas tambÃ©m estÃ£o presentes na religiÃ£o muÃ§ulmana. Mais abaixo hÃ¡ um link em que o JoÃ£o Paulo II (em 1978 e 2000) reconhece e pede perdÃ£o por algumas falhas cometidas pela Igreja catÃ³lica em muitas Ã©pocas.</p>
<p>Marconi Madruga,<br />
o Estado Ã© laico, assim sendo o subprocurador tem a obrigaÃ§Ã£o de defender a todos. Se uns serÃ£o atingidos pelas decisÃµes ali tomadas, ele fez certo em agir. Assim como faria certo em agir se uma pessoa (de qualquer religiÃ£o) fosse de encontro Ã  vida de outra. Se para o judaÃ­smo nÃ£o fere em nada *respeitar* o que fere outras religiÃµes, porque nÃ£o o fazer? Ã‰ direito, Ã© democrÃ¡tico&#8230;</p>
<p>SÃ©rgio Mascarenhas,<br />
Quanto Ã quela Ã©poca respondo somente com [um link <a href="http://veja.abril.com.br/especiais/papa/p_044.html" rel="nofollow">http://veja.abril.com.br/especiais/papa/p_044.html</a>. (ler atÃ© segundo parÃ¡grafo)<br />
Se fosse hoje ele seria cobrado pelo excessos. Ou vc acha que deveria estar acima do bem e do mal em nome da ciÃªncia? O programa atÃ´mico Brasileiro pode? O dos EUA, pode? a RÃºssia, pode? E o iraniano, pode? Por fim: &#8221;&#8217;Os fins justificam os meios&#8221;&#8217;?</p>
<p>Caros,<br />
NÃ£o hÃ¡ problema algum o enfoque religioso sobre tais discussÃµes.<br />
AliÃ¡s ela Ã© necessÃ¡ria, pois acredito que o direito de um acaba onde o do outro principia.<br />
Sendo assim todas as religiÃµes tÃªm o direito de entrar no debate polÃ­tico-cientÃ­fico e ouvir a todos.<br />
Ainda mais se a polÃ­tica abre precedente para que a ciÃªncia entre numa esfera em que alguma religiÃ£o seja levada a agir em DEFESA daqueles que nÃ£o o podem fazer ou certamente iriam sucumbir Ã  forÃ§a dos poderosos: pobres, crianÃ§as, embriÃµes, etc.</p>
<p>Quem Ã© que lÃª um texto nÃ£o se importa com os precedente do autor e suas bases para afirmaÃ§Ãµes?<br />
Quem acha que nÃ£o toma posiÃ§Ã£o alguma votando em branco lembro que o voto em branco fortalece a maioria e concentra o poder. O subprocurador deu o parecer dele, nÃ£o podia? O argumento dele, mesmo que religioso, deve ser levado em conta, jÃ¡ que se trata de direito.</p>
<p>Chamar um leÃ£o de &#8220;esquilo&#8221; nÃ£o o torna uma esquilo sÃ³ porque o estamos chamando como tal. Mas dentro de uma perspectiva, talvez &#8220;esquilo&#8221; sirva para designar o que Ã© leÃ£o em outra. Vamos definir os espaÃ§os uns dos outros, o que dÃ³i e o que nÃ£o dÃ³i. O que Ã© VIDA e o que nÃ£o Ã©.<br />
Para isto serve o DEBATE como SILVIO mesmo reforÃ§ou em uma rÃ©plica.<br />
Devemos procurar um conjunto mÃ­nimo dentro do direito e da polÃ­tica que permita o convÃ­vio de todos.</p>
<p>SILVIO falou em uma das rÃ©plicas que Ã© a favor do DEBATE. Mas hÃ¡ um porÃ©m nesta mesma rÃ©plica colocada por SILVIO: ele fala somente da MENTE do ser humano. Quero lembrar que da perspectiva catÃ³lica estamos querendo preservar (e tambÃ©m lembrar que existe) o ESPÃRITO. E este ainda nÃ£o pode ser medido&#8230; (ou pode?&#8230; 21 gramas?) e por isso defendo a maior cautela nos estudos embrionÃ¡rios: para nÃ£o ferir o que nÃ£o se estÃ¡ vendo.<br />
Por isso tambÃ©m acredito que Ã© errado jogar no lixo os embriÃµes, assim como usÃ¡-los de qualquer forma. Medieval? quero lembrar que estou na mesma Ã©poca de todos que escreveram aqui.</p>
<p>Como catÃ³lico defendo os princÃ­pios e deveres ensinados por Cristo e GUIADOS pela igreja.<br />
SÃ£o medievais? SerÃ¡? O judaÃ­smo, o budismo, o islamismo e tantas outras sÃ£o mais antigas que o cristianismo. Nem por isso, ao se opor a um ponto de vista, uma pessoa deva ser rotulada de medieval ou outro termo injurioso por ser de uma religiÃ£o. Falaram de calÃºnia, mas nÃ£o lembraram da injÃºria&#8230;<br />
Deve-se ter mais cuidado quanto as afirmaÃ§Ãµes, que sem dÃºvida, algumas sÃ£o injuriosas.</p>
<p>O Certo e o errado para os homens Ã© uma coisa relativa. Absoluto sÃ³ Deus. (para quem acredita)</p>
<p>Obrigado pelo &#8221;cyber&#8221; espaÃ§o <img src='http://blog.meira.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Jorge Ferraz de Oliveira Filho</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-13640</link>
		<dc:creator>Jorge Ferraz de Oliveira Filho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 00:01:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/#comment-13640</guid>
		<description>SÃ­lvio, 

Como preÃ¢mbulo, duas pequenas coisas: (1) meus agradecimentos pela abertura do espaÃ§o e (2) minhas desculpas pela secura no meu primeiro comment e minha ausÃªncia apÃ³s ele [as coisas aqui deram mais &quot;pano para manga&quot; do que eu supus em inÃ­cio]. 

Sem mais delongas: em que pesem a importÃ¢ncia e a relevÃ¢ncia dos temas abordados aqui, da questÃ£o Ã©tica, religiosa, cultural, etc, hÃ¡ um questionamento sem resposta desde o inÃ­cio, qual seja: *onde estÃ¡ o anti-semitismo* na declaraÃ§Ã£o do Procurador-Geral da RepÃºblica?

O Fonteles nÃ£o fez uma declaraÃ§Ã£o gratuita, e sim deu uma resposta a um questionamento que lhe havia sido feito. Ele nÃ£o usou termos depreciativos, tampouco utilizou a sua fala como &quot;argumento&quot; para encerrar o debate, e nem mesmo falou nenhuma mentira. 

Onde estÃ¡, portanto, o anti-semitismo?

Que se faÃ§a um abaixo-assinado em defesa do que quer que seja Ã© compreensÃ­vel, numa democracia de uma sociedade plural. O que nÃ£o Ã© aceitÃ¡vel Ã© que essa manifestaÃ§Ã£o seja feita com base em uma acusaÃ§Ã£o falsa, e - pior ainda - se a divulgue nos meios de comunicaÃ§Ã£o.

Reitero, pois, o que disse da vez precedente: Ã© preferÃ­vel defender a sua posiÃ§Ã£o com base em argumentos, e nÃ£o em calÃºnias.

Atenciosamente,
Jorge Ferraz - CatÃ³lico</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SÃ­lvio, </p>
<p>Como preÃ¢mbulo, duas pequenas coisas: (1) meus agradecimentos pela abertura do espaÃ§o e (2) minhas desculpas pela secura no meu primeiro comment e minha ausÃªncia apÃ³s ele [as coisas aqui deram mais "pano para manga" do que eu supus em inÃ­cio]. </p>
<p>Sem mais delongas: em que pesem a importÃ¢ncia e a relevÃ¢ncia dos temas abordados aqui, da questÃ£o Ã©tica, religiosa, cultural, etc, hÃ¡ um questionamento sem resposta desde o inÃ­cio, qual seja: *onde estÃ¡ o anti-semitismo* na declaraÃ§Ã£o do Procurador-Geral da RepÃºblica?</p>
<p>O Fonteles nÃ£o fez uma declaraÃ§Ã£o gratuita, e sim deu uma resposta a um questionamento que lhe havia sido feito. Ele nÃ£o usou termos depreciativos, tampouco utilizou a sua fala como &#8220;argumento&#8221; para encerrar o debate, e nem mesmo falou nenhuma mentira. </p>
<p>Onde estÃ¡, portanto, o anti-semitismo?</p>
<p>Que se faÃ§a um abaixo-assinado em defesa do que quer que seja Ã© compreensÃ­vel, numa democracia de uma sociedade plural. O que nÃ£o Ã© aceitÃ¡vel Ã© que essa manifestaÃ§Ã£o seja feita com base em uma acusaÃ§Ã£o falsa, e &#8211; pior ainda &#8211; se a divulgue nos meios de comunicaÃ§Ã£o.</p>
<p>Reitero, pois, o que disse da vez precedente: Ã© preferÃ­vel defender a sua posiÃ§Ã£o com base em argumentos, e nÃ£o em calÃºnias.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Jorge Ferraz &#8211; CatÃ³lico</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Emerson</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-13556</link>
		<dc:creator>Emerson</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 19:19:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/#comment-13556</guid>
		<description>Professor,

Querer que o debate seja cientÃ­fico e que as questÃµes eticas e morais envolvidas levem em conta o contexto social da naÃ§Ã£o, mas nÃ£o podem estar circunscritas Ã s religiÃµes particulares dos debatedores, pode acontecer, porÃ©m Ã© natural que a religiÃ£o (seja ela qual for) apareÃ§a. Vejo tranquilamente as duas coisas (CiÃªncia e ReligiÃ£o) se completando e nÃ£o o contrÃ¡rio.

Dizer SIM Ã  vida, todos dizem. Tanto os que nÃ£o crÃªem em Deus como os que crÃªem. Querer salvar a vida de uma pessoa da famÃ­lia, todos querem. Tanto os que nÃ£o crÃªem em Deus como os que crÃªem. A questÃ£o toda gira em torno da pergunta: o que Ã© vida? onde se encontra a vida? onde comeÃ§a a vida?

NÃ£o dÃ¡ pra falar de Ã©tica e moral sem falar da vida aÃ­. Eu garanto que ninguÃ©m seria a favor de tirar a vida de uma outra pessoa para salvar a vida de um parente (vai levar em consideraÃ§Ã£o a Ã©tica e a moral, porque tem gente tirando a vida de gente por aÃ­ a torto e a direita sem nenhum pesar), por exemplo. Por que? Porque a pessoa identifica que existe vida na outra pessoa. O que vai fazer essa mesma pessoa concordar ou nÃ£o com uma cÃ©lula-tronco embrionÃ¡ria Ã© se essa pessoa vÃª ou nÃ£o vÃª vida nessa cÃ©lula. Se ele vÃª vida, provavelmente Ã© contra. Se nÃ£o vÃª vida, provavelmente Ã© a favor.

Discutir se a ciÃªncia deve ou nÃ£o servir o homem, Ã© tentar morder o prÃ³prio rabo. Todos concordam que sim. A questÃ£o Ã© se a ciÃªncia vai matar ou nÃ£o uma pessoa pra salvar outra.

Ã‰ por isso que Ã© fÃ¡cil entender o motivo que faz as pessoas trazerem o assunto religiÃ£o em assuntos cientÃ­ficos.

Valeus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Professor,</p>
<p>Querer que o debate seja cientÃ­fico e que as questÃµes eticas e morais envolvidas levem em conta o contexto social da naÃ§Ã£o, mas nÃ£o podem estar circunscritas Ã s religiÃµes particulares dos debatedores, pode acontecer, porÃ©m Ã© natural que a religiÃ£o (seja ela qual for) apareÃ§a. Vejo tranquilamente as duas coisas (CiÃªncia e ReligiÃ£o) se completando e nÃ£o o contrÃ¡rio.</p>
<p>Dizer SIM Ã  vida, todos dizem. Tanto os que nÃ£o crÃªem em Deus como os que crÃªem. Querer salvar a vida de uma pessoa da famÃ­lia, todos querem. Tanto os que nÃ£o crÃªem em Deus como os que crÃªem. A questÃ£o toda gira em torno da pergunta: o que Ã© vida? onde se encontra a vida? onde comeÃ§a a vida?</p>
<p>NÃ£o dÃ¡ pra falar de Ã©tica e moral sem falar da vida aÃ­. Eu garanto que ninguÃ©m seria a favor de tirar a vida de uma outra pessoa para salvar a vida de um parente (vai levar em consideraÃ§Ã£o a Ã©tica e a moral, porque tem gente tirando a vida de gente por aÃ­ a torto e a direita sem nenhum pesar), por exemplo. Por que? Porque a pessoa identifica que existe vida na outra pessoa. O que vai fazer essa mesma pessoa concordar ou nÃ£o com uma cÃ©lula-tronco embrionÃ¡ria Ã© se essa pessoa vÃª ou nÃ£o vÃª vida nessa cÃ©lula. Se ele vÃª vida, provavelmente Ã© contra. Se nÃ£o vÃª vida, provavelmente Ã© a favor.</p>
<p>Discutir se a ciÃªncia deve ou nÃ£o servir o homem, Ã© tentar morder o prÃ³prio rabo. Todos concordam que sim. A questÃ£o Ã© se a ciÃªncia vai matar ou nÃ£o uma pessoa pra salvar outra.</p>
<p>Ã‰ por isso que Ã© fÃ¡cil entender o motivo que faz as pessoas trazerem o assunto religiÃ£o em assuntos cientÃ­ficos.</p>
<p>Valeus.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Claudemir JÃºnior</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-13554</link>
		<dc:creator>Claudemir JÃºnior</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 19:14:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/#comment-13554</guid>
		<description>Caro Silvio Meira,

antes de mais nada, agradeÃ§o-lhe a atenÃ§Ã£o dada as minhas colocaÃ§Ãµes. Sei que seu tempo deve ser bastante disputado pelas suas atribuiÃ§Ãµes cotidianas (assim como o meu tambÃ©m Ã©, e, por isso, peÃ§o perdÃ£o pelo atraso na resposta). 

Vi que a discussÃ£o tomou outros rumos, mas, permaneceram dentro do tema. Contudo, voltarei a bater em algumas teclas novamente. Vou me ater, por agora, ao que propus inicialmente. Vamos lÃ¡, entÃ£o. Colocarei algumas de suas consideraÃ§Ãµes, nÃ£o necessariamente em ordem, entre â€œâ€.

â€œeu apoio a peticao de MAYANA pelas razoes EXPLICITADAS na PETICAO; ha um link no blog. nao preciso defender de novo os argumentos de la; ao meu ver, sao mais que suficientes.â€

Sim, eu jÃ¡ havia lido a petiÃ§Ã£o anteriormente (nÃ£o iria criticar sem ler). Apenas achei insuficiente, sem argumentos que pudessem sustentÃ¡-la. NÃ£o vou comentar cada um dos 9 pontos elencados na petiÃ§Ã£o (em outra oportunidade, quem sabe) apenas para nÃ£o perder o foco.

â€œeste blog, em particular, nao e sobre genetica, vida ou biotech; nao sou especialista nisso nem PRETENDI SER no post.â€

Percebe-se. 
Perdoe se dei a entender algo diferente no post anterior.

â€œpor outro LADO, mantenho a minha POSICAO [metafisica] de que um debate RELIGIOSO sobre a CIENCIA e OBSCURO, medieval, primario e INSUSTENTAVEL nestes tempos onde a CIENCIA e os METODOS cientificos nao precisam MAIS recorrer a supostos PODERES ou sistemas dos quais a humanidade nao PRECISA dependerâ€¦â€

Ok, mas, quem estÃ¡ levando a coisa pro lado religioso aqui? Acaso nÃ£o Ã© essa a tÃ¡tica dos dos prÃ³ pesquisas com embriÃµes (e, tambÃ©m, dos abortistas): dizer que o argumento contrÃ¡rio Ã© puramente religioso, desprezando qualquer dado tÃ©cnico, cientÃ­fico ou estatÃ­stico que venha de lÃ¡? NÃ£o foi isso que insinuaram ao Fonteles ao perguntarem sobre suas â€œmotivaÃ§Ãµes religiosasâ€? Pois Ã©. Como jÃ¡ havia dito essa Ã© a tÃ¡tica mais cÃ´moda de debater sobre tais temas, tentar distorcer e reduzir a opiniÃ£o contrÃ¡ria tachando-a de â€œreligiosaâ€ ou de â€œirracionalâ€. 

â€œo debate, volto a dizer, e cientifico mesmo. as questoes eticas e morais envolvidas TEM que levar em conta o contexto social da nacao MAS nao podem estar circunscritas as religioes particulares dos debatedores.â€

Sim. Ã‰ cientÃ­fico. NÃ£o foi preciso envolver religiÃ£o durante o debate no STF, onde foram utilizados apensas argumentos cientÃ­ficos que provavam por a + b o que jÃ¡ sustentava HipÃ³rcrates e ainda concordam os livros de Embriologia atÃ© hoje: a vida comeÃ§a na concepÃ§Ã£o. Ã‰ aqui que entram as questÃµes de Ã©tica e moral (que, frise-se, sÃ£o valores independentes de contexto; o que depende do contexto Ã© a aceitaÃ§Ã£o ou nÃ£o destes valores por determinada sociedade; Ã©tica e moral sÃ£o valores que nÃ£o precisam de aceitaÃ§Ã£o da maioria para subsistirem). Sendo assim, deixo agora duas das questÃµes que havia colocado anteriormente e ficaram sem respostas claras:

1- Quando comeÃ§a a vida? Se possÃ­vel, fundamente sua resposta.

2- Caso a sua resposta acima coloque em questÃ£o aquilo que podemos facilmente encontrar nos mais diversos livros de embriologia [o que faria dela apenas uma hipÃ³tese sem consenso cientÃ­fico], vocÃª realmente acha que deverÃ­amos arriscar eliminar â€œalgo que tem a possibilidade de ser uma vida humanaâ€ pura e simplesmente em nome do â€œavanÃ§o cientÃ­ficoâ€? ENTÃƒO, A CIÃŠNCIA DEVERIA AVANÃ‡AR A QUALQUER CUSTO, INCLUSIVE EM DETRIMENTO DA VIDA HUMANA?

â€œmayana NAO esta defendendo um ponto de vista JUDAICO nesta questao. eu a conheco e sei que passa longe dela esta -neste caso- questao menor.â€

NÃ£o adianta bater o pÃ© e negar. Ela estÃ¡ defendendo os mesmos argumentos do judaÃ­smo sim. Ã‰ fato inconteste. Mas, se ela argumenta desta forma simplesmente por ser judia ou se Ã© mera coincidÃªncia, nÃ£o vem ao caso. Assim como nÃ£o vem ao caso o credo religioso de todos os outros envolvidos no debate. As questÃµes que vem ao caso para o debate foram colocadas acima (Ã© lÃ­cito sacrificar uma vida inocente em benefÃ­cio de outra?). 

â€œo que e inaceitavel e que ela seja acusada de estar fazendo justamente isso.â€

Ela sÃ³ foi acusada disso por conta da obstinaÃ§Ã£o dela, de outros cientistas de mesma opiniÃ£o e dos meios de comunicaÃ§Ã£o diversos em querer reduzir as argumentaÃ§Ãµes contrÃ¡rias ao campo meramente religioso. Nada mais justo do que retribuir na mesma moeda. O que vale para um tambÃ©m deve valer para o outro. 

AliÃ¡s, o Fonteles apenas demonstra a inconstitucionalidade  de tal projeto, nada mais. Se pretendem contestÃ¡-lo, que contestem seus argumentos e nÃ£o sua religiÃ£o.

Outra coisa, vocÃª esqueceu de me responder o seguinte: onde estÃ¡ o fundamento para acusar o Fonteles de â€œanti-semitaâ€? Exponha-os aqui, pois nÃ£o Ã© interessante e nem Ã©tico jogar acusaÃ§Ãµes gratuitas no ar. Responda tambÃ©m Ã  pergunta do Jorge Ferraz: â€˜Por que raios afirmar que a posiÃ§Ã£o da Zatz Ã© a posiÃ§Ã£o do judaÃ­smo (*E Ã‰*, portanto nÃ£o temos calÃºnia nenhuma aqui) seria anti-semitismo, ao mesmo passo em que a posiÃ§Ã£o do Fonteles poderia ser legitimamente impugnada como â€œobscurantismo medievalâ€ pelo fato de ser a posiÃ§Ã£o da Igreja? Por que os dois pesos e as duas medidas?â€™

â€œpor acaso, se querem saber, sou existencialista convicto; nao acho que a humanidade precisa de NENHUMA religiao. aceito, respeito todas. mas as entendo desnecessarias. e acho que o futuro vai me dar razao,â€

Com todo respeito, nem o *presente* tem lhe dado razÃ£o, meu caro. Talvez lhe dÃª alguma razÃ£o quando vocÃª fala sobre os assuntos que conhece e domina. 

Agora, peÃ§o licenÃ§a para entrar rapidamente em uma questÃ£o secundÃ¡ria a este debate:

====
â€œ vai ser muito interessante quando entendermos -de verdade- que a MENTE humana e so um CEREBRO funcionando num corpo e CONTEXTO. ou seja, que nos humanos somos ANIMAIS como todos os outros.â€

SÃ³ uma dÃºvida, aqui vocÃª pretende colocar homens, chimpanzÃ©s, ornitorrincos e demais animais irracionais em pÃ© de igualdade? 

â€œas consequencias disso para muitas dos achismos que hoje permeiam a sociedade serao muitas. chega nesta discussao aqui, inclusive. acho que vou escrever sobre isso aqui em breveâ€¦â€

Escreva mesmo. 
====

â€œobrigado pelos comentarios e reflexoes. este e mesmo um tema candente.â€

Eu Ã© que agradeÃ§o o espaÃ§o aberto para a discussÃ£o.

DespeÃ§o-me dando graÃ§as a Deus por estar aqui postando em seu blog, pois, assim como vocÃª, nÃ£o fui usado em nenhuma experiÃªncia cientÃ­fica quando ainda era um pequeno embriÃ£o.

Forte abraÃ§o.

Atenciosamente,
Claudemir JÃºnior.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Silvio Meira,</p>
<p>antes de mais nada, agradeÃ§o-lhe a atenÃ§Ã£o dada as minhas colocaÃ§Ãµes. Sei que seu tempo deve ser bastante disputado pelas suas atribuiÃ§Ãµes cotidianas (assim como o meu tambÃ©m Ã©, e, por isso, peÃ§o perdÃ£o pelo atraso na resposta). </p>
<p>Vi que a discussÃ£o tomou outros rumos, mas, permaneceram dentro do tema. Contudo, voltarei a bater em algumas teclas novamente. Vou me ater, por agora, ao que propus inicialmente. Vamos lÃ¡, entÃ£o. Colocarei algumas de suas consideraÃ§Ãµes, nÃ£o necessariamente em ordem, entre â€œâ€.</p>
<p>â€œeu apoio a peticao de MAYANA pelas razoes EXPLICITADAS na PETICAO; ha um link no blog. nao preciso defender de novo os argumentos de la; ao meu ver, sao mais que suficientes.â€</p>
<p>Sim, eu jÃ¡ havia lido a petiÃ§Ã£o anteriormente (nÃ£o iria criticar sem ler). Apenas achei insuficiente, sem argumentos que pudessem sustentÃ¡-la. NÃ£o vou comentar cada um dos 9 pontos elencados na petiÃ§Ã£o (em outra oportunidade, quem sabe) apenas para nÃ£o perder o foco.</p>
<p>â€œeste blog, em particular, nao e sobre genetica, vida ou biotech; nao sou especialista nisso nem PRETENDI SER no post.â€</p>
<p>Percebe-se.<br />
Perdoe se dei a entender algo diferente no post anterior.</p>
<p>â€œpor outro LADO, mantenho a minha POSICAO [metafisica] de que um debate RELIGIOSO sobre a CIENCIA e OBSCURO, medieval, primario e INSUSTENTAVEL nestes tempos onde a CIENCIA e os METODOS cientificos nao precisam MAIS recorrer a supostos PODERES ou sistemas dos quais a humanidade nao PRECISA dependerâ€¦â€</p>
<p>Ok, mas, quem estÃ¡ levando a coisa pro lado religioso aqui? Acaso nÃ£o Ã© essa a tÃ¡tica dos dos prÃ³ pesquisas com embriÃµes (e, tambÃ©m, dos abortistas): dizer que o argumento contrÃ¡rio Ã© puramente religioso, desprezando qualquer dado tÃ©cnico, cientÃ­fico ou estatÃ­stico que venha de lÃ¡? NÃ£o foi isso que insinuaram ao Fonteles ao perguntarem sobre suas â€œmotivaÃ§Ãµes religiosasâ€? Pois Ã©. Como jÃ¡ havia dito essa Ã© a tÃ¡tica mais cÃ´moda de debater sobre tais temas, tentar distorcer e reduzir a opiniÃ£o contrÃ¡ria tachando-a de â€œreligiosaâ€ ou de â€œirracionalâ€. </p>
<p>â€œo debate, volto a dizer, e cientifico mesmo. as questoes eticas e morais envolvidas TEM que levar em conta o contexto social da nacao MAS nao podem estar circunscritas as religioes particulares dos debatedores.â€</p>
<p>Sim. Ã‰ cientÃ­fico. NÃ£o foi preciso envolver religiÃ£o durante o debate no STF, onde foram utilizados apensas argumentos cientÃ­ficos que provavam por a + b o que jÃ¡ sustentava HipÃ³rcrates e ainda concordam os livros de Embriologia atÃ© hoje: a vida comeÃ§a na concepÃ§Ã£o. Ã‰ aqui que entram as questÃµes de Ã©tica e moral (que, frise-se, sÃ£o valores independentes de contexto; o que depende do contexto Ã© a aceitaÃ§Ã£o ou nÃ£o destes valores por determinada sociedade; Ã©tica e moral sÃ£o valores que nÃ£o precisam de aceitaÃ§Ã£o da maioria para subsistirem). Sendo assim, deixo agora duas das questÃµes que havia colocado anteriormente e ficaram sem respostas claras:</p>
<p>1- Quando comeÃ§a a vida? Se possÃ­vel, fundamente sua resposta.</p>
<p>2- Caso a sua resposta acima coloque em questÃ£o aquilo que podemos facilmente encontrar nos mais diversos livros de embriologia [o que faria dela apenas uma hipÃ³tese sem consenso cientÃ­fico], vocÃª realmente acha que deverÃ­amos arriscar eliminar â€œalgo que tem a possibilidade de ser uma vida humanaâ€ pura e simplesmente em nome do â€œavanÃ§o cientÃ­ficoâ€? ENTÃƒO, A CIÃŠNCIA DEVERIA AVANÃ‡AR A QUALQUER CUSTO, INCLUSIVE EM DETRIMENTO DA VIDA HUMANA?</p>
<p>â€œmayana NAO esta defendendo um ponto de vista JUDAICO nesta questao. eu a conheco e sei que passa longe dela esta -neste caso- questao menor.â€</p>
<p>NÃ£o adianta bater o pÃ© e negar. Ela estÃ¡ defendendo os mesmos argumentos do judaÃ­smo sim. Ã‰ fato inconteste. Mas, se ela argumenta desta forma simplesmente por ser judia ou se Ã© mera coincidÃªncia, nÃ£o vem ao caso. Assim como nÃ£o vem ao caso o credo religioso de todos os outros envolvidos no debate. As questÃµes que vem ao caso para o debate foram colocadas acima (Ã© lÃ­cito sacrificar uma vida inocente em benefÃ­cio de outra?). </p>
<p>â€œo que e inaceitavel e que ela seja acusada de estar fazendo justamente isso.â€</p>
<p>Ela sÃ³ foi acusada disso por conta da obstinaÃ§Ã£o dela, de outros cientistas de mesma opiniÃ£o e dos meios de comunicaÃ§Ã£o diversos em querer reduzir as argumentaÃ§Ãµes contrÃ¡rias ao campo meramente religioso. Nada mais justo do que retribuir na mesma moeda. O que vale para um tambÃ©m deve valer para o outro. </p>
<p>AliÃ¡s, o Fonteles apenas demonstra a inconstitucionalidade  de tal projeto, nada mais. Se pretendem contestÃ¡-lo, que contestem seus argumentos e nÃ£o sua religiÃ£o.</p>
<p>Outra coisa, vocÃª esqueceu de me responder o seguinte: onde estÃ¡ o fundamento para acusar o Fonteles de â€œanti-semitaâ€? Exponha-os aqui, pois nÃ£o Ã© interessante e nem Ã©tico jogar acusaÃ§Ãµes gratuitas no ar. Responda tambÃ©m Ã  pergunta do Jorge Ferraz: â€˜Por que raios afirmar que a posiÃ§Ã£o da Zatz Ã© a posiÃ§Ã£o do judaÃ­smo (*E Ã‰*, portanto nÃ£o temos calÃºnia nenhuma aqui) seria anti-semitismo, ao mesmo passo em que a posiÃ§Ã£o do Fonteles poderia ser legitimamente impugnada como â€œobscurantismo medievalâ€ pelo fato de ser a posiÃ§Ã£o da Igreja? Por que os dois pesos e as duas medidas?â€™</p>
<p>â€œpor acaso, se querem saber, sou existencialista convicto; nao acho que a humanidade precisa de NENHUMA religiao. aceito, respeito todas. mas as entendo desnecessarias. e acho que o futuro vai me dar razao,â€</p>
<p>Com todo respeito, nem o *presente* tem lhe dado razÃ£o, meu caro. Talvez lhe dÃª alguma razÃ£o quando vocÃª fala sobre os assuntos que conhece e domina. </p>
<p>Agora, peÃ§o licenÃ§a para entrar rapidamente em uma questÃ£o secundÃ¡ria a este debate:</p>
<p>====<br />
â€œ vai ser muito interessante quando entendermos -de verdade- que a MENTE humana e so um CEREBRO funcionando num corpo e CONTEXTO. ou seja, que nos humanos somos ANIMAIS como todos os outros.â€</p>
<p>SÃ³ uma dÃºvida, aqui vocÃª pretende colocar homens, chimpanzÃ©s, ornitorrincos e demais animais irracionais em pÃ© de igualdade? </p>
<p>â€œas consequencias disso para muitas dos achismos que hoje permeiam a sociedade serao muitas. chega nesta discussao aqui, inclusive. acho que vou escrever sobre isso aqui em breveâ€¦â€</p>
<p>Escreva mesmo.<br />
====</p>
<p>â€œobrigado pelos comentarios e reflexoes. este e mesmo um tema candente.â€</p>
<p>Eu Ã© que agradeÃ§o o espaÃ§o aberto para a discussÃ£o.</p>
<p>DespeÃ§o-me dando graÃ§as a Deus por estar aqui postando em seu blog, pois, assim como vocÃª, nÃ£o fui usado em nenhuma experiÃªncia cientÃ­fica quando ainda era um pequeno embriÃ£o.</p>
<p>Forte abraÃ§o.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Claudemir JÃºnior.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Claudemir JÃºnior</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-13553</link>
		<dc:creator>Claudemir JÃºnior</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 19:09:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/#comment-13553</guid>
		<description>Caro Silvio Meira,

antes de mais nada, agradeÃ§o-lhe a atenÃ§Ã£o dada as minhas colocaÃ§Ãµes. Sei que seu tempo deve ser bastante disputado pelas suas atribuiÃ§Ãµes cotidianas (assim como o meu tambÃ©m Ã©, e, por isso, peÃ§o perdÃ£o pelo atraso na resposta). 

Vi que a discussÃ£o tomou outros rumos, mas, permaneceram dentro do tema. Contudo, voltarei a bater em algumas teclas novamente. Vou me ater, por agora, ao que propus inicialmente. Vamos lÃ¡, entÃ£o. Colocarei algumas de suas consideraÃ§Ãµes, nÃ£o necessariamente em ordem, entre &gt;.

&gt;

Sim, eu jÃ¡ havia lido a petiÃ§Ã£o anteriormente (nÃ£o iria criticar sem ler). Apenas achei insuficiente, sem argumentos que pudessem sustentÃ¡-la. NÃ£o vou comentar cada um dos 9 pontos elencados na petiÃ§Ã£o (em outra oportunidade, quem sabe) apenas para nÃ£o perder o foco.

&gt;

Percebe-se. 
Perdoe se dei a entender algo diferente no post anterior.

&gt;

Ok, mas, quem estÃ¡ levando a coisa pro lado religioso aqui? Acaso nÃ£o Ã© essa a tÃ¡tica dos dos prÃ³ pesquisas com embriÃµes (e, tambÃ©m, dos abortistas): dizer que o argumento contrÃ¡rio Ã© puramente religioso, desprezando qualquer dado tÃ©cnico, cientÃ­fico ou estatÃ­stico que venha de lÃ¡? NÃ£o foi isso que insinuaram ao Fonteles ao perguntarem sobre suas â€œmotivaÃ§Ãµes religiosasâ€? Pois Ã©. Como jÃ¡ havia dito essa Ã© a tÃ¡tica mais cÃ´moda de debater sobre tais temas, tentar distorcer e reduzir a opiniÃ£o contrÃ¡ria tachando-a de â€œreligiosaâ€ ou de â€œirracionalâ€. 

&gt;

Sim. Ã‰ cientÃ­fico. NÃ£o foi preciso envolver religiÃ£o durante o debate no STF, onde foram utilizados apensas argumentos cientÃ­ficos que provavam por a + b o que jÃ¡ sustentava HipÃ³rcrates e ainda concordam os livros de Embriologia atÃ© hoje: a vida comeÃ§a na concepÃ§Ã£o. Ã‰ aqui que entram as questÃµes de Ã©tica e moral (que, frise-se, sÃ£o valores independentes de contexto; o que depende do contexto Ã© a aceitaÃ§Ã£o ou nÃ£o destes valores por determinada sociedade; Ã©tica e moral sÃ£o valores que nÃ£o precisam de aceitaÃ§Ã£o da maioria para subsistirem). Sendo assim, deixo agora duas das questÃµes que havia colocado anteriormente e ficaram sem respostas claras:

1- Quando comeÃ§a a vida? Se possÃ­vel, fundamente sua resposta.

2- Caso a sua resposta acima coloque em questÃ£o aquilo que podemos facilmente encontrar nos mais diversos livros de embriologia [o que faria dela apenas uma hipÃ³tese sem consenso cientÃ­fico], vocÃª realmente acha que deverÃ­amos arriscar eliminar â€œalgo que tem a possibilidade de ser uma vida humanaâ€ pura e simplesmente em nome do â€œavanÃ§o cientÃ­ficoâ€? ENTÃƒO, A CIÃŠNCIA DEVERIA AVANÃ‡AR A QUALQUER CUSTO, INCLUSIVE EM DETRIMENTO DA VIDA HUMANA?

&gt;

NÃ£o adianta bater o pÃ© e negar. Ela estÃ¡ defendendo os mesmos argumentos do judaÃ­smo sim. Ã‰ fato inconteste. Mas, se ela argumenta desta forma simplesmente por ser judia ou se Ã© mera coincidÃªncia, nÃ£o vem ao caso. Assim como nÃ£o vem ao caso o credo religioso de todos os outros envolvidos no debate. As questÃµes que vem ao caso para o debate foram colocadas acima (Ã© lÃ­cito sacrificar uma vida inocente em benefÃ­cio de outra?). 

&gt;

Ela sÃ³ foi acusada disso por conta da obstinaÃ§Ã£o dela, de outros cientistas de mesma opiniÃ£o e dos meios de comunicaÃ§Ã£o diversos em querer reduzir as argumentaÃ§Ãµes contrÃ¡rias ao campo meramente religioso. Nada mais justo do que retribuir na mesma moeda. O que vale para um tambÃ©m deve valer para o outro. 

AliÃ¡s, o Fonteles apenas demonstra a inconstitucionalidade  de tal projeto, nada mais. Se pretendem contestÃ¡-lo, que contestem seus argumentos e nÃ£o sua religiÃ£o.

Outra coisa, vocÃª esqueceu de me responder o seguinte: onde estÃ¡ o fundamento para acusar o Fonteles de â€œanti-semitaâ€? Exponha-os aqui, pois nÃ£o Ã© interessante e nem Ã©tico jogar acusaÃ§Ãµes gratuitas no ar. Responda tambÃ©m Ã  pergunta do Jorge Ferraz: â€œPor que raios afirmar que a posiÃ§Ã£o da Zatz Ã© a posiÃ§Ã£o do judaÃ­smo (*E Ã‰*, portanto nÃ£o temos calÃºnia nenhuma aqui) seria anti-semitismo, ao mesmo passo em que a posiÃ§Ã£o do Fonteles poderia ser legitimamente impugnada como â€œobscurantismo medievalâ€ pelo fato de ser a posiÃ§Ã£o da Igreja? Por que os dois pesos e as duas medidas?â€

&gt;

Com todo respeito, nem o *presente* tem lhe dado razÃ£o, meu caro. Talvez lhe dÃª alguma razÃ£o quando vocÃª fala sobre os assuntos que conhece e domina. 

Agora, peÃ§o licenÃ§a para entrar rapidamente em uma questÃ£o secundÃ¡ria a este debate:

====
&gt;

SÃ³ uma dÃºvida, aqui vocÃª pretende colocar homens, chimpanzÃ©s, ornitorrincos e demais animais irracionais em pÃ© de igualdade? 

&gt;

Escreva mesmo. 
====

&gt;

Eu Ã© que agradeÃ§o o espaÃ§o aberto para a discussÃ£o.

DespeÃ§o-me dando graÃ§as a Deus por estar aqui postando em seu blog, pois, assim como vocÃª, nÃ£o fui usado em nenhuma experiÃªncia cientÃ­fica quando ainda era um pequeno embriÃ£o.

Forte abraÃ§o.

Atenciosamente,
Claudemir JÃºnior.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Silvio Meira,</p>
<p>antes de mais nada, agradeÃ§o-lhe a atenÃ§Ã£o dada as minhas colocaÃ§Ãµes. Sei que seu tempo deve ser bastante disputado pelas suas atribuiÃ§Ãµes cotidianas (assim como o meu tambÃ©m Ã©, e, por isso, peÃ§o perdÃ£o pelo atraso na resposta). </p>
<p>Vi que a discussÃ£o tomou outros rumos, mas, permaneceram dentro do tema. Contudo, voltarei a bater em algumas teclas novamente. Vou me ater, por agora, ao que propus inicialmente. Vamos lÃ¡, entÃ£o. Colocarei algumas de suas consideraÃ§Ãµes, nÃ£o necessariamente em ordem, entre &gt;.</p>
<p>&gt;</p>
<p>Sim, eu jÃ¡ havia lido a petiÃ§Ã£o anteriormente (nÃ£o iria criticar sem ler). Apenas achei insuficiente, sem argumentos que pudessem sustentÃ¡-la. NÃ£o vou comentar cada um dos 9 pontos elencados na petiÃ§Ã£o (em outra oportunidade, quem sabe) apenas para nÃ£o perder o foco.</p>
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<p>Percebe-se.<br />
Perdoe se dei a entender algo diferente no post anterior.</p>
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<p>Ok, mas, quem estÃ¡ levando a coisa pro lado religioso aqui? Acaso nÃ£o Ã© essa a tÃ¡tica dos dos prÃ³ pesquisas com embriÃµes (e, tambÃ©m, dos abortistas): dizer que o argumento contrÃ¡rio Ã© puramente religioso, desprezando qualquer dado tÃ©cnico, cientÃ­fico ou estatÃ­stico que venha de lÃ¡? NÃ£o foi isso que insinuaram ao Fonteles ao perguntarem sobre suas â€œmotivaÃ§Ãµes religiosasâ€? Pois Ã©. Como jÃ¡ havia dito essa Ã© a tÃ¡tica mais cÃ´moda de debater sobre tais temas, tentar distorcer e reduzir a opiniÃ£o contrÃ¡ria tachando-a de â€œreligiosaâ€ ou de â€œirracionalâ€. </p>
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<p>Sim. Ã‰ cientÃ­fico. NÃ£o foi preciso envolver religiÃ£o durante o debate no STF, onde foram utilizados apensas argumentos cientÃ­ficos que provavam por a + b o que jÃ¡ sustentava HipÃ³rcrates e ainda concordam os livros de Embriologia atÃ© hoje: a vida comeÃ§a na concepÃ§Ã£o. Ã‰ aqui que entram as questÃµes de Ã©tica e moral (que, frise-se, sÃ£o valores independentes de contexto; o que depende do contexto Ã© a aceitaÃ§Ã£o ou nÃ£o destes valores por determinada sociedade; Ã©tica e moral sÃ£o valores que nÃ£o precisam de aceitaÃ§Ã£o da maioria para subsistirem). Sendo assim, deixo agora duas das questÃµes que havia colocado anteriormente e ficaram sem respostas claras:</p>
<p>1- Quando comeÃ§a a vida? Se possÃ­vel, fundamente sua resposta.</p>
<p>2- Caso a sua resposta acima coloque em questÃ£o aquilo que podemos facilmente encontrar nos mais diversos livros de embriologia [o que faria dela apenas uma hipÃ³tese sem consenso cientÃ­fico], vocÃª realmente acha que deverÃ­amos arriscar eliminar â€œalgo que tem a possibilidade de ser uma vida humanaâ€ pura e simplesmente em nome do â€œavanÃ§o cientÃ­ficoâ€? ENTÃƒO, A CIÃŠNCIA DEVERIA AVANÃ‡AR A QUALQUER CUSTO, INCLUSIVE EM DETRIMENTO DA VIDA HUMANA?</p>
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<p>NÃ£o adianta bater o pÃ© e negar. Ela estÃ¡ defendendo os mesmos argumentos do judaÃ­smo sim. Ã‰ fato inconteste. Mas, se ela argumenta desta forma simplesmente por ser judia ou se Ã© mera coincidÃªncia, nÃ£o vem ao caso. Assim como nÃ£o vem ao caso o credo religioso de todos os outros envolvidos no debate. As questÃµes que vem ao caso para o debate foram colocadas acima (Ã© lÃ­cito sacrificar uma vida inocente em benefÃ­cio de outra?). </p>
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<p>Ela sÃ³ foi acusada disso por conta da obstinaÃ§Ã£o dela, de outros cientistas de mesma opiniÃ£o e dos meios de comunicaÃ§Ã£o diversos em querer reduzir as argumentaÃ§Ãµes contrÃ¡rias ao campo meramente religioso. Nada mais justo do que retribuir na mesma moeda. O que vale para um tambÃ©m deve valer para o outro. </p>
<p>AliÃ¡s, o Fonteles apenas demonstra a inconstitucionalidade  de tal projeto, nada mais. Se pretendem contestÃ¡-lo, que contestem seus argumentos e nÃ£o sua religiÃ£o.</p>
<p>Outra coisa, vocÃª esqueceu de me responder o seguinte: onde estÃ¡ o fundamento para acusar o Fonteles de â€œanti-semitaâ€? Exponha-os aqui, pois nÃ£o Ã© interessante e nem Ã©tico jogar acusaÃ§Ãµes gratuitas no ar. Responda tambÃ©m Ã  pergunta do Jorge Ferraz: â€œPor que raios afirmar que a posiÃ§Ã£o da Zatz Ã© a posiÃ§Ã£o do judaÃ­smo (*E Ã‰*, portanto nÃ£o temos calÃºnia nenhuma aqui) seria anti-semitismo, ao mesmo passo em que a posiÃ§Ã£o do Fonteles poderia ser legitimamente impugnada como â€œobscurantismo medievalâ€ pelo fato de ser a posiÃ§Ã£o da Igreja? Por que os dois pesos e as duas medidas?â€</p>
<p>&gt;</p>
<p>Com todo respeito, nem o *presente* tem lhe dado razÃ£o, meu caro. Talvez lhe dÃª alguma razÃ£o quando vocÃª fala sobre os assuntos que conhece e domina. </p>
<p>Agora, peÃ§o licenÃ§a para entrar rapidamente em uma questÃ£o secundÃ¡ria a este debate:</p>
<p>====<br />
&gt;</p>
<p>SÃ³ uma dÃºvida, aqui vocÃª pretende colocar homens, chimpanzÃ©s, ornitorrincos e demais animais irracionais em pÃ© de igualdade? </p>
<p>&gt;</p>
<p>Escreva mesmo.<br />
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<p>&gt;</p>
<p>Eu Ã© que agradeÃ§o o espaÃ§o aberto para a discussÃ£o.</p>
<p>DespeÃ§o-me dando graÃ§as a Deus por estar aqui postando em seu blog, pois, assim como vocÃª, nÃ£o fui usado em nenhuma experiÃªncia cientÃ­fica quando ainda era um pequeno embriÃ£o.</p>
<p>Forte abraÃ§o.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Claudemir JÃºnior.</p>
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	<item>
		<title>By: tiago assumpcao</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/06/07/celulas-tronco-embrionarias-a-peticao/comment-page-1/#comment-13519</link>
		<dc:creator>tiago assumpcao</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 03:30:53 +0000</pubDate>
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		<description>nota: desta vez o saudoso-lexicon foi em carater estetico :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nota: desta vez o saudoso-lexicon foi em carater estetico <img src='http://blog.meira.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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