Archive for March, 2007

arquivo noponto: mudando o mundo. como?

Saturday, March 17th, 2007

comecei a escrever um texto sobre tecnologia e sociedade e me lembrei que havia publicado um artigo relevante para o que viria a ser a discussão na finada noponto. uma busca nos meus alfarrábios digitais produziu um texto de primeiro de setembro de 2000 sobre mudanças e tecnologia, onde c. p. snow [e seu livro “the two cultures”] são o ponto de partida para uma digressão sobre como “mudar o mundo”. o texto de 2000 vai a seguir e, algum dia na semana que vem, o artigo sobre tecnologia e sociedade aparece…

MUDANDO O MUNDO. COMO?

Tecnologia é cultura, é uma das três culturas. C. P. Snow falava de duas, apenas: ciência e humanidades. Mas prefiro um espaço tridimensional onde a ciência é o eixo da verdade (da descoberta, do entendimento do mundo em que vivemos); a arte é o domínio da estética, da procura da beleza e a tecnologia, ao invés de ser uma (não tão) simples conseqüência das descobertas científicas e sua aplicação no mundo real é, de fato, o domínio da possibilidade. Parte significativa do que a tecnologia faz vem da experiência, às vezes não muito bem explicada, da montagem de “legos” de conhecimento, às vezes apenas prático.
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vem aí a softbras[?]

Saturday, March 17th, 2007

pode até ser um boato daqueles muito fortes, com jeito de verdade. mas pode ser verdade também. afinal de contas, a gente vê cada verdade esquisita, no brasil… o assunto é o seguinte, segundo a folha digital bites, que circula numa lista fechada: o governo federal resolveu [sem baixar qualquer decreto ou portaria] que sua demanda de serviços de desenvolvimento de software vai ser provida pelo serpro e dataprev. e os dois parecem, segundo a folha, estar se instrumentando para tal. adeus, pois, iniciativa privada… por enquanto, deixo aqui só o registro da notícia. vou investigar e depois comento.

chegou GLUON: c.e.s.a.r lança IDE para BREW

Wednesday, March 14th, 2007

gluon.png

este texto é meio techspeak. se você não sabe o que é um IDE [integrated {software} development environment], provavelmente não está interessado. precisaria também entender de BREW [Binary Runtime Environment for Wireless, uma plataforma para desenvolvimento de aplicações móveis da qualcomm] para estar realmente interessado no assunto.

se você chegou até aqui, dê uma olhada em gluon.cesar.org.br, onde pode ler que… GLUON is a fully open source IDE for BREW, based on the Eclipse-CDT plugin. It increases your software quality and productivity by providing high-value features that are not available on the current development environment. It leverages BREW development for companies and individuals, simplifying the development process and enabling the developer to focus on the application. GLUON is free for non-commercial use. For any other purpose, please contact us for informations about license and pricing.

GLUON é parte do esforço de inovação do c.e.s.a.r e já está sendo usado nos EUA, alemanha, finlândia, japão e índia. e pela equipe de desenvolvimento do c.e.s.a.r, aqui em recife. este é um furo de “reportagem”: o lançamento oficial no brasil será na sexta-feira…

telecom imprimindo dinheiro [lá fora]

Wednesday, March 14th, 2007

carlos slim, o bilionário mexicano que comprou o monopólio de telecomunicações telmex do governo de lá em 1991, já é o terceiro homem mais rico do mundo. e não só: sua fortuna pessoal cresceu US$18B só no ano passado. em breve, terá mais do que warren buffet e bill gates, os dois primeiros da atual lista da forbes.

a telmex tem 90% do mercado de linhas fixas do méxico e outra empresa de slim, a america movil, 70% do mercado de celulares. slim está no setor de telecom no brasil [e américa latina], principalmente na claro e embratel. no méxico, há quem reclame que os [quase-] monopólios dele estabelecem os preços que querem e tudo o que se relaciona com telefonia é muito caro. tomara que tal situação se estenda para o brasil em breve, pelo menos quando o assunto for o preço de SMS: pesquisa recente da teleco mostrou que um SMS no brasil é DUAS vezes mais caro do que no méxico. como diria ancelmo góis, deve ser horrível viver num monopólio…

muita gente boa que eu conheço defendeu, à época das privatizações aqui, que a telebrás deveria ter sido vendida em bloco para um grupo de investidores nacionais, com parte significativa das ações necessariamente ofertada em leilão, ao grande público, na bolsa. no estilo do que foi, depois, o IPO de google… isso poderia ter criado [com gestão compente, agência reguladora efetiva e justa e governo na sua, sem intervir no negócio] um grande grupo nacional capaz de enfrentar os competidores no mercado externo, sem o que é impossível sobreviver independentemente no mercado interno, face aos fatores de escala que afetam o negócio.

não foi o que aconteceu e o resto é história. e preços altos, mais de 3.500 cidades sem celular, banda larga escassa, links de internet empresarial muitas vezes mais caros do que no resto do planeta, e por aí vai. ah, sim: e com boa parte dos lucros de todo o mercado remetidos para fora do país, gerando bilionários noutros lugares. se era mesmo para haver bilionários, eu teria preferido “os meus”.

informaticidade: mais sinais

Tuesday, March 13th, 2007

a ibm e a cisco acabam de anunciar que o suporte e manutenção de seus clientes comuns será unificado em mais 46 países, aprofundando um acordo entre as duas que já funciona no mercado americano. mais um sinal de que os clientes só querem ver, ouvir e falar com um único fornecedor de informaticidade, aquela coisa que vai acabar sendo a powerhouse de todas suas necessidades informacionais.

bom sinal, por sinal. mais gente, e em breve, vai fazer o mesmo. informática pode até não virar commodity [acho que não vai mesmo] mas certamente se torna, cada vez mais, utility. se marcar bobeira, vai acabar sendo regulada como tal. aliás, todos os monopólios de tratamento de informação, no futuro, serão regulados como a utility que acabarão sendo…

fantástico: novos olhares, vida digital

Monday, March 12th, 2007

quase que eu passava batido nesta: o fantástico começou uma nova série, chamada novos olhares, que vai fazer justamente isso, lançar novos olhares sobre facetas da sociedade. o primeiro se chamou vida digital, foi ao ar domingo passado e eu entrei na dança, junto com o dá-o-loud [o bloco de carnaval do c.e.s.a.r] e a cabra alada, além de muita gente boa que vive uma vida digital ou está muito ligado nela. achei que ficou muito legal. e tá neste link aqui…

em outubro, o skype dos sistemas operacionais

Monday, March 12th, 2007

pense num cara que começa uma conversa dizendo… “We’re going to do for software what Skype did for telephony”. pois achou: o nome dele é daniel arthursson, ceo da xcerion.com, a compania sueca que está desenvolvendo há cinco anos, com a ajuda de financiadores e consultores que já foram gente grande na microsoft, XIOS, um sistema operacional que roda num browser e que, segundo muita gente, vai mudar tudo. não só ameaça redmond mas detona, na boa, a tentativa de google de montar algo parecido.

baseado em xml, XIOS é “eficiente e escalável” [resta ver se é mesmo; isso é o que a companhia diz]. e é, segundo a missão da companhia, grátis: Xcerion aims to distribute an Internet OS with accompanying applications free as a massive service over the Internet. pouco mais se sabe; pedi uma beta account pra testar e eles responderam que “algum dia” eu serei premiado com uma.

XIOS não é o único kid-on-the-block dos browser OS: entre vários outros, testei youOS e eyeOS e nenhum dos dois chega nem perto do que eu iria querer de um sistema operacional ou de uma interface minimamente competente para as funcionalidades [e velocidade] que gostaríamos de ver em um computador. se XIOS for mais do mesmo, bye bye. se mudar radicalmente o cenário… o mundo pode mudar mesmo. quem viver verá. e quando eu souber mais eu digo.

[MAIS {seg, 11h}: a xcerion acaba de anunciar que conseguiu 10 milhões de dólares em investimento da northzone, uma empresa de capital de risco da própria suécia. resta ver quanto dinheiro mesmo eles vão precisar para desenrolar a missão…]

brasil, um país espremido

Thursday, March 8th, 2007

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o álcool [como energia, e não como bebida] está em alta e na agenda de todo mundo, inclusive na do encontro bush-lula. prato cheio pra todo analista falar das vantagens competitivas do brasil no setor, sem saber exatamente o que são tais vantagens e quais são elas, aqui, no momento. nossa única vantagem, agora, é o domínio da tecnologia e das inovações do álcool-energia acima da média dos outros países, inclusive dos americanos, tipo de diferencial que eles passarão a ter em três ou cinco anos, em relação a todos os outros países, se investirem de verdade no negócio, como têm feito em várias áreas da economia. a américa está preparada para competir e, decidindo fazê-lo, põe [muito] dinheiro, sem entraves, estimula a criatividade e a inovação, cria mercados, exporta pro mundo…

para o brasil continuar competitivo no setor de bioenergia, tem que investir, e muito, em formação de capital humano, pesquisa, desenvolvimento, tecnologia, inovação e no fomento às empresas daí derivadas. exatamente tudo o que não fazemos, ou fazemos disso um simulacro tão medíocre do que deveria ser a realidade que, às vezes, até dá pena. dá pena ver o que empresas nacionais, de alta intensidade tecnológica, têm que fazer para continuar competitivas, tal é a escassez de recursos, planos e políticas federais para sua sobrevivência. sim, pois em tecnologia, sobreviver é quase uma conseqüência da inovação contínua, quase paranóica. isso -a paranóia- é bem presente lá na américa, seja no governo de bush ou em qualquer outro. é por isso, aliás, que ele está aqui.

no brasil, é muito interessante ouvir ex-ministros, como roberto rodrigues [que era da agricultura], defendendo [fora do governo] que o país tem que criar fundos de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação, e estimular empresas de tecnologia [no caso dele, falando de bioenergia, de álcool], sem o que “nossas” meras plantações serão apenas uma nova forma de domínio de nosso território e capital humano pelo capital, investimento e conhecimento situados em outros lugares, para onde irão, por sinal, os lucros. difícil é encontrar, fora do ministério de ciência e tecnologia dos últimos vinte e cinco anos de presidentes da república, algum ministro em exercício que defenda a redução de gastos em “inauguráveis” para ter recursos disponíveis para investigação, descoberta e melhoria de processos e produtos e sua colocação no mercado. coisa difusa, inespecífica, de longo prazo. coisa da modernidade. coisa que os EUA, com ou sem bush, fazem muito bem E com diheiro público, aos montes.

nos negócios de [e com] tecnologia, o país é primário, a ponto de um certo ministro de estado ter dito publicamente, em visita presidencial na índia, que os “nossos países têm economias complementares: nós temos agricultura, vocês têm software…”. parece piada, mas não foi. os indianos adoraram: brasil diz que nós somos tecnologia e eles são agricultores. fomos pro neolítico.

agricultura, no sentido clássico do termo, é e será uma commodity para sempre; a diferença serão as sementes, processos e máquinas para torná-la muito mais produtiva, que serão domínio de uns poucos. dos que investiram e investirão bilhões de dólares para serem diferentes, pra serem mais competitivos.

achar que “nós temos agricultura”, como se isso fosse para sempre, e ainda mais frente a uma crise ambiental nunca dantes imaginada, é caminhar às cegas e surdas para o precipício do fim dos tempos, desistindo das coisas complexas [que dão resultado] e achar que aqui “em se plantando, tudo dá”. pois bem. perdido no tempo, o brasil está qual o vagabundo de chaplin imerso nas engrenagens de um mundo que não entende e que o consome e, no topo, ainda faz piada disso. patético. ridículo.

mas sejamos otimistas: tomara que a idéia do ex-ministro roberto rodrigues, fora do governo, seja entendida por quem está dentro e se volte a achar, como talvez se achasse nos tempos de juscelino, que um país é um longo, muito looongo prazo. e que sem tempo, gente e recursos, não iremos a lugar algum, a não ser onde estamos hoje: espremidos entre as duas imagens deste pequeno artigo.

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o fim está próximo: vamos fazer algo!

Wednesday, March 7th, 2007

o fim do mundo como nós conhecemos está próximo e sou levado a concordar com AL GORE: URGÊNCIA e ESPERANÇA são as palavras-chave para fazermos muitas coisas de prático, nos níveis pessoal, corporativo, governamental e social, para impedir que o mundo vá não pro brejo mas para o deserto, e de uma vez por todas. o concerto LIVE EARTH, em 7/7/7 [vá ver o site, não é só sobre o concerto], tem que ser um MARCO na nossa batalha contra o aquecimento global, não por nós que estamos vivos aqui hoje, mas pelo futuro de todos os povos e espécies deste planeta. o CUSTO de não agirmos agora pode ser IRREVERSÍVEL para a TERRA. melhor, pois, a começarmos a fazer algo urgentemente.

pra começar, depois de ter plantado literalmente centenas de árvores em minha até agora curta vida, cheguei à conclusão que estava passando muito tempo no trânsito: cerca de 100 minutos por dia, em média, quando estou em recife [e muito, muito mais quando vou a são paulo]. aqui em recife, decidi só sair de casa uma vez por dia. normalmente, almoço com kátia e pedro, o que tem sido fundamental para minha sanidade mental e [espero!] pra deles. pois bem: trabalharei quase todas as manhãs [ou, inversamente, tardes, quando houver que sair pela manhã] em casa e a minha BANDA LARGA terá que funcionar. as teles têm que fazer sua parte: mais internet, de mais qualidade, menos movimento de átomos; bits no lugar deles, menos aquecimento.

espero conduzir, a partir de meu escritório em casa, boa parte do que faço ao vivo em muitos lugares; pra começar, já detonei umas quatro viagens nos primeiros dois meses do ano. me cansam muito e esculhambam, por sua vez, o meio ambiente. tem muita coisa que pode ser feita remotamente, é só a gente querer. ambientes virtuais, comunidades na rede, social software, estas coisas todas estão aí pra isso mesmo.

aliás, perante a crise global, governos do MUNDO INTEIRO deveriam entram num grande projeto planetário de MOVER BITS ao invés de ÁTOMOS. isso ia ajudar MUITO. basta ver a quantidade de caos em são paulo ou qualquer outra grande metrópole mundial, além do óbvio congestionamento de aeroportos em todo mundo. pra cada viagem que me convidarem, daqui pra frente, deverá haver um plano de negócios pra justificar, com MUITO cuidado e detalhe, porque eu tenho mesmo que ir. não preciso, ninguém precisa, de milhas no cartão fidelidade às custas da destruição de nosso habitat.

cada um pode fazer MUITO. basta pensar -e agir- sobre o que está ao seu alcance. bastar tentar computar seu IMPACTO no ambiente so redor. basta tentar fazer diferente. e dá pra fazer. MUITO. o resto do tempo do mundo depende de você, de mim, de todos nós. vamos agir!

iptv wars: apple, microsoft, sony, netflix, google…

Tuesday, March 6th, 2007

enquanto por aqui falta muito pra gente ver TV digital, mundo afora o negócio já começa a ser IPTV, televisão via protocolo internet. a apple está lançando o apple tv, uma caixinha IPTV de US$299 com um disco interno de 40GB… que pode ser o começo de uma linha de sub-mini-macs, também. a microsoft anunciou, em janeiro, IPTV no xbox360, o que unifica suas plataformas de jogos, mídia e entretenimento e, se redmond quisesse, de computação, também. a primeira demo pública está sendo em londres, esta semana. o público? pra começar, a apple quer trazer do iTunes e a microsoft do xboxLive [que já tem mais de 5 milhões de membros, responsáveis por mais de cem milhões de downloads].

a indústria ainda não entrou de vez na jogada pois não está claro o que pode ou vai ser feito pra se ganhar dinheiro com isso. segundo uma pesquisa recente da accenture e the economist“The business case for IPTV, its value-added benefits and its potential remain strong… In the long-term, the key to achieving high performance through IPTV is to be visionary, ambitious and open to innovation from many sources.  For the shorter term, the key is to quickly adapt to consumer feedback and jump over technology hurdles.” a parte do texto em negrito muito provavelmente quer dizer que os atuais donos do mercado estão fora do futuro de IPTV… pois quase nenhuma companhia estabelecida é capaz de ser visionária, ambiciosa e aberta a inovação vinda de múltiplas fontes. muito pelo contrário. segundo a accenture, IPTV tem o potencial de mudar, permanentemente, nossa forma de consumir conteúdo.

mas google anda dizendo que esta coisa de IPTV não pega nem tão cedo, devido à falta de infra-estrutura de internet. por quê? será que é porque google está montando sua infra de rede, pelo mundo [especialmente nos eua], e começa a pensar no que seria de seu investimento de bilhões de dólares se outros mecanismos de distribuição de conteúdo, mais leves e baratos, tomassem seu lugar?…

especulações abundam. a certeza é de que o futuro da TV é via IP, como de quase todas as outras coisas [mas duvido que alguma tele lance, aqui, uma rede de telefonia móvel IP, preço fixo para os assinantes]. para entender o problema, leia este texto, novo e imenso -e muito bem feito, de information arbitrage, que cita algumas das mais interessantes e atuais fontes sobre o assunto.

e nem pense em comprar seu apple ou xbox IPTV por enquanto, no brasil. estamos fora… não temos banda pra isso. pena. lástima. é mais um cenário econômico onde não haverá nenhuma empresa brasileira fazendo dinheiro de verdade, só serviços de última categoria quando a coisa chegar aqui, daqui a algumas gerações. talvez.

arquivo noponto: os invasores

Thursday, March 1st, 2007

a foto abaixo mostra o paciente [e os médicos] de uma operação inovadora que introduz um coração artificial total temporário em pacientes cardíacos terminais. TAH-t é uma evolução dos corações jarvik da década de oitenta e pode vir, no futuro, a substituir corações, virando simplesmente TAH [o -t é pra temporário].

isso lembrou meus arquivos na extinta revista eletrônica noponto, onde há um pequeno texto que me deixou [depois que li o que havia escrito] apavorado com algumas das possibilidades futuras de sistemas de computação e controle em rede.

publicado em 29 de setembro de 2000, a história é sobre a relação entre um sujeito ranzinza e uma galerinha de um mega condomínio no futuro. leia. assuste-se (ou não)… um dia vai ser verdade e está sete anos mais perto…

OS INVASORES

Um dia, teve uma dor de matar, aliás de quase. Acordou no hospital sentindo o peito e tendo um médico à cabeceira, perguntando, pausadamente, se estava a se sentir bem. O sim, meio trêmulo, demorou. Mas saiu. Recuperado, aprendeu que tinham reconstruído seu coração, agora composto, em parte, por um dos novos modelos IntelliBeat, que já incorporava um pequeníssimo servidor web para monitoração, avaliação e controle cardíaco. E isso há três anos.

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