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	<title>Comments on: iptv wars: apple, microsoft, sony, netflix, google&#8230;</title>
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	<description>informaticidade, mais hora, menos hora</description>
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		<title>By: Mario</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/03/06/iptv-wars-apple-microsoft-sony-netflix-google/comment-page-1/#comment-10264</link>
		<dc:creator>Mario</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2007 18:30:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://salu.cesar.org.br/~meirablog/wordpress/?p=358#comment-10264</guid>
		<description>De fato, a abordagem P2P do Joost para as limitaÃ§Ãµes de banda para distribuiÃ§Ã£o de vÃ­deo Ã© interessante sob mais de um ponto de vista: alÃ©m de ajudar a reduzir os custos de banda do serviÃ§o, que podem ser altÃ­ssimos no caso de distribuiÃ§Ã£o de vÃ­deo, ela tambÃ©m viabiliza a distribuiÃ§Ã£o de vÃ­deos mais longos e em alta definiÃ§Ã£o (do tipo que se pode ver em tela cheia).

Compare isso com os custos do modelo cliente/servidor e com a qualidade da imagem dos (curtos) clipes em flash do YouTube.

Outra coisa interessante a respeito do Joost Ã© que ele nÃ£o permite o envio de conteÃºdo por parte dos usuÃ¡rios. O que, no curto prazo, nÃ£o sÃ³ vai lhes evitar problemas com conteÃºdo protegido por copyright, como, de fato, jÃ¡ tem atraÃ­do a simpatia de grandes proprietÃ¡rios de conteÃºdo como a MTV, da Viacom.

Nada mal, considerando todo o trabalho (e o gasto!) que o Google tem tido desde a aquisiÃ§Ã£o do YouTube em lidar com os proprietÃ¡rios de conteÃºdo que tÃªm seu material enviado ao serviÃ§o por seus usuÃ¡rios.

TambÃ©m nÃ£o custa lembrar que o Joost Ã© obra da mesma dupla que, no passado, criou o Kazaa e o Skype (sempre serviÃ§os P2P).

Mais sobre o Joost em:
http://www.wired.com/wired/archive/15.02/trouble.html

Quanto Ã  Apple, hÃ¡ quem especule que os Apple TV&#039;s devem ser parte de um plano para a criaÃ§Ã£o de uma rede P2P de distribuiÃ§Ã£o de conteÃºdo no mesmo estilo do Joost:
http://www.pbs.org/cringely/pulpit/2007/pulpit_20070216_001673.html

Se pensarmos bem, isso faz muito sentido na medida em que vincula o uso dessa rede de distribuiÃ§Ã£o ao uso de um aparelho eletrÃ´nico. Na cabeÃ§a do consumidor final leigo, esse modelo de uso deve ser muito mais &quot;lÃ³gico&quot; que o do Joost.

Seria interessante ver o pessoal do Joost fazendo alguma coisa com o MythTV portanto (http://www.mythtv.org). AliÃ¡s, seria muito interessante ver qualquer abordagem comercial mais bem estruturada usando o MythTV.

AliÃ¡s, na minha opiniÃ£o, a Apple representa hoje, no mundo dos eletrÃ´nicos de consumo, o que a Sony foi hÃ¡ coisa de anos atrÃ¡s (nÃ£o foi Ã  toa que o nome da empresa, &quot;Apple Computer&quot;, foi mudado hÃ¡ pouco para apenas &quot;Apple Inc.&quot;)

Quanto Ã  MS, nunca foi muito o forte deles fazer coisas que sejam simples e fÃ¡ceis de usar, voltadas ao consumidor final. Uma coisa Ã© fazer videogames para usuÃ¡rios avanÃ§ados (quase todos entusiastas de videogames sÃ£o) e outra Ã© fazer sistemas que atÃ© a minha mÃ£e usaria com facilidade (quando foi a Ãºltima vez que anÃºncio de um produto da MS teve a mesma repercussÃ£o do anÃºncio do iPhone?).

AlÃ©m disso, nÃ£o vejo os donos de material protegido por direito autoral confiando na Microsoft. Eles jÃ¡ estÃ£o tendo problemas em confiar no Google, que ainda nÃ£o tem uma reputaÃ§Ã£o tÃ£o negativa enquanto parceiro como a da Microsoft.

Quanto ao Brasil... bom, mesmo que criÃ¡ssemos algum serviÃ§o de distribuiÃ§Ã£o P2P como o Joost, ainda terÃ­amos problemas, pois, tÃ£o logo esse tipo de trÃ¡fego comeÃ§asse a &quot;pesar&quot; nas redes dos ISP&#039;s, eles poriam em prÃ¡tica as cotas mensais de downloads que seus contratos de serviÃ§o com seus assinantes prevÃªem (isso para aqueles que ainda jÃ¡ nÃ£o fazem isso).

Pior ainda, eles pegariam ainda mais pesado do que jÃ¡ fazem no traffic shaping, identificando e tratando de formas distintas, diferentes tipos de trÃ¡fego.

AliÃ¡s, Ã© justamente disso que trata a discussÃ£o sobre Net Neutrality nos EUA. 

Mas aqui, um paÃ­s em que uma modelo/apresentadora-de-TV/ex-mulher-de-jogador-de-futebol ainda consegue barrar legalmente o acesso ao YouTube, mesmo que temporariamente, seria esperar demais que uma discussÃ£o comparÃ¡vel Ã  que acontece agora nos EUA tambÃ©m acontecesse.

AbraÃ§os.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De fato, a abordagem P2P do Joost para as limitaÃ§Ãµes de banda para distribuiÃ§Ã£o de vÃ­deo Ã© interessante sob mais de um ponto de vista: alÃ©m de ajudar a reduzir os custos de banda do serviÃ§o, que podem ser altÃ­ssimos no caso de distribuiÃ§Ã£o de vÃ­deo, ela tambÃ©m viabiliza a distribuiÃ§Ã£o de vÃ­deos mais longos e em alta definiÃ§Ã£o (do tipo que se pode ver em tela cheia).</p>
<p>Compare isso com os custos do modelo cliente/servidor e com a qualidade da imagem dos (curtos) clipes em flash do YouTube.</p>
<p>Outra coisa interessante a respeito do Joost Ã© que ele nÃ£o permite o envio de conteÃºdo por parte dos usuÃ¡rios. O que, no curto prazo, nÃ£o sÃ³ vai lhes evitar problemas com conteÃºdo protegido por copyright, como, de fato, jÃ¡ tem atraÃ­do a simpatia de grandes proprietÃ¡rios de conteÃºdo como a MTV, da Viacom.</p>
<p>Nada mal, considerando todo o trabalho (e o gasto!) que o Google tem tido desde a aquisiÃ§Ã£o do YouTube em lidar com os proprietÃ¡rios de conteÃºdo que tÃªm seu material enviado ao serviÃ§o por seus usuÃ¡rios.</p>
<p>TambÃ©m nÃ£o custa lembrar que o Joost Ã© obra da mesma dupla que, no passado, criou o Kazaa e o Skype (sempre serviÃ§os P2P).</p>
<p>Mais sobre o Joost em:<br />
<a href="http://www.wired.com/wired/archive/15.02/trouble.html" rel="nofollow">http://www.wired.com/wired/archive/15.02/trouble.html</a></p>
<p>Quanto Ã  Apple, hÃ¡ quem especule que os Apple TV&#8217;s devem ser parte de um plano para a criaÃ§Ã£o de uma rede P2P de distribuiÃ§Ã£o de conteÃºdo no mesmo estilo do Joost:<br />
<a href="http://www.pbs.org/cringely/pulpit/2007/pulpit_20070216_001673.html" rel="nofollow">http://www.pbs.org/cringely/pulpit/2007/pulpit_20070216_001673.html</a></p>
<p>Se pensarmos bem, isso faz muito sentido na medida em que vincula o uso dessa rede de distribuiÃ§Ã£o ao uso de um aparelho eletrÃ´nico. Na cabeÃ§a do consumidor final leigo, esse modelo de uso deve ser muito mais &#8220;lÃ³gico&#8221; que o do Joost.</p>
<p>Seria interessante ver o pessoal do Joost fazendo alguma coisa com o MythTV portanto (<a href="http://www.mythtv.org" rel="nofollow">http://www.mythtv.org</a>). AliÃ¡s, seria muito interessante ver qualquer abordagem comercial mais bem estruturada usando o MythTV.</p>
<p>AliÃ¡s, na minha opiniÃ£o, a Apple representa hoje, no mundo dos eletrÃ´nicos de consumo, o que a Sony foi hÃ¡ coisa de anos atrÃ¡s (nÃ£o foi Ã  toa que o nome da empresa, &#8220;Apple Computer&#8221;, foi mudado hÃ¡ pouco para apenas &#8220;Apple Inc.&#8221;)</p>
<p>Quanto Ã  MS, nunca foi muito o forte deles fazer coisas que sejam simples e fÃ¡ceis de usar, voltadas ao consumidor final. Uma coisa Ã© fazer videogames para usuÃ¡rios avanÃ§ados (quase todos entusiastas de videogames sÃ£o) e outra Ã© fazer sistemas que atÃ© a minha mÃ£e usaria com facilidade (quando foi a Ãºltima vez que anÃºncio de um produto da MS teve a mesma repercussÃ£o do anÃºncio do iPhone?).</p>
<p>AlÃ©m disso, nÃ£o vejo os donos de material protegido por direito autoral confiando na Microsoft. Eles jÃ¡ estÃ£o tendo problemas em confiar no Google, que ainda nÃ£o tem uma reputaÃ§Ã£o tÃ£o negativa enquanto parceiro como a da Microsoft.</p>
<p>Quanto ao Brasil&#8230; bom, mesmo que criÃ¡ssemos algum serviÃ§o de distribuiÃ§Ã£o P2P como o Joost, ainda terÃ­amos problemas, pois, tÃ£o logo esse tipo de trÃ¡fego comeÃ§asse a &#8220;pesar&#8221; nas redes dos ISP&#8217;s, eles poriam em prÃ¡tica as cotas mensais de downloads que seus contratos de serviÃ§o com seus assinantes prevÃªem (isso para aqueles que ainda jÃ¡ nÃ£o fazem isso).</p>
<p>Pior ainda, eles pegariam ainda mais pesado do que jÃ¡ fazem no traffic shaping, identificando e tratando de formas distintas, diferentes tipos de trÃ¡fego.</p>
<p>AliÃ¡s, Ã© justamente disso que trata a discussÃ£o sobre Net Neutrality nos EUA. </p>
<p>Mas aqui, um paÃ­s em que uma modelo/apresentadora-de-TV/ex-mulher-de-jogador-de-futebol ainda consegue barrar legalmente o acesso ao YouTube, mesmo que temporariamente, seria esperar demais que uma discussÃ£o comparÃ¡vel Ã  que acontece agora nos EUA tambÃ©m acontecesse.</p>
<p>AbraÃ§os.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Pedrinho</title>
		<link>http://blog.meira.com/2007/03/06/iptv-wars-apple-microsoft-sony-netflix-google/comment-page-1/#comment-10101</link>
		<dc:creator>Pedrinho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 13:04:56 +0000</pubDate>
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		<description>Uma idÃ©ia interessante para o problema de largura de banda estÃ¡ sendo implementada pelo pessoal do Joost. Joost adota uma forma diferente, mais eficiente em termos de gastos de banda, dividindo entre seus usuÃ¡rios esta carga. Como? Vem aÃ­ a â€œmÃ¡gicaâ€ do P2P. Ao mesmo tempo que um telespectador do Joost recebe e consome megabytes de vÃ­deo, estÃ¡ enviando outros tantos megabytes para os demais usuÃ¡rios. Ã‰ mais ou menos o mesmo princÃ­pio de funcionamento do torrent. Para se ter uma idÃ©ia, uma hora de Joost consome entre 220 e 425 MB de banda, contando download e upload, dependendo da qualidade do vÃ­deo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma idÃ©ia interessante para o problema de largura de banda estÃ¡ sendo implementada pelo pessoal do Joost. Joost adota uma forma diferente, mais eficiente em termos de gastos de banda, dividindo entre seus usuÃ¡rios esta carga. Como? Vem aÃ­ a â€œmÃ¡gicaâ€ do P2P. Ao mesmo tempo que um telespectador do Joost recebe e consome megabytes de vÃ­deo, estÃ¡ enviando outros tantos megabytes para os demais usuÃ¡rios. Ã‰ mais ou menos o mesmo princÃ­pio de funcionamento do torrent. Para se ter uma idÃ©ia, uma hora de Joost consome entre 220 e 425 MB de banda, contando download e upload, dependendo da qualidade do vÃ­deo</p>
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