no limite da [i]legalidade
a lei geral de telecomunicações (LGT, Lei 9472/97) está fazendo dez anos e, mais do que uma velha senhora sem rumo em um mundo de convergência digital, que não foi pensado em sua juventude de beleza e glórias, corre o risco de ser desrespeitada frontalmente, como se fosse uma velha e gasta dona de bordel. a última edição de bites [em .pdf] mostra como as teles estão usando a velha -mas muito eficaz- política do fato consumado contra a parálise legal e regulatória em que as telecomunicações brasileiras se meteram nos últimos anos, como se fossem um mero apêndice -e não uma infra-estrutura essencial- da economia e da sociedade.