o “ciberespaço” vai à guerra.

ou a guerra vem pra internet. a força aérea americana mudou sua definição de missão, no fim do ano passado, para incluir como áreas operacionais, além do espaço e do ar, o “ciberespaço”. mês passado, o estado maior de lá, o U.S. Joint Chiefs of Staff definiu [e olha que isso pega!] o ciberespaço como “characterized by the use of electronics and the electromagnetic spectrum to store, modify, and exchange data via networked systems and associated physical infrastructures”, o que cobre muito mais do que a rede… pois envolve tirar do ar satélites e partes do espectro eletromagnético, inclusive. coisa de louco.

o air force cyberspace command vai ser pilotado, literalmente, por um tenente-general, o que é bastante alto na hierarquia e, segundo o secretário da força aérea, michael wynne“…war is data-dependent. We need to protect our data while detecting adversary data and then deny, disrupt, dissuade or destroy the source of that data or transmission as appropriate.” breve, numa máquina perto de você, uma águia nada amigável…

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