complexidade, biologia e medicina

palavras de leroy hood, presidente do systems biology institute, seattle:

imunologia molecular não pode ser feita uma proteína e um gene por vez: só de forma sistêmica. o problema a ser tratado, na biologia do futuro, é de mineração e integração de dados. biologia é informação e suas ciências, e um dos maiores problemas que nós teremos é tratar da relação sinal/ruído em grandes quantidades de dados. como extrair o sinal? como integrar os dados para ter uma visão do sistema que eles representam? como visualizar as redes de informação representadas nos dados? como entender o uso de informação [modular, em cada componente de grandes sistemas biológicos, como corpos complexos] para compor sistemas? como analisar complexidade, interação, como tratar comportamento de longo prazo de massas de dados que terão bilhões de variáveis?

biologia de sistemas “é” métodos matemáticos e computacionais, é redes [computacionais] dinâmicas de dados reais. biologia é dados reais, a realidade da biologia é informação e seu processamento.

foi com esta palestra que professor hood abriu o microsoft eScience seminar hoje, na universidade johns hopkins em baltimore, usa. foi mais uma palestra da série “toda ciência é da computação” e, o melhor, dada por alguém que não é de computação. porque quando o povo de computação diz a mesma coisa, mais vez do que outra as reações são enormes…

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