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	<title>Comments on: informaticidade se escreve com &#8220;i&#8221; de inovação</title>
	<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/</link>
	<description>informaticidade, mais hora, menos hora</description>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 04:55:13 +0000</pubDate>
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		<title>By: dia a dia, bit a bit&#8230; por Silvio Meira &#187; informaticidade: informática &#8220;medida&#8221; em megawatt-hora?</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-110264</link>
		<author>dia a dia, bit a bit&#8230; por Silvio Meira &#187; informaticidade: informática &#8220;medida&#8221; em megawatt-hora?</author>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 13:02:20 +0000</pubDate>
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		<description>[...] texto acima foi publicado em agosto de 2006 {com o t&#237;tulo informaticidade se escreve com &#8220;i&#8221; de inova&#231;&#227;o} em blog.meira.com. o texto serve, aqui, como introdu&#231;&#227;o, longa, para um [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] texto acima foi publicado em agosto de 2006 {com o t&iacute;tulo informaticidade se escreve com &ldquo;i&rdquo; de inova&ccedil;&atilde;o} em blog.meira.com. o texto serve, aqui, como introdu&ccedil;&atilde;o, longa, para um [&#8230;]</p>
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		<title>By: dia a dia, bit a bit&#8230; por Silvio Meira &#187; parou por quê? [o dominó de sorocaba]</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-81885</link>
		<author>dia a dia, bit a bit&#8230; por Silvio Meira &#187; parou por quê? [o dominó de sorocaba]</author>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 18:48:34 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-81885</guid>
		<description>[...] este blog defende a tese de que a internet est&#225; se tornando uma infra-estrutura t&#227;o essencial para a sociedade como a eletricidade; e inform&#225;tica [incluindo internet] deve ser, para o usu&#225;rio final, t&#227;o simples e t&#227;o confi&#225;vel como eletricidade. claro que h&#225; muita complexidade at&#233; a eletricidade chegar &#224; minha casa mas, para mim [e todos n&#243;s], todos os problemas ficam escondidos atr&#225;s da tomada. a coisa existe, e &#233; muito simples de usar, ou n&#227;o existe. n&#227;o h&#225; meio termo. a isso eu dou o nome de informaticidade [veja uma defini&#231;&#227;o aqui]. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] este blog defende a tese de que a internet est&aacute; se tornando uma infra-estrutura t&atilde;o essencial para a sociedade como a eletricidade; e inform&aacute;tica [incluindo internet] deve ser, para o usu&aacute;rio final, t&atilde;o simples e t&atilde;o confi&aacute;vel como eletricidade. claro que h&aacute; muita complexidade at&eacute; a eletricidade chegar &agrave; minha casa mas, para mim [e todos n&oacute;s], todos os problemas ficam escondidos atr&aacute;s da tomada. a coisa existe, e &eacute; muito simples de usar, ou n&atilde;o existe. n&atilde;o h&aacute; meio termo. a isso eu dou o nome de informaticidade [veja uma defini&ccedil;&atilde;o aqui]. [&#8230;]</p>
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	<item>
		<title>By: Gerard Toonstra</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1089</link>
		<author>Gerard Toonstra</author>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2006 16:46:00 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1089</guid>
		<description>Here is an interesting link that has to do with "informaticity":

http://thingamy.com/what.html

Very new, but my guess is it's totally over-marketed. It is shown as the thing being a tool that is applicable in any environment. Reading up more on it though.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Here is an interesting link that has to do with &#8220;informaticity&#8221;:</p>
<p><a href="http://thingamy.com/what.html" rel="nofollow">http://thingamy.com/what.html</a></p>
<p>Very new, but my guess is it&#8217;s totally over-marketed. It is shown as the thing being a tool that is applicable in any environment. Reading up more on it though.</p>
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	<item>
		<title>By: joel</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1088</link>
		<author>joel</author>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2006 15:48:28 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1088</guid>
		<description>gerard: sabe por que a locadora roda um programa MS-DOS?  ninguém mostrou a eles um software moderno, lindo visual, montes de recursos novos? provavelmente mostraram, e embora eles possam ter recusado por custos (preço maior, necessidade de máquinas de outro nível que aquelas para MS-DOS). talvez a razão maior seja porque eles estão confortáveis e satisfeitos com o resultado. quem está confortável numa velha poltrona precisa de muito encorajamento para comprar uma poltrona nova, por mais que lhe aumente o conforto.  
silvio: a minha discordância deve-se àquela parte da sua definição de informaticidade, quando especifica que "não precisamos de departamentos de tecnologia do lado de cá da rede". quanto a hardware, concordo em que já temos tal informaticidade. só precisamos mesmo de ter provedores realmente confiáveis, na velocidade e na segurança.  quanto a software, digo que ainda não existe num horizonte visível. pois sua redução do problema a specs não me convence. não existe maneira fácil de traduzir minhas necessidades em specs, e não existe, que eu saiba, maneira fácil de traduzir specs em linguagens de programação e de banco de dados. como programador, que ainda sou, não acredito em saudosismo, estamos muito melhor que há vinte anos, que dirá que há quarenta, mas a diferença está nas ferramentas de interface entre o programador e o programa, entre o usuário e o programa. a lógica interna para atender à lógica externa é tão dura de ser escrita quanto sempre foi. não digo que não possa ser feito hoje, mas a que custo vamos reunir uma equipe suficiente para fazer, e manter cotidianamente, um software genérico para a minha empresa, ou qualquer outra de comércio varejista? e quem é que está fazendo isto no brasil?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gerard: sabe por que a locadora roda um programa MS-DOS?  ninguém mostrou a eles um software moderno, lindo visual, montes de recursos novos? provavelmente mostraram, e embora eles possam ter recusado por custos (preço maior, necessidade de máquinas de outro nível que aquelas para MS-DOS). talvez a razão maior seja porque eles estão confortáveis e satisfeitos com o resultado. quem está confortável numa velha poltrona precisa de muito encorajamento para comprar uma poltrona nova, por mais que lhe aumente o conforto.<br />
silvio: a minha discordância deve-se àquela parte da sua definição de informaticidade, quando especifica que &#8220;não precisamos de departamentos de tecnologia do lado de cá da rede&#8221;. quanto a hardware, concordo em que já temos tal informaticidade. só precisamos mesmo de ter provedores realmente confiáveis, na velocidade e na segurança.  quanto a software, digo que ainda não existe num horizonte visível. pois sua redução do problema a specs não me convence. não existe maneira fácil de traduzir minhas necessidades em specs, e não existe, que eu saiba, maneira fácil de traduzir specs em linguagens de programação e de banco de dados. como programador, que ainda sou, não acredito em saudosismo, estamos muito melhor que há vinte anos, que dirá que há quarenta, mas a diferença está nas ferramentas de interface entre o programador e o programa, entre o usuário e o programa. a lógica interna para atender à lógica externa é tão dura de ser escrita quanto sempre foi. não digo que não possa ser feito hoje, mas a que custo vamos reunir uma equipe suficiente para fazer, e manter cotidianamente, um software genérico para a minha empresa, ou qualquer outra de comércio varejista? e quem é que está fazendo isto no brasil?</p>
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	<item>
		<title>By: Gerard Toonstra</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1087</link>
		<author>Gerard Toonstra</author>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2006 15:05:09 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1087</guid>
		<description>[poderia ser uma combinacao qualquer de atributos creative commons onde eu dissesse que o sw nao pode ser usado “for profit” sem entrar em acordo comigo [por exemplo!]

Já pensei sobre o negócio de um franchise que cria software tudo open-source. Outras empresas que sabem como prestar serviço muito bem podem então usar o software por isso (mais local também, em vez de um servidor+banda em outro país). Qualquer outra empresa pode usar o software diretamente, quem quiser, mas o uso do software como serviço é restrito. A licença (aí, licença == contrato?) tem que suportar este tipo de negócio. Como foi dito antes, a licença do software não é muito bem alinhado com "prestar serviço", mas como distribuir o software mesmo (que vira agora muito antigo).

Sobre o software usado, eu achei bem ridiculo que a lo(u)cadora do video perto da minha casa *AINDA* roda com MS-DOS. Mas mesmo assím, eu também não entendo ainda nada sobre os processos que uma loja realmente tem (posso imaginar, mas é tudo).

Has retail in Brazil ever thought about putting the money that is wasted on non-functional software into a consortium and then spend this waste-money on a working solution instead?  There is always "Compière", but from what I hear, the preferred solution is more like plug&#38;play.

I recognize the following needs:
1. The ability to grow the service along with the growth of the company. (consider a cellphone with bluetooth + some devices to simulate a cash register and an online service to do all the funny tax calculation, then later on install a cash register and use a more complicated service that has higher rates. So, a service that has offers all stages for small/medium/large companies and differentiates the companies by size. Maybe this service will help those companies to grow much faster and better without any headache for them in this regard, so they can focus on their core business )
2. A necessity for a service to calculate tax in Brazil. Then charge for the use of this automatic service to companies and have direct B2B interfaces available (and send the results automatically to the e-Government) (well, as soon as the RF upgrades their systems :).
3. RF already offers a service for the larger companies, I read. The paperwork for the number of purchases was so great, that the company makes a request to RF to get a "receipt number". Then they create the nota "in-house" and digitally send the results to RF. No more paperwork involved and this project is at the moment an experiment with some larger companies in Brazil.

Could be a very innovative service and would certainly speed up the flow of money, plus probably reduce corruption because there are no more papers involved?

Interesting!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[poderia ser uma combinacao qualquer de atributos creative commons onde eu dissesse que o sw nao pode ser usado “for profit” sem entrar em acordo comigo [por exemplo!]</p>
<p>Já pensei sobre o negócio de um franchise que cria software tudo open-source. Outras empresas que sabem como prestar serviço muito bem podem então usar o software por isso (mais local também, em vez de um servidor+banda em outro país). Qualquer outra empresa pode usar o software diretamente, quem quiser, mas o uso do software como serviço é restrito. A licença (aí, licença == contrato?) tem que suportar este tipo de negócio. Como foi dito antes, a licença do software não é muito bem alinhado com &#8220;prestar serviço&#8221;, mas como distribuir o software mesmo (que vira agora muito antigo).</p>
<p>Sobre o software usado, eu achei bem ridiculo que a lo(u)cadora do video perto da minha casa *AINDA* roda com MS-DOS. Mas mesmo assím, eu também não entendo ainda nada sobre os processos que uma loja realmente tem (posso imaginar, mas é tudo).</p>
<p>Has retail in Brazil ever thought about putting the money that is wasted on non-functional software into a consortium and then spend this waste-money on a working solution instead?  There is always &#8220;Compière&#8221;, but from what I hear, the preferred solution is more like plug&amp;play.</p>
<p>I recognize the following needs:<br />
1. The ability to grow the service along with the growth of the company. (consider a cellphone with bluetooth + some devices to simulate a cash register and an online service to do all the funny tax calculation, then later on install a cash register and use a more complicated service that has higher rates. So, a service that has offers all stages for small/medium/large companies and differentiates the companies by size. Maybe this service will help those companies to grow much faster and better without any headache for them in this regard, so they can focus on their core business )<br />
2. A necessity for a service to calculate tax in Brazil. Then charge for the use of this automatic service to companies and have direct B2B interfaces available (and send the results automatically to the e-Government) (well, as soon as the RF upgrades their systems :).<br />
3. RF already offers a service for the larger companies, I read. The paperwork for the number of purchases was so great, that the company makes a request to RF to get a &#8220;receipt number&#8221;. Then they create the nota &#8220;in-house&#8221; and digitally send the results to RF. No more paperwork involved and this project is at the moment an experiment with some larger companies in Brazil.</p>
<p>Could be a very innovative service and would certainly speed up the flow of money, plus probably reduce corruption because there are no more papers involved?</p>
<p>Interesting!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Silvio Meira</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1086</link>
		<author>Silvio Meira</author>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2006 14:22:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1086</guid>
		<description>todos: mas que discussao legal, esta aqui... botando mais lenha na fogueira, acho que a consequencia natural de open SOFTWARE vai ser open SERVICES: eu rodo pra voces uma coisa que voces SABEM o que e porque o codigo [e os assets correlatos] estao abertos, numa licenca qualquer [poderia ser uma combinacao qualquer de atributos creative commons onde eu dissesse que o sw nao pode ser usado "for profit" sem entrar em acordo comigo [por exemplo!]].

logo [vejam sugarcrm.com] se eu estiver provendo um servico TAO BOM que voce nao queira rodar SEU servidor [que estaria OK na minha licenca, nao e for profit pois vc nao estaria vendendo o servico] eu continuarei prestando o servico pra voce, enquanto eu for BOM o suficiente.

informaticidade precisa de specs. o mundo nao precisa de software, mas do servico que o software faz. open specs, open services. informaticidade...

s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>todos: mas que discussao legal, esta aqui&#8230; botando mais lenha na fogueira, acho que a consequencia natural de open SOFTWARE vai ser open SERVICES: eu rodo pra voces uma coisa que voces SABEM o que e porque o codigo [e os assets correlatos] estao abertos, numa licenca qualquer [poderia ser uma combinacao qualquer de atributos creative commons onde eu dissesse que o sw nao pode ser usado &#8220;for profit&#8221; sem entrar em acordo comigo [por exemplo!]].</p>
<p>logo [vejam sugarcrm.com] se eu estiver provendo um servico TAO BOM que voce nao queira rodar SEU servidor [que estaria OK na minha licenca, nao e for profit pois vc nao estaria vendendo o servico] eu continuarei prestando o servico pra voce, enquanto eu for BOM o suficiente.</p>
<p>informaticidade precisa de specs. o mundo nao precisa de software, mas do servico que o software faz. open specs, open services. informaticidade&#8230;</p>
<p>s</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: joel</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1085</link>
		<author>joel</author>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2006 11:31:37 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1085</guid>
		<description>gerard: your portuguese is a lot better than my english, so let's continue em portugues. em primeiro lugar, minha brincadeira com sua biblioteca é porque todas as leis no brasil são feitas para confundir, e nunca para orientar. o tal de pis/confins, que citei antes, a última vez que olhei existiam mais de cinquenta leis diferentes sobre o assunto e, literalmente, ninguém no pais que entendesse a confusão. quanto ao varejo, é isto mesmo que você pensa, as lojas (pequenas, médias, grandes) que vendem móveis, eletrodomésticos, o escambau, para o cliente final.  falamos em compra e venda, e informaticidade, no sentido pleno da palavra, ou seja, ninguém na minha empresa teria que fazer mais que ligar um terminal burro de atendimento ao cliente, um terminal burro de caixa (POS) para atender aos pagamentos, um terminal burro de gerência para gerenciar, um terminal burro de diretoria para planejar e dirigir, etc. etc., sem se preocupar onde a inteligência está, isto hoje nem é utopia, é puro navegar na maionese. a parte desgraçada do assunto não é o hardware, é o software. quem, como eu, começou montando painéis de computadores analógicos há quarenta anos e continou na área, está estupidificado com o maravilhoso desenvolvimento do hardware. quanto ao software, avançamos muito nas perfumarias, e podemos apresentar lindas telas aos usuários, que antigamente tinham que se contentar com texto em monitores de fósforo verde. mas eu desconfio que a melhoria do software foi apenas para aproveitar as possibilidades do hardware. o meu maior problema é fazer os programadores darem conta das modificações quase diárias que a dinâmica dos negócios exige. como e quando vou ter informaticidade nessa área? desconfio que eu não vou ter, talvez meus netos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gerard: your portuguese is a lot better than my english, so let&#8217;s continue em portugues. em primeiro lugar, minha brincadeira com sua biblioteca é porque todas as leis no brasil são feitas para confundir, e nunca para orientar. o tal de pis/confins, que citei antes, a última vez que olhei existiam mais de cinquenta leis diferentes sobre o assunto e, literalmente, ninguém no pais que entendesse a confusão. quanto ao varejo, é isto mesmo que você pensa, as lojas (pequenas, médias, grandes) que vendem móveis, eletrodomésticos, o escambau, para o cliente final.  falamos em compra e venda, e informaticidade, no sentido pleno da palavra, ou seja, ninguém na minha empresa teria que fazer mais que ligar um terminal burro de atendimento ao cliente, um terminal burro de caixa (POS) para atender aos pagamentos, um terminal burro de gerência para gerenciar, um terminal burro de diretoria para planejar e dirigir, etc. etc., sem se preocupar onde a inteligência está, isto hoje nem é utopia, é puro navegar na maionese. a parte desgraçada do assunto não é o hardware, é o software. quem, como eu, começou montando painéis de computadores analógicos há quarenta anos e continou na área, está estupidificado com o maravilhoso desenvolvimento do hardware. quanto ao software, avançamos muito nas perfumarias, e podemos apresentar lindas telas aos usuários, que antigamente tinham que se contentar com texto em monitores de fósforo verde. mas eu desconfio que a melhoria do software foi apenas para aproveitar as possibilidades do hardware. o meu maior problema é fazer os programadores darem conta das modificações quase diárias que a dinâmica dos negócios exige. como e quando vou ter informaticidade nessa área? desconfio que eu não vou ter, talvez meus netos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Gerard Toonstra</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1081</link>
		<author>Gerard Toonstra</author>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2006 00:15:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1081</guid>
		<description>oi Joel,

Sim, tax = imposto. Mas as regras do imposto podem ser muito complicado (US por exemplo, tax on tax, etc., mas a bibliotéca também faz tax-on-tax). Sobre stagnação, não falei sobre economia, mas inovação em aplicações financiais e bibliotécas disponíveis, até artigos disponíveis sobre o assunto (tratar dinheiro dentro aplicações corretamente). Quase absurdo :)

O que eu fiz com a bibliotéca é para dividir o dinheiro em "taxcodes". Basicamente, ele cria dinheiro dentro uma aplicação e quando adicione para uma nota, o programadar escolha o taxcode para o dinheiro. Isso vai decidir como o tax se aplica para só este dinheirinho na conta. No fim, ele junta todo tax e cria um "bucket" para guardar. Tem um pequeno implementação que também mostra como gerar uma nota para cliente final por isso. O truque: configurar a bibliotéca corretamente com todos taxcodes definidos e depois escolher dentro da aplicação o taxcode certo para cada "tipo do dinheiro".

Varejista = retail, é isso?  estamos falando sobre pequenas lojas, medium ou grandes retailers como bompreço?  E isso = POS (Point Of Sales, cash register software) ou uma coisa mais ampla?

G.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi Joel,</p>
<p>Sim, tax = imposto. Mas as regras do imposto podem ser muito complicado (US por exemplo, tax on tax, etc., mas a bibliotéca também faz tax-on-tax). Sobre stagnação, não falei sobre economia, mas inovação em aplicações financiais e bibliotécas disponíveis, até artigos disponíveis sobre o assunto (tratar dinheiro dentro aplicações corretamente). Quase absurdo <img src='http://salu.cesar.org.br/~meirablog/wordpress/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O que eu fiz com a bibliotéca é para dividir o dinheiro em &#8220;taxcodes&#8221;. Basicamente, ele cria dinheiro dentro uma aplicação e quando adicione para uma nota, o programadar escolha o taxcode para o dinheiro. Isso vai decidir como o tax se aplica para só este dinheirinho na conta. No fim, ele junta todo tax e cria um &#8220;bucket&#8221; para guardar. Tem um pequeno implementação que também mostra como gerar uma nota para cliente final por isso. O truque: configurar a bibliotéca corretamente com todos taxcodes definidos e depois escolher dentro da aplicação o taxcode certo para cada &#8220;tipo do dinheiro&#8221;.</p>
<p>Varejista = retail, é isso?  estamos falando sobre pequenas lojas, medium ou grandes retailers como bompreço?  E isso = POS (Point Of Sales, cash register software) ou uma coisa mais ampla?</p>
<p>G.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: joel</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1080</link>
		<author>joel</author>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2006 21:46:19 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1080</guid>
		<description>gerard: cara, voce tá tão certo, e nem chegou perto ainda de aplicações para o comércio varejista, aí veria que estagnação é uma palavra muiiiiiiito delicada para nossa situação. to curioso, você escreveu uma biblioteca que trata de dinheiro e impostos, ou eu to traduzindo tax erradamente? se funciona, aqui no brasil, você é sério candidato ao nobel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gerard: cara, voce tá tão certo, e nem chegou perto ainda de aplicações para o comércio varejista, aí veria que estagnação é uma palavra muiiiiiiito delicada para nossa situação. to curioso, você escreveu uma biblioteca que trata de dinheiro e impostos, ou eu to traduzindo tax erradamente? se funciona, aqui no brasil, você é sério candidato ao nobel.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Gerard Toonstra</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1079</link>
		<author>Gerard Toonstra</author>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2006 21:20:36 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1079</guid>
		<description>It seems almost impossible to create applications that are 100% customisable (do not read configurable). I spent a little bit of time thinking about this topic some time ago and came to the conclusion that at least currently, no matter how this problem is approached at the moment, the end user will always feel like they are programming rather than using the system ( and who wants a system that asks too many questions anway? )

With regards to money handling, I have written a functional library for Java that makes dealing with currency, tax and discounts easier on SF: http://sourceforge.net/projects/moneyjar

Interesting food for thought, financial applications and innovation. So far, I do not really see a *whole* lot of innovation in this area and the number of financial libraries, at least in Java, are to be counted on one hand. I guess my library here mentioned is the only OS implementation so far that is more or less complete. Reuse in this area seems very limited.

It is quite thinkable that a whole number of companies out there rely on UNIX &#38; shell/perl scripts to transfer money in CSV files from one end to the other. So, probably, the innovation in the financial domain is really stagnant... hmm....

G.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>It seems almost impossible to create applications that are 100% customisable (do not read configurable). I spent a little bit of time thinking about this topic some time ago and came to the conclusion that at least currently, no matter how this problem is approached at the moment, the end user will always feel like they are programming rather than using the system ( and who wants a system that asks too many questions anway? )</p>
<p>With regards to money handling, I have written a functional library for Java that makes dealing with currency, tax and discounts easier on SF: <a href="http://sourceforge.net/projects/moneyjar" rel="nofollow">http://sourceforge.net/projects/moneyjar</a></p>
<p>Interesting food for thought, financial applications and innovation. So far, I do not really see a *whole* lot of innovation in this area and the number of financial libraries, at least in Java, are to be counted on one hand. I guess my library here mentioned is the only OS implementation so far that is more or less complete. Reuse in this area seems very limited.</p>
<p>It is quite thinkable that a whole number of companies out there rely on UNIX &amp; shell/perl scripts to transfer money in CSV files from one end to the other. So, probably, the innovation in the financial domain is really stagnant&#8230; hmm&#8230;.</p>
<p>G.</p>
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	<item>
		<title>By: joel</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1077</link>
		<author>joel</author>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2006 20:35:24 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1077</guid>
		<description>taí. conectando o assunto do gerard com o meu, damos logo de cara com o problema básico da informática como serviço, dictum informaticidade: eu quero fornecer dados e receber de volta informação. não quero saber como os dados vão, onde são guardados/transformados nem como voltam. mas as regras utilizadas para massagear os dados e extrair a informação, aí a porquinha torce o rabinho. porque isto eu quero não somente saber, quero mandar, quero mudar, as regras não são estáticas, estão mudando sempre. minha empresa é comércio varejista, varejo é DINÂMICA, como me ensinou meu primeiro gerente comercial, há mais anos que desejo lembrar. e nem quero falar nas regras que eu não posso saber, porque ninguem sabe, que tal alguém me explicar como devo tratar o pis/confins nas vendas da minha empresa? o que quero dizer é que a parte de hardware e a parte de arquivamento físico tudo bem, já podemos tratar agora de informaticidade. mas a parte de software vai ter que sofrer uma revolução que estou esperando há quarenta anos. o que existe dentro de um programa é a LÓGICA das regras do meu negócio, não interessa se estou escrevendo em linguagem de máquina, em assembler, em forth, em pascal, VB, Delphi, seja lá o que for, as diferenças são na quantidade de trabalho braçal, e nem sei se as linguagens atuais estão diminuindo tal trabalho, às vezes penso que estão aumentando. preciso ter ferramentas para mudas as regras que o meu provedor de informaticidade está utilizando hoje para massagear meus dados, e preciso mudar hoje, ou quem sabe ontem. Isto não existe, nem hoje, nem no horizonte visível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>taí. conectando o assunto do gerard com o meu, damos logo de cara com o problema básico da informática como serviço, dictum informaticidade: eu quero fornecer dados e receber de volta informação. não quero saber como os dados vão, onde são guardados/transformados nem como voltam. mas as regras utilizadas para massagear os dados e extrair a informação, aí a porquinha torce o rabinho. porque isto eu quero não somente saber, quero mandar, quero mudar, as regras não são estáticas, estão mudando sempre. minha empresa é comércio varejista, varejo é DINÂMICA, como me ensinou meu primeiro gerente comercial, há mais anos que desejo lembrar. e nem quero falar nas regras que eu não posso saber, porque ninguem sabe, que tal alguém me explicar como devo tratar o pis/confins nas vendas da minha empresa? o que quero dizer é que a parte de hardware e a parte de arquivamento físico tudo bem, já podemos tratar agora de informaticidade. mas a parte de software vai ter que sofrer uma revolução que estou esperando há quarenta anos. o que existe dentro de um programa é a LÓGICA das regras do meu negócio, não interessa se estou escrevendo em linguagem de máquina, em assembler, em forth, em pascal, VB, Delphi, seja lá o que for, as diferenças são na quantidade de trabalho braçal, e nem sei se as linguagens atuais estão diminuindo tal trabalho, às vezes penso que estão aumentando. preciso ter ferramentas para mudas as regras que o meu provedor de informaticidade está utilizando hoje para massagear meus dados, e preciso mudar hoje, ou quem sabe ontem. Isto não existe, nem hoje, nem no horizonte visível.</p>
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		<title>By: Gerard Toonstra</title>
		<link>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1075</link>
		<author>Gerard Toonstra</author>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2006 19:47:24 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.meira.com/2006/08/29/informaticidade-se-escreve-com-i-de-inovacao/#comment-1075</guid>
		<description>Oi Silvio,

Gostei dessa frase:

"suas propriedades são mais complexas do que os fluxos de corrente (da “energia elétrica”) que produzem calor, luz e movimento."

With money calculations we come close to a paradox. If we take the service as a black box and do not concern us with what goes on in there, at the end of the day when the bill arrives and we receive or pay money, we need to know exactly how that amount of money got on the bill, so we are required ourselves to understand how at least the basic internals of the black box operate. If we don't, we can be cheated very easily.

So, in financial systems, there is no such thing as a black-box. There is a contract that is signed that has an impact on the tariffs and recurring prices that are calculated. At the moment, the only thing that allows us to verify the bills (for us) are our own eyes, memory and brain. The phone bills from Oi / Telemar are good examples. At the end of the month, we don't know whether we called phone X for 03:45 20 days ago, but we have full reason to trust the operator that the number of seconds and the tariff used to calculate the final amount are correct to the cent.

I guess it's time for e-bills that connect to a PC - store where your e-contracts are stored. So that when the next e-bill arrives by email or whatever medium, the PC verifies whether all tariffs and agreed prices are correct and connects to your phone / cellphone to check whether the minutes taken for the call are not fraudulent. Then we approve the bill and ransfer the money automatically to the operator through the online bank connection.

G.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Silvio,</p>
<p>Gostei dessa frase:</p>
<p>&#8220;suas propriedades são mais complexas do que os fluxos de corrente (da “energia elétrica”) que produzem calor, luz e movimento.&#8221;</p>
<p>With money calculations we come close to a paradox. If we take the service as a black box and do not concern us with what goes on in there, at the end of the day when the bill arrives and we receive or pay money, we need to know exactly how that amount of money got on the bill, so we are required ourselves to understand how at least the basic internals of the black box operate. If we don&#8217;t, we can be cheated very easily.</p>
<p>So, in financial systems, there is no such thing as a black-box. There is a contract that is signed that has an impact on the tariffs and recurring prices that are calculated. At the moment, the only thing that allows us to verify the bills (for us) are our own eyes, memory and brain. The phone bills from Oi / Telemar are good examples. At the end of the month, we don&#8217;t know whether we called phone X for 03:45 20 days ago, but we have full reason to trust the operator that the number of seconds and the tariff used to calculate the final amount are correct to the cent.</p>
<p>I guess it&#8217;s time for e-bills that connect to a PC - store where your e-contracts are stored. So that when the next e-bill arrives by email or whatever medium, the PC verifies whether all tariffs and agreed prices are correct and connects to your phone / cellphone to check whether the minutes taken for the call are not fraudulent. Then we approve the bill and ransfer the money automatically to the operator through the online bank connection.</p>
<p>G.</p>
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