inovação colaborativa, engenharia e brasil
uns meses atrás escrevi, para a cni, um texto de suporte a um trabalho da confederação sobre engenharia no brasil e a necessidade de [nas universidades e centros de pesquisa] tratarmos os problemas de pesquisa, desenvolvimento e inovação dentro de uma agenda e escopos coordenados e de maneira colaborativa [entre nós e com a indústria], como uma das únicas chances de darmos alguns dos saltos de que precisamos para competir internacionalmente com algo mais do que grãos e carne. o texto começa assim…
As mudanças na economia mundial, com aberturas em vários níveis criando novas oportunidades de redesenho das cadeias de valor das indústrias e dos serviços, vem exercendo uma pressão cada vez mais intensa nos sistemas nacionais [e locais] de inovação, de mais de uma forma instados a exercer um papel mais próximo do mercado e em tempos cada vez mais estritos. Ao mesmo tempo, quando o papel das organizações de negócio passa a ser o de “resolver” o problema de seus clientes e usuários, e não o de oferecer uma “solução” específica para alguma parte de suas preocupações, cresce a importância das combinações multi-disciplinares e paradigmáticas para servir como base para o processo de inovação. É neste contexto que se situa, hoje, a relação entre a pesquisa colaborativa [nas instituições de ensino e pesquisa] e o mundo real dos negócios [e sua permanente demanda por inovação].
a íntegra da [minha] contribuição pode ser lida aqui… e o documento integral da cni está aqui. boa leitura…