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escritos só para influenciar engenhos de busca da “forma certa”. história de Lee Gomes, no WSJ, que andou pelo submundo de “conteúdo original”, uma das coisas mais caras aos engenhos de busca de hoje. se você é uma “autoridade” em algo, fica muito bem no instantâneo da rede tirado por google, por exemplo. Gomes compara engenhos de busca a uma câmera de TV na multidão, depois de um jogo, “provocando” a multidão… [poderia ser durante o carnaval], ao invés de num satélite, procurando significados no globo. se saber observado muda quase tudo pra muita gente. e cria uma indústria, principalmente de conteúdo em inglês, que roda “outsourced” da mesma forma que a indústria de software. sem nenhuma preocupação com conteúdo, qualidade e seu impacto nos leitores. a maioria é pra vender alguma coisa de funcionalidade no mínimo duvidosa. se você não sabe qualificar o que você lê, uma boa parte do que vão lhe indicar, numa busca, pode ser irrelevante. ou perigoso…